segunda-feira, 14 de agosto de 2017

4º Ano do Léo ...4º Dia do Gui...Parabéns!

PARABÉNS  LÉOZINHO!

Hoje faço 4 anos, a Miminha enviou para minha Mãe:

 e avisou ao meu avô que vem a caminho:
 
e para variar, a Miminha tem hstórias da aventura que foi quando enviou pelo correio.
A Mamãe junto com a Mani programou uma festinha para mim, a Mani estava às voltas com o "design" do meu bolo, porém tiveram que cancelar, o caçula ( e não a caçula como eu pensava) quis estar presente, mas com apenas 4 dias não pode ser, é muito pequeno para ter muita gente (a família do Papai é muito grande), também não pode ter muito barulho. Para compensar a Mani vai me levar para passear, vai ser muito divertido, noutro dia a Mamãe vai chamar todos e fazemos uma festinha com um bolinho, mas terá que ser com pouco barulho. Eu sou compreensivo, já  sou um homenzinho:
Peso entre 13 e 23 quilos, Meço entre 93cm e 117cm. Necessito de dormir entre 10 e 12 horas todas as noites. Sou capaz de  vestir-me e calçar-me sem necessitar de muita ajuda; Como sozinho, já sei usar bem o garfo, faca e colher; Penteio o cabelo e lavo os dentes sozinho; Consigo andar em linha reta de forma direita; Corro e salto sobre e em torno de obstáculos com facilidade; Subo e desço sem grande dificuldade; Salto bem sobre um pé apenas; Apanho, atiro e driblo bem uma bola; Já ando bem de triciclo; Consigo empilhar objetos sem dificuldade; Crio formas e objetos com recurso a plasticina; Seguro bem num lápis e faço desenhos legíveis; Já sei usar uma tesoura ( claro que é infantil); Falo fluentemente, com frases muito completas; Adoro inventar palavras, cantar canções e rimas; Gosto de conversar, ter longas conversas; Já conheço muitas letras do alfabeto e até algumas palavras mais familiares; já posso  escrever o meu próprio nome; Já sei dizer o nome completo e onde moro; Faço muitas perguntas; Respondo facilmente às perguntas que me são feitas; Percebo e recordo-me bem dos meus feitos/sucessos; Já sei distinguir entre ontem, hoje e amanhã; Percebo bem a rotina diária e o que sucede a quê; Consigo atender a um pedido com 2 ou 3 ações distintas; Já percebo os conceitos relacionados com: quantidades, tamanhos, pesos, medidas, texturas, cores, distâncias, tempo e posições; A minha capacidade de atenção é maior, consigo concentrar-me na mesma atividade durante 10 a 15 minutos; Consigo ordenar objetos do mais baixo para o mais alto, do menor para o maior; Conto até 7 objetos em voz alta, embora nem sempre na ordem correta, Já sei entre 6 e 8 cores; Reconheço cerca de 3 formas diferentes. Embora ainda tem dificuldade em separar a realidade da fantasia; Sou muito entusiasta, tenho sempre muita pressa em tudo; Tem uma imaginação muito viva; Posso mentir para me proteger mas ainda não percebo o que é uma mentira; Tenho capacidade de sentir ciúme;  mais cooperante; Gosto de me exibir para mim mesmo e  às minhas coisas; Tenho mais confiança; Começo a perceber o que é o perigo; Posso ter medo de muitas coisas, inclusive do escuro e dos “monstros”, entretanto, ainda faço birras, normalmente em relação a pequenas coisas. Tenho capacidade de sentir raiva e frustração, principalmente quando algo não está a correr como quero; Passo a exprimir o meu descontentamento/raiva mais verbalmente do que fisicamente; Por vezes ainda sou agressivo e/ou violento; Já sei fazer ameaças; Estou mais independente em relação aos adultos, mas gosto de obter a aprovação dos adultos; Gosto de brincar com outras crianças, nomeadamente com aquelas que têm a mesma idade; Já consigo brincar em grupo; Embora goste de brincar com crianças de ambos os sexos, já tenho uma maior preferência por brincar com crianças do mesmo sexo que o meu; Já sei partilhar com as outras crianças e  o faço na maioria das vezes; Por vezes posso querer ser o líder; Gosto de alterar as regras da brincadeira à medida que se brinca; Posso chamar nomes às outras crianças, fazer queixa das mesmas aos adultos; Posso ter um ou mais amigos imaginários;  Gosto de contar histórias e anedotas – muitas vezes sem nexo – aos adultos; Estou constantemente a perguntar porquê; Gosta de chocar os outros – crianças e adultos – ao usar palavrões e outras palavras proibidas; Quando brinco gosto de imitar os pais, normalmente o do mesmo sexo; Adora brincar às personagens: professor, dono do café, dono da loja, bombeiro, polícia…
Desenvolvimento psicológico dos 4 ano
*Imaginação viva e em fluir contínuo
 * É a idade do “como” e do “porquê”. Pergunta tudo e interessa-se por tudo.
* Capta todas as coisas através da observação, mas esta não é educada nem concentrada, antes pelo contrário, é activa e transbordante.
*Como não interioriza as regras de socialização da conduta, não as aceita.
*Egocêntrica. Tenta que gire tudo à sua volta; para o conseguir, chama continuamente a atenção dos outros sobre si própria.
*É lenta em aprender a aceitar as críticas.
* Inconsistente nas suas actividades, devido à sua grande energia e expansividade.
*Não delibera antes de agir nem organiza as suas conversas; actua e fala sem pensar.
*É pródiga e superficial na sua actividade mental e na conversação.
*Continuamente charlatã, faz perguntas sem sentido.
*Trata-se de um período de inquietação constante que pode parecer uma regressão.
*Na sua maneira de ser e actuar, as vezes, pode tornar-se uma criança pedante e pesada.
*Usa muito pouco as expressões convencionais das relações humanas.
*Tem medo da escuridão e dos ruídos.
Âmbito escolar
*Não é sensível às coisas inacabadas, por isso não se importa de deixar qualquer actividade por outra mais interessante.
*Tem o conceito de um, dois e muitos.
*Capta uma frase inteira, mas é incapaz de analisar as suas palavras.
*Faz continuamente perguntas sem sentido.
*A sua grande energia e a própria iniciativa devem ser empregues em jogos livres.
*Tem pouca habilidade para os trabalhos manuais.
*Possui afã por destruir a obra que empreendeu.
*Está capacitada para actividades que impliquem ritmo, movimento, etc.
*Desenha e pinta.
*Começam os jogos sossegados em cima de uma mesa.
*As suas criações nascem sem imitação nem predisposição, dá-lhes um sentido final.
* Reage ante motivações interessantes.
*Executa trabalhos depois de observar modelos concretos.

-Actividades das pessoas implicadas na sua formação
*A sua energia e actividade deve ser dirigida para jogos livres.
*É necessário colocar-se ao seu nível, com uma motivação adequada, para que realize as ordens que se lhe dão.
*Dar-lhe motivações interessantes para que realize coisas.
*Não adoptar medidas extremas.
*Ajudá-la a observar as coisas que a rodeiam.
*Paciência e bom humor.
*Habilidade para a orientar e se meter no seu mundo para o conhecer e aceitar.
*É necessário que os pais ajudem a criança a desenvolver a sua consciência, tendo em conta que tanto o excesso de protecção como as atitudes de afastamento podem prejudicar o seu desenvolvimento.
*As palavras são importantes, mas o seu valor é inferior ao exemplo.
*O desenvolvimento da personalidade realiza-se melhor por meios indirectos do que pela força. É preciso ter isto sempre presente e, de modo especial, nesta idade cronológica e evolutiva.


http://pequenada.com/artigos/desenvolvimento-tipico-crianca-com-4-anos
http://educacao.aaldeia.net/psicologia-crianca-4-anos/

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Nasce o Cantinho do Bebê...


A notícia de que  o "Caçula" da família está em desenvolvimento, atravessou a fase de embrião, ultrapassando a fase mais crítica, deixou a minha família super feliz e motivou a criação do "cantinho": http://cantinhopuer.blogspot.com, uma maneira de prestar homenagem à nova vida que se manifesta, dar os parabéns aos futuros papais, avós, tios e a mim, mano "babado" e acompanhar, na medida do possível, os acontecimentos pertinentes ao desenvolvimento da vida do ser humano, em particular, desta "caçula" (segundo eu considero e sei que a Mamãe  gostaria).
O primeiro tema que será abordado, como não poderia deixar de ser será o  primeiro trimestre do desenvolvimento intra uterino (da fecundação ao feto de 7 semanas, passando pela fase embrionária), semelhante como aconteceu comigo aqui, neste "cantinho" (http://babyrise.blogspot.com),  O conteúdo poderá ser o mesmo, mas a redação não, desta vez eu vou acompanhar por fora o que aconteceu comigo dentro do útero.
Toda a participação será bem vinda!

domingo, 14 de agosto de 2016

3 anos... sem fraldas, parabéns Léo!


Hoje completo 3 anos de vida, estou me desenvolvendo bem, Graças a Deus! cumpri uma etapa difícil  do desenvolvimento aos 2 anos e 9 meses, deixei as fraldas. Agora a Mamãe não vai ter o trabalho de trocar a fralda a toda hora e vai poder  economizar, nestes tempos difíceis é uma grande ajuda. Para a Mamãe foi um grande alívio, ela foi cuidadosa, dedicada como sempre, esteve sempre atenta e acompanhou o desfraldar, causador de muita preocupação e ansiedade, que varia de criança para criança, podendo demorar dias a meses:
1 - Teve certeza de que eu estava pronto (Existe uma ideia mais ou menos generalizada de que a idade certa para tirar a fralda da criança é por volta dos 2 anos. Mas cada pessoa é diferente e, assim como elas aprendem a andar em momentos distintos, a hora ideal para aprender a fazer xixi e cocô no penico ou no vaso sanitário pode variar muito. Há algumas crianças que só ficam realmente preparadas para iniciar o desfraldar quando têm mais de 3 anos). 
Sinais físicos Anda com firmeza, e até consegue correr. Faz bastante xixi de cada vez (e não de pouquinho em pouquinho). Faz um cocô razoavelmente sólido, em horários mais ou menos previsíveis. Fica "seco" por pelo menos três ou quatro horas, ou seja, os músculos da bexiga conseguem segurar a urina. Sinais de comportamento Consegue ficar sentado na mesma posição por entre dois e cinco minutos. Consegue abaixar e levantar as calças. Fica incomodado quando a fralda está suja ou molhada. Demonstra interesse nos hábitos de higiene (gosta de observar os outros irem ao banheiro ou quer usar cueca ou calcinha). Não demonstra resistência à ideia de usar o penico/pote ou vaso sanitário. Está numa fase em que gosta de colaborar, e não numa fase "do contra". Sinais cognitivos Consegue seguir instruções simples, como "vá pegar aquele brinquedo". Entende que cada coisa tem o seu lugar. Tem palavras para xixi e cocô.Entende os sinais físicos de que está com vontade de ir ao banheiro, e consegue pedir para ir (ou até segurar a vontade um pouco).  2- Providenciou os equipamentos necessários (Não é nada muito complicado: arranje um penico ou um adaptador para o vaso sanitário, um anel que evita que a criança "caia" dentro da privada. Talvez seja melhor começar com o penico: com os pés apoiados no chão, a criança vai ter mais facilidade para fazer força na hora de fazer cocô).
3 - Deixou que me acostumasse ao penico (Para começar, acostume seu filho a se sentar no penico uma vez por dia, mesmo que ainda sem tirar a roupa. Escolha um momento em que ele costuma fazer cocô -- depois do café da manhã, depois do almoço ou antes do banho. Se ele não quiser se sentar, deixe estar. Nunca force a criança a sentar no penico, nem a segure. E não force a barra se seu filho estiver assustado. As consequências no futuro podem ser bem ruins, principalmente por causa da prisão de ventreCaso a criança resista a se interessar no desfraldar, o melhor é esquecer o assunto por algumas semanas, e depois fazer uma nova tentativa. Nessa fase, não precisa nem explicar muito para que serve o penico. O objetivo é só acostumá-lo ao objeto.)
4 - Sentou-me no penico sem a fralda (Depois da fase de acostumar a criança a sentar no penico, sua meta vai ser convencê-la a sentar sem a fralda. Segure a ansiedade e deixe que ela só se sente ali, para ver como é. E comece a explicar direitinho que é isso que a mamãe e o papai fazem todo dia: sentam lá (no vaso sanitário, no caso de vocês) para fazer as necessidades. Se seu filho captar logo a ideia e já fizer alguma coisa, ótimo! Mas não o force a conseguir. É importante que o interesse no processo seja dele, não seu. 
5 - Explicou o processo (Uma boa ideia é mostrar para a criança para onde o cocô vai. Quando ele fizer cocô na fralda, leve a fralda suja até o penico e ponha o cocô ali, para mostrar onde é o lugar certo. Depois, esvazie o penico jogando as fezes no vaso sanitário, e dê ao seu filho o privilégio de ajudar a apertar a descarga (só se ele quiser -- há crianças que têm medo). Mostre também que depois é preciso vestir a roupa de novo e lavar as mãos). 

6 - Incentivou-me (Estimule a criança a usar o penico sempre que tiver vontade de fazer xixi ou cocô. Deixe bem claro que basta que você poderá levá-la ao banheiro. Se der, aproveite uma época de calor, que é mais favorável para o processo, e deixe-a circular pelada, com o penico bem à vista. 
Diga a seu filho que ele pode usar o penico quando quiser, e o lembre de vez em quando. 
Mas preste atenção: não adianta ficar levando a criança de hora em hora ao banheiro. Você precisa ensiná-la a pedir. Senão, na primeira oportunidade em que você esquecer de levá-la, ou estiver fazendo outra coisa, o xixi vai escapar na roupa mesmo. A comunicação e o controle do esfíncter (que variam, dependendo da maturidade de cada criança) são fundamentais para o processo de desfraldar). 


7 - Caprichou na cueca  (Cuecas e calcinhas de personagens ou com desenhos fazem sucesso. Você pode fazer um grande Carnaval, mostrando ao seu filho como ele é grande e importante por já usar cueca (ou calcinha, no caso de meninas). Mas você não precisa usar a roupa de baixo bonitinha e cara o tempo todo. Arranje também umas bem baratinhas, porque os acidentes serão inevitáveis e as trocas, bem frequentes. Existem também fraldas de treinamento, as chamadas pull-ups. A vantagem é que elas funcionam como fraldas, mas são vestidas como uma calcinha ou cueca, portanto dá para a criança abaixar e levantar sozinha, se quiser ir ao banheiro. Muito mais fácil que abrir e fechar a fralda. O inconveniente é que elas são caras e difíceis de encontrar. Uma alternativa é ter um pacote só para sair, quando você não pode arriscar uma escapada de xixi ou cocô. 


8 - Teve muita calma na hora dos acidentes (As escapadas e acidentes acontecem com praticamente todas as crianças, não tem jeito. É difícil manter a calma, mas se esforce para não perder o controle. Não vale a pena castigar ou punir a criança pela escapada. Os músculos dela estão ainda aprendendo e treinando o controle das fezes e da urina, e o processo leva algum tempo. Quando acontecer o acidente, limpe tudo com tranquilidade e só diga ao seu filho que, da próxima vez, vai ser mais legal se ele usar o peniquinho). Caso os acidentes fiquem muito frequentes, tenha a sabedoria de voltar atrás sem medo ou vergonha. É possível que o organismo do seu filho ainda não esteja preparado, e é melhor voltar a tentar daí a alguns meses


9 - Começou a fazer o desfraldar noturno (... Mas só quando a criança estiver preparada! Pode demorar -- anos até! O organismo da criança demora bastante para ser capaz de despertá-la se for necessário fazer xixi no meio da noite. O que você pode fazer é tentar diminuir a quantidade de líquido que seu filho toma antes de dormir, e dizer a ele que chame você se precisar ir ao banheiro durante a noite. Só se aventure a tirar a fralda noturna quando, por diversas noites seguidas, a fralda tiver amanhecido completamente seca. E saiba que, mesmo que tudo dê certo, um xixi na cama ou outro fazem parte da infância. 
10 - Consegui!


Além do desfraldar esta é a fase do meu amigo imaginário (desenvolvimento emocional e social):Já ouviu o estranho pedido de colocar um lugar a mais à mesa para o jantar de um amigo imaginário? Essas criaturas do mundo da fantasia de forma nenhuma indicam que seu filho está se sentindo solitário ou tem algum problema. Na verdade, é o contrário: crianças que cultivam amigos imaginários tendem a se tornar adultos criativos, sociáveis, independentes e felizes. Esse tipo de amigo pode ser um ser humano ou um animal e geralmente tem nome e personalidade. Mistura de confidente, parceiro de brincadeiras, protetor e bode expiatório, ele ajuda a criança a praticar como se constrói um relacionamento e permite que ela esteja no controle -- algo muito diferente de sua rotina diária. Observar como seu filho interage com esse amigo pode ser fonte de boas informações sobre o que lhe causa medo ou nervoso. Se o tal do amigo tem medo de bruxa, é bem provável que este seja o do seu filho também.Embora seja importante respeitar o amigo imaginário, procure não se envolver demais no assunto. Evite, por exemplo, usar o amigo para manipular o seu filho dizendo algo como "o Gustavo comeu tudo, por que você não come também?".Seu filho está bem menos auto centrado do que há um ano, mas ainda não consegue dividir muito bem suas coisas. Às vezes encontra até um jeito meio desengonçado de expressar que gostaria de brincar com alguém tirando um brinquedo dele ou dando-lhe uma bela martelada na cabeça! Algumas crianças conseguem resolver seus conflitos por conta própria, mas a maioria ainda corre para um adulto a fim de pedir socorro. Essa é a sua chance de aproveitar para ensinar a dividir as coisas melhor : "Deixa o André brincar com o baldinho primeiro, depois vai ser a sua vez". Grande parte das crianças desta idade, ainda aprendendo sobre a arte de negociar, topa esse tipo de oferta. 

Também é a fase do Desenvolvimento da linguagemFala mais clara.Você não precisa mais fazer mágica para decifrar o que seu filho diz, graças a uma melhor dicção e a uma incrível noção de gramática. Você provavelmente já consegue entender mais de 75% do que ele fala. As frases são maiores (três ou mais palavras) e o vocabulário é mais extenso (de 300 a 1.000 palavras, dependendo da criança, mas quem está contando?), o que facilita enormemente a comunicação.Ele adora conversar e é capaz de responder a perguntas e fazer as suas próprias. Às vezes liga menos para a resposta e mais para o simples fato de estar mantendo um diálogo. Note também como ele começa a descrever o que vê ou faz e a usar palavras para qualificar as coisas ("o carro azul da vovó). Muitas crianças já usam conjugação verbal correta, assim como plural das palavras.

Eu gosto muito do brinquedo perfeito (Há quem até chame isso de o brinquedo perfeito (para meninos ou meninas): não precisa de pilha, dá para brincar de todo tipo de coisa, não custa caro, não ocupa espaço e provavelmente você até já tem em casa. O que é? Uma bola! Crianças de 3 anos não sabem que jogar a bola para cima ou chutá-la ajuda a construir a chamada coordenação mão-olho e a aprimorar a coordenação motora necessária para aprender praticamente tudo o que vem pela frente -- de como segurar um lápis a como andar de bicicleta. Elas simplesmente sabem que jogar bola é uma delícia. Aproveite enquanto os seus próprios dotes esportivos não estão sendo julgados e divirta-se com as brincadeiras de bola do seu filho). Pensando nisso, a Miminha me enviou várias bolas de texturas diferentes, inclusive,  softball (de espuma), para a minha tia me ensinar a jogar Volley, além disso me enviou também uma trotinete + capacete para eu desenvolver o meu equilíbrio.


Parabéns Leo!



http://brasil.babycenter.com/a3400179/desfraldamento-para-iniciantes#ixzz3iGFfbsvg

http://brasil.babycenter.com/a3400191/meu-filho-est%25C3%25A1-pronto-para-tirar-a-fralda#ixzz4HFHvVCtI

http://brasil.babycenter.com/a3900022/a-crian%25C3%25A7a-de-3-anos#ixzz4HFlZF25z

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Léo e o Dia da Criança ...dia consagrado aos brinquedos!


Dia da criança!!! Oba!!!   
No Brasil, surgiu na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de "criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de Outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de Novembro de 1924. Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de Novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de Junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem!
Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de Novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.
O Vovô me entregou uma caixa que a Miminha enviou, curioso como eu sou, fui logo abri, parecia aniversário! fiquei encantado quando abri a caixa só dizia: o Léo gosta de prendas!heheheh, lá dentro tinha alguns brinquedos, uns educativos para eu aprender os números enquanto brinco, outros com bolas (bola canguru, esta porque eu gostei da pilates do meu bisa que a Tia deu para ele e assim posso sentar nela e agarrar nas orelhas e saltar, bola insuflável de neon, golfinho que faz bolinhas  de sabão)

dentro também vinha uns "brinquedos" para o Papai e a Mamãe, Mani e Padi, como a Mamãe disse "todos temos uma criança dentro de nós"
O dia da criança é um dia consagrado aos brinquedos, os adultos também devem aproveitar para acarinhar a criança que existem dentro deles e nesse dia reservar um tempo para brincar, despreocupados como no tempo em que eram crianças.
Para quem comemora neste dia Feliz dia da criança! seja ela miúda ou graúda!


http://www.portaldafamilia.org/datas/criancas/origemdcriancas.shtml

segunda-feira, 28 de março de 2016

Léo na Páscoa de 2016 ... fase dos 2-4 anos uma passagem importante


Tenho 2 anos e meio, essa é uma passagem importante, pois na idade de 2 anos, eu como toda a criança, desconecto o EU do OUTRO. Antes dos 2 anos, ainda não tinha noção exata de quem eu era. Por isso, me olhava no espelho e não me identificava na própria imagem. Não sabia que era eu mesmo  que está vendo. Aos 2 anos essa diferenciação já acontece e eu consigo “controlar” a imagem no espelho. Nesta fase eu possuo apenas o raciocínio concreto. O abstrato ainda não está formado. Exatamente por isso, que os pais devem cuidar da linguagem que usam. Se você diz “Preciso voar daqui, agora!” eu entendo literalmente o que você diz. Ou, “Você parece uma bola de tão gordinho” , me faz  imaginar como uma bola. Mas, por que isso é tão importante? Porque, é nesse período que as imagens ficam impressas em nossa mente. Elas podem interferir em nossa imaginação e nos acompanham por muito tempo. É a fase em que o conhecimento das palavras aumenta, e o aprendizado dos nomes do corpo também. Eu já aprendo nomes como joelho, pescoço, orelha….e o nome da genitália masculina e feminina. Geralmente, os pais nomeiam corretamente diferentes partes do corpo, mas nessa área, por um constrangimento dos próprios pais, nomes diversos são dados. No caso das meninas, nomes como: barata, aranha, perereca e vassoura aparecem como nomes “alternativos” e para os meninos,: pistola, passarinho, documentos, etc… idem. No caso das meninas, são nomes que sugerem nôjo, mêdo e que assustam. São noções passadas e fixadas nesta mente, na fase do concreto e que leva, mais tarde, a encontrarmos adolescentes e jovens com uma imagem distorcida do funcionamento da genitália. Geralmente, apresentam um desconhecimento dessa parte do corpo. Levam uma sensação de “não se pode chegar perto”, é “nojento” ou “não sei direito como funciona”. Se percebe, nesta faixa de idade, o menino segurando seu pênis, frequentemente, com mêdo de que ele de fato possa “sair voando”. A tentativa de disciplinar o filho com esta atitude, ou “mania”, é frequente. Mas os pais ignoram que este comportamento é causado por eles mesmos. Ou, eles se assustam quando vêm o pai preocupado com seus “documentos” que sumiram.
Como é uma fase onde eu já começo a perceber o OUTRO,  já diferencio a expressão de raiva ou de contentamento nos pais. Por isso, não se deve permitir que a criança permaneça no quarto dos pais e presencie a relação sexual, principalmente porque é vista como uma agressão, e não como um ato amoroso. Geralmente, é percebido como uma atitude de agressão do pai, em relação, à mãe.
Como não há pensamento lógico nessa fase, é comum no supermercado eu segurar um pacote de balas, por exemplo, e não querer largá-lo na saída, no caixa. A Mamãe se desespera, neste momento, interpretando tal atitude como rebeldia. Mas para a criança não existe a conclusão de que, poderá receber depois o pacote de balas. É necessário explicar, e levá-la a observar o processo do caixa, para que ela entenda. Pois ela percebe somente o que vê.
Para entender como o OUTRO se comporta, eu faço brincadeira de vestir a roupa da mãe, usar seus sapatos, pois assim vestida como a mãe, ela É a mãe. Então, poderá entender como ela, sua mãe, se comporta. As brincadeiras de pai, mãe, médico, etc… acontecem de maneiras repetidas. Quanto mais ela repetir e fizer esse exercício, mais ela aprenderá o comportamento do OUTRO.
É a fase também do Comportamento Aprendido. Se eu machuquei a mão e recebi um carinho, uma atenção maior, eu irá repetirei tal fato. Direi que estou com a mão machucada, para novamente receber o mesma atenção (Muitos pais repreendem os filhos, neste momento, imaginando se tratar de uma mentira. Não há nesta fase a consciência do saber enganar o outro. Da mesma maneira que, quando você a proíbe de comer algo e se ausenta. Ela come e como não conclui, não entende como a sua mãe sabe que foi ela que comeu. Também não se trata de “mentiras”. Quando fala sobre monstros, ou conta histórias fantasiosas em excesso. É uma fase de grande imaginação criativa).
Como todos meninos tenho mais atividade cerebral do lado direito, preferem os carrinhos, pois lidam melhor com espaço e movimento. Já as meninas, têm os dois lados em atividade e lidam melhor com emoções e linguagem. Enquanto as meninas falam mais, mesmo sozinhas, os meninos já começam a preferir jogos com maior contato físico. (É a fase das mordidas, tapas e dos puxões de cabelo. Este é um comportamento percebido como “agressivo”, no entanto, é perfeitamente normal para esta idade. Isto porque o vocabulário ainda não está desenvolvido e a criança manifesta o que quer através deste comportamento. Em situações assim é suficiente, sempre que ela for bater, segurar a mão dela e dizer: “NÃO PODE; ISSO FAZ DODÓI”) na escolinha um coleguinha me deu uma  dentada na bochecha, passado algum tempo me deu uma mordida nas costas, mas eu nada fiz a não ser chorar.

Antes dos 3 anos, NÃO existe socialização. Ela começa a ser formada a partir de 2 anos e se estabelecendo, por volta dos 3 anos. Exatamente, por isso, que o ideal é que a criança inicie a escola somente por volta dos 3 anos (sem prejuízo algum de aprendizado) e assim mesmo por meio período. Nesse período, é importante que a criança fique com a mãe para que tenha um desenvolvimento emocional saudável e equilibrado. Caso a criança inicie a escola é importantíssimo que a mãe faça o processo de adaptação :
Toda adaptação dever ser FEITA AOS POUCOS.

A adaptação correta e benéfica para a criança começa com a ida dela junto com a mãe que deverá: 
No 1º dia, ficar com ela dentro da sala por 1 hora mesmo que a criança esteja se divertindo. Ela deverá ir embora depois de 1 hora. 
No 2º dia, deverá voltar com a mãe e ficará o mesmo tempo (uma hora). 
No 3º dia, volta com a mãe e fica por 2 horas, 
No 4º dia, 3 horas já com a mãe um pouco afastada da sala, mas visível. 
No 5º dia, o mesmo tempo ou mais, se a criança quiser ficar mais e com a mãe mais distante, talvez no corredor. 
No 6º dia, pelo período total de 4 horas, com a mãe na secretaria, por exemplo, mas indo de vez em quando ver a criança ou se for chamada por ela. 
Nesses dias, caso a criança se canse e queira ir para a casa isto deve ser respeitado.
Caso a criança tenha passado bem esses primeiros dias, a mãe já poderá deixá-la na escola sozinha, dizendo à criança onde estará.
O que acontece, geralmente, em escolas que não têm essa adaptação e supostamente imaginam que a criança irá se adaptar, como ela geralmente para de chorar depois de algum tempo, pois é vencida pelo cansaço, imagina-se que ela está bem.
No entanto, depois de alguns meses, ela começa dar alteração, voltando a chorar e se negando a ir à escola.
Além disso, essa adaptação deve ser feita pela mãe e nunca por algum substituto, como babá, tia, avó, etc…
Mais ainda, se não for feita da maneira acima, provavelmente, a criança apresentará problemas da adaptação mais adiante e tudo terá de começar novamente: nova adaptação…
Em casos, no entanto, onde não haja escola que tenha esse processo de adaptação, a alternativa será:
a) Levar a criança a iniciar a entrada na escolinha somente mais tarde, por volta dos 4 anos;
b) Sempre buscar a criança no horário de saída e nunca se atrasar para que a criança não se sinta mais abandonada, ainda. (Aliás, isso serve para todas as crianças, mesmo as já adaptadas);
c) Compensar a ausência tentando passar o máximo de tempo possível com ela depois da chegada da escola, contando histórias, brincando com seus brinquedos preferidos, etc….
d) Colocá-la para dormir passando algum tempo com ela conversando, cantando, lendo histórias;
e) Evitando passar essa tarefa para o pai, pois nessa idade a criança precisa da presença da mãe.
São diferenças e características fundamentais que ajudam aos pais a terem maior exatidão na conduta com os próprios filhos.

Na escolinha eu não digo nada, mas quando estou fora da escolinha sou muito falador, falo o que ouço dizer, seja palavras bonitas ou feias e conto quem as disse. Daí a importância dos adultos serem mais cuidadosos com o que dizem na minha presença.
Hoje regressei a escolinha, custou muito porque passamos a Páscoa com a família do meu pai eu gostei, mas fiquei um pouquinho triste, queria também passar com o vovô, a Vovó, o bisavô, com a Mani, com o Pati, com o Mumum. Também queria passar com a Miminha, mas para o ano, se Deus quiser eu passarei com eles. a Tia Céu me enviou um bombom gigante (hummm...que gostoso, gosto muito de chocolate, mas a Mamãe vai guardar e depois vai me dando aos pouquinhos, para não fazer mal principalmente aos meus dentinhos):

 

Contendo:
1- jogo
2- Um conjunto de lápis para colorir dentro de um "ovo"
3- Um "coelho" de chocolate
4- Um saco surpresa igual aos dos adultos


 O saco surpresa continha:
1- Um saquinho de "jujuba" de morango feito em casa com um "coelhinho" de chocolate
2- saquinho de amêndoas variadas
3- Uma caixa de bombom formato dominó feito em casa
4- Um saco contendo um mini puzzle com a dica aonde eu poderia ir apanhar o bombom caso eu tivesse ido passar a Páscoa com o Vovô da Mamãe (a Miminha sempre faz uma brincadeira para tornar mais animada, na Pascoa do ano passado fez a caça ao ovo escondido com pegadas do coelho, mas eu ainda era muito pequeno, este ano foi um mini puzzle, como os adultos são mais preguiçosos ela colocou a reposta também, na forma de um "pergaminho" enrolado, para não terem dificuldades, o Mumum e a filha fizeram o puzzle, o Mumum sempre participa animadamente das brincadeiras, assim como a Mamãe e a filha mais velha do Mumum que este ano também não esteve presente.

       






https://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/

domingo, 17 de janeiro de 2016

2º Natal do homenzinho Léo...construção de frases



O Natal é uma festa que eu gosto muito. Este ano passamos com o Bisavô, vovô da Mamãe, o Pati  e a Mani também foram, experimentei a jujuba  (claro que a Mamãe zelosa como é não me deixou comer à vontade, por causa de não prejudicar os meus dentinhos)

 ouvi a mamãe perguntar a Miminha de que era, ela disse ser de Coca-cola, então eu disse "Coca-cola é bom", já construo frases, outra frase, estava com sede, cheguei perto da tia e disse " tia céu áua", no jardim estava vendo um chafariz  e quando passamos no carro eu acenei para ele e disse : chau áua. Estava comendo passas (sem grainha) a Mamãe perguntou o que eu estava comendo, eu respondi logo "pachas", apesar de falar do meu jeito, ela entendeu, porque a Mamãe esforça-se por me entender, a mamãe contou para a Miminha que eu em casa pedi ao Papai na hora de dormir a música da tia Céu ("para ser feliz é preciso crer neste céu azul na imensidão..." nesta idade eu conheço poucas palavras e as que conheço falo do meu jeito e a Mamãe sempre me mostra como é o correto, está sempre me estimulando:


Crianças pequenas podem não conhecer muitas palavras, e quando falam pode ser difícil entendê-las, mas elas adoram falar. Mas como se conversa com uma criancinha que fala só umas cinco ou dez palavras? As possibilidades são infinitas. 

Você pode falar sobre qualquer coisa, engraçada ou séria; recitar um poeminha várias vezes, ou apontar para objetos e dizer o nome deles. Logo ela estará batendo o maior papo. Aqui estão algumas dicas para fazer seu filho falar: 
Deixe-o ler para você
Depois de ler Os Três Porquinhos pela centésima vez, não fique surpresa se seu filho tiver decorado toda a história. Está aí uma chance de fazê-lo virar o contador da história. Vá lendo a historinha -- ou qualquer outra de suas favoritas -- e pare no meio, para deixá-lo completar a frase. 
Inclua-o nas conversas em família
Crianças pequenas escutam muito e também podem falar muito. Ou seja, não pense que ela não está prestando atenção ao papo dos adultos. Seu filho entende mais do que você imagina. 
Se vocês estiverem tentando decidir a cor nova da parede da sala, por exemplo, envolva seu filho na conversa. Pergunte que cor ele gostaria de ver nas paredes ou na porta. Mesmo que você não opte pela escolha dele, será bom para ele dizer a opinião. 
O mesmo vale para as coisas simples do dia-a-dia, como decidir qual será o almoço, ou o passeio do fim de semana. 
O grau de compreensão das crianças é surpreendente, mesmo quando ela parece não estar prestando atenção na conversa dos adultos. Então, não subestime seu filho e considere-o capaz de participar de papos sobre assuntos, até os aparentemente complicados. 
Brinque com as palavras
Falar é bem mais divertido quando vira brincadeira. Para os pequeninos, experimente conversas simples. Por exemplo, quando estiver em um lugar novo -- uma lanchonete, uma lojinha --, aponte para um objeto e pergunte o que é. 
Comece com coisas que você sabe que ele já conhece, como um biscoito ou um gato, e de vez em quando introduza uma palavra nova. Se ele não souber o que é um determinado objeto, cochiche a reposta e deixe-o falar bem alto. Não se esqueça de explicar o que é esse objeto e como ele funciona. No caso de um guarda-chuva, por exemplo, você pode dizer: "Isso é um guarda-chuva. A gente usa para não ficar molhado quando chove". 
Crianças mais velhas vão gostar de brincadeiras um pouco mais complexas. Experimente contar uma história e, quando ela começar a ficar mais envolvente, pergunte à criança o que ela acha que vai acontecer em seguida. Se seu filho ainda não fala tanto, ajude-o com algumas perguntas, como: "Você acha que o cachorrinho fugiu?", "Para onde você acha que ele foi?", ou "Quem veio com ele?". 
Essa técnica funciona bem também quando vocês estão assistindo a algum filme ou desenho animado na TV. 
Deixe-o falar no telefone 
A maioria das crianças é fascinada por telefones antes mesmo de conseguir falar. Aproveite isso para estimular seu filho a falar. Quando amigos e parentes telefonarem, deixe a criança na linha por um tempo, que são boas as chances de ela tentar falar. 

Se seu filho começar a ficar nervoso, é bom interferir e traduzir o que ele está tentando dizer. Peça a quem ligou para fazer algumas perguntas. Ou então estimule seu filho a falar: "Conte para a vovó o que foi que você comeu no almoço", ou "Conte com que brinquedos você se divertiu hoje". 

Relembre o dia
Para uma criança pequena, todo dia é uma aventura. Ir ao supermercado, lavar o carro ou pegar um ônibus podem ser bons temas para conversas. Todas as noites, antes de dormir, incentive seu filho a lembrar como foi o dia. 
Se ele ainda fala só uma ou duas palavras por vez, ajude-o com perguntas mais específicas. Quando, por exemplo, seu filho contar que foi ao parquinho, tente pegar mais detalhes, perguntando com quem ele foi, com quem brincou, qual foi o brinquedo ou brincadeira de que mais gostou. 
Preste atenção para fazer perguntas que façam a criança falar mais do que apenas "sim" ou "não". Em vez de "Foi legal na escola hoje?", pergunte "Qual foi a brincadeira mais legal na escola hoje? E a mais chata?" 
Esse tipo de conversa pode ser especialmente útil para pais cujos filhos ficam na escolinha ou na creche, ou com alguém tomando conta em casa. Mesmo que os professores mandem relatórios diários, conversas assim ajudam você a entender como o seu filho viu as mesmas coisas, mas do ponto de vista dele. 
Filme seu filho
A maioria das crianças adora se mostrar para uma câmera. Experimente e veja como seu filho reage. Algumas crianças nem precisam de muito encorajamento. Se seu filho gosta muito de uma música ou versinho, diga para ele cantar ou declamar. Faça perguntas, no estilo de uma entrevista na TV. Quando ele começar a se distrair, mostre o que já foi filmado. Ao se ver no vídeo, ele pode sentir vontade de fazer mais. 
Um truque é deixá-lo se ver na tela enquanto grava. A criança vai adorar "conversar com o nenê"! 
Eu recebi muitos presentes, graças a Deus,alguns eu abri antes de dormir (um estava na minha cama quando eu cheguei: jogo educativo para aprender as palavras

ainda é cedo, mas daqui há alguns meses já será altura para começar a jogar.  Um carrinho de controle remoto que eu logo apertei no botão e ele foi para debaixo de um móvel) depois a Mamãe me ajudou a pescar o "peixinho com o nome do "amigo secreto" (cada um da família iria pescar o seu "amigo secreto" para troca de presentes, eu tirei o Bisavô) . No dia de Natal fui com o Papai e a Mamãe ver o Menino Jesus (Bisavô e a Tia já lá estavam), quando voltamos eu fui abrir os presentes que o   Padi e a Mani  a Vovó e o Vovô  e os tios me deram (uma tenda com um túnel, uma poltrona urso, outro carro com controle remoto, maior do que o do dia anterior)
depois a Mamãe e o Papai disseram que talvez o Papai Noel deixara um presente na lareira, mamãe recordou uma música que ouvia quando era criança "botei meu sapatinho na janela do quintal Papai Noel me trouxe um presente de Natal...Como é que Papai Noel não se esquece de ninguém, seja rico ou seja pobre um velhinho sempre vem"
e veio mesmo tinha um saco presentes, eu  peguei num e fui entregar a Tia, o outro fui entregar a vovó, já sei o significado do Natal é a partilha, todos ficaram comovidos, emocionados com esse meu gesto, elas me devolveram eu tirei o laço de um e fiquei com ele na mão sem abrir, a Mamãe me ajudou era uma espécie de piano portátil  de madeira com teclas e um pistão, adorei, eu gosto de bater com as coisas, depois abri o outro era uma vara de pescar com os peixinhos e por fim abri o outro, mais um jogo educativo "Quizzy básico Disney"

http://brasil.babycenter.com/a3400446/como-engatar-uma-conversa-com-seu-filho-pequeno#ixzz3iGQAUP2x

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

2 anos do Bebê - um homenzinho!


Hoje faço 2 anos, estou um homenzinho,deixei de parecer um bebê , até bem pouco tempo eu gostava muito de bolas, agora gosto de carros, já ganhei o carro "mecânico" que "fala" inglês e português.
Vou ganhar  também este carro que  também "fala" e corre.

Até aos 2 anos, o meu cérebro  está totalmente formado. Minhas habilidades são muitas: chuto uma bola sem perder o equilíbrio, corro mas não consigo parar de repente, ando de costas, subo e desço escada segurando o corrimão, ando em linha reta, na ponta dos pés e dirijo o velocípede em círculos.
Minha linguagem já está mais elaborada. Com dois aninhos eu já tenho capacidade de compreender cerca de 200 palavras e falo umas 50. Invento palavras para denominar coisas e objetos que tenho contato diário. Mas ainda uso muitos gestos e mímicas para me comunicar, especialmente com outras crianças.
Construo frases com 2 ou 3 palavras, inclusive frases negativas e interrogativas, uso verbos e pronomes.Quando falo de mim, uso a terceira pessoa: “bebê faz bagunça”, “nenê quer bola”. Já sei muito bem o que significa “meu” e emprego essa palavrinha a todo instante, especialmente quando um amiguinho tenta pegar meu brinquedo. Isso mostra a minha noção de propriedade das coisas e meu ciúme, que é uma característica bem marcante nessa fase.
Estou crescido cerca de 90cm e peso cerca de 13kg. Agora deve estar se perguntando "aonde foi parar aquele aquele bebê?  De redondinho e com dobrinhas  uma criança com braços e pernas compridos, com o corpo mais parecido com o de um mini adulto. O ganho de peso é bem menor (cerca de 2 quilos por ano, dependendo, claro, da minha constituição, dieta e herança familiar) e o de altura, maior (por volta de 6 centímetros por ano).
Continue a me oferecer uma dieta variada, rica em grãos integrais, proteínas, frutas e verduras, e com alguma moderação na quantidade de gordura, que ainda é essencial para o desenvolvimento do meu corpo e do cérebro. Caso eu esteja acima do peso, não adote regimes por conta própria, converse com o pediatra sobre a melhor maneira de agir. Não esqueça "as necessidades nutricionais das crianças são diferentes das dos adultos, e é perigoso começar a cortar alimentos sem discutir com o médico primeiro.
Está chegando a hora de largar as fraldas, fisicamente  já estou apto,  mas o momento certo é quando eu consigo:

  •  pôr e tirar a calça, claro que com uma ajudinha,;
  •  ficar três ou quatro horas seco, 
  • Interromper a brincadeira por alguns minutos para fazer "cocô" ou "xixi"
  •  Esconder-me, vou para um cantinho ou dou algum sinal de que quero privacidade nesses momentos Avisar logo de cara quando estou sujo 
  • Imitar outros comportamentos adultos como escovar os dentes ou usar garfos
  • Seguir instruções simples
  •  Estar interessado em saber o que vai fazer no banheiro 
  • Já dar nome para cocô e xixi
Por isso já pode comprar o  "Bourdaloue"(penico, bacio), ou seja o meu"vaso sanitário" e deixar no banheiro. Procure me estimular  a sentar lá uma ou duas vezes ao dia. Não se preocupe se no início eu preferir sentar de fralda mesmo. O objetivo agora é iniciar uma nova rotina e ajudar-me  a me sentir confortável no peniquinho. Não ache que um milagre vai acontecer da noite para o dia.

Estou na fase em que sou grande e sou pequeno!
Um dia  falo todo orgulhoso que já sou "grande" e, minutos depois, faço manha porque quero colo. Esse fenômeno muito típico desta idade é conhecido como regressão e, muitas vezes, indica apenas que a minha memória  está se aperfeiçoando e eu consigo lembrar das coisas boas de quando era bebê. Possoe também simplesmente estar querendo carinho e atenção, especialmente se houve alguma mudança na rotina, como a chegada de um novo bebê em casa ou até uma discussão entre papai e mamãe. Também quando fico tomado demais pelas tentativas de me tornar independentes. Ajude-me  a diminuir tal stress baixando expectativas. Em vez de insistir para que eu arrume tudo sozinho, auxilie na tarefa de guardar roupas e brinquedos.
Eu já tenho alguma noção da diferença entre ser homem e mulher, começo a imitar o comportamento masculino, note que eu copio o jeito do papai andar, peço para usar a camiseta de futebol ou o cinto. Mas posso não o fazer, nesta idade estou apenas experimentando papéis e tentando descobrir que identidade melhor me cai. Não  há necessidade de incentivar um menino a brincar de carrinho ou uma menina a brincar de boneca, se eu tiver escolha vou naturalmente brincar com todo o tipo de objeto e serei beneficiado pela variedade de vivências.
Agora sou "bom de papo", já consigo conversar, faço perguntas e adoro responder às suas. Com a minha crescente noção de individualidade, eu aproveito todas as oportunidades para dizer do que gosto e não gosto. Vou cada vez mais pedir comidas e bebidas específicas e ficar exigente com a "cara" do prato (não pode misturar a comida, por exemplo). É comum também que nesta faixa etária eu note o fim de alguma coisa ("cabô o papá") e entendo o conceito de "mais" ("mais pão").
Provavelmente saberei identificar e falar o nome de dezenas de itens que vejo todos os dias, incluindo os objetos da casa (mesa, cadeira, porta) e os animais comuns na vizinhança (cachorro, gato, passarinho, borboleta), sem contar, claro, as pessoas ao redor.
Ainda uso os sentidos (tato, olfato etc.) para explorar o mundo, mas posso surpreender com observações e comparações sofisticadas, como ao falar que o pêlo do gato é molinho como o cobertor. Talvez já posso identificar cores e contar até 10.
Eu era um verdadeiro anjinho, mas agora pareço estar endiabrado, sabe como é o nome desse fenômeno? "adolescência do bebê", é quando eu me dou conta de que sou um indivíduo e luto para conquistar o meu espaço, gritando, batendo nos outros ou me jogando no chão. Cabe ao papai e a mamãe ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada, em outras palavras estabelecer limites.
Nesta fase é necessário estabelecer limites e gerir a permissividade = DISCIPLINA

O verdadeiro sentido da palavra, disciplina é o conjunto de métodos pelos quais os pais se guiam e ensinam os seus filhos. Usa-se a disciplina para se ensinar o correcto e o errado, para ajudar uma criança a interiorizar o sentido de limites e de comportamentos próprios, mas também para o ajudar a tolerar os atrasos nas gratificações, e desenvolver resistência à frustração. Portanto, disciplina não é castigo.
Ensinar ou tentar desenvolver a disciplina não é tarefa para um dia. É um projecto de longo-termo. Sabemos que as crianças estão constantemente a testar os limites, a paciência e a consistência dos pais na aplicação da disciplina. Isto faz com que os pais estejam sempre a repetir as mesmas questões, vezes e vezes sem conta, até chegarem outras novas questões. No limite, disciplina significa disponibilizar calma e limites consistentes. Claro que não é uma tarefa fácil.
Mas a contra-partida é a de que os nossos filhos acabam por desenvolver auto-controlo, consideração pelos direitos e necessidades dos outros, conseguem gerir o adiamento da gratificação e tolerarem a frustração. O importante da disciplina é a maneira como os pais a aplicam, que deve alterar-se e adaptar-se à medida que os filhos crescem. Os pais que vêm a disciplina como uma forma de mostrar quem manda estão a ir pelo caminho errado. Se uma criança acreditar que a disciplina é uma questão de controlo, ela irá responder com resistência e teimosia.Contudo, haverá sempre alturas, em que não importa quantas vezes os pais tentaram ser razoáveis e equilibrados, que não vão conseguir evitar uma discussão. Às vezes, até parece que é justamente quando o pai está mais cansado que a criança se lhe dirige e insiste particularmente. Ou quando os pais chegaram a casa ao final do dia, ou quando há visitas em casa, ou quando estamos ao telefone, ou até mesmo a meio dum negócio importante. Bater, ou usar a força física, quando estamos irritados vai ensinar à criança para usar a força física para controlar os outros.
Estas expressões de raiva dos pais podem até mesmo minar todos os esforços que os pais tiveram para ensinar os seus filhos a controlarem a sua própria raiva. Criar uma situação de pausa geralmente funciona para drenar alguma excitação duma situação tensa. Esta técnica resulta pondo a criança sentada por um curto intervalo de tempo (talvez um minuto por cada ano de idade que a criança tiver, dependendo também do temperamento de cada uma) num sítio específico tal como uma cadeira, uma escada, num quarto, etc. O importante é esse sítio não ser nem demasiado estimulante nem demasiado fechado. A ideia é que a criança ganhe novamente o controlo do seu temperamento.
Para que estas pausas resultem, não devem ser vistas como um castigo, mas sim como um momento especial para reagrupar ideias e acalmar. Assim, quando a criança já se encontrar estabelecida, sente-se ao lado dela e diga-lhe porque é que interferiu desta forma. Não explique, mas dê ao seu filho uma ideia clara de quais são as suas expectativas relativamente ao seu comportamento. A disciplina não funciona se falar com o seu filho como se fosse uma criança mais velha. À medida que o seu filho for crescendo e se tornando mais ágil na forma como usa a linguagem, pode parecer que percebe mais as coisas do que como, efectivamente, elas são.
E às vezes o que parece ser um olhar desafiador, é uma falta de compreensão do seu filho sobre as coisas. Não procure o controlo absoluto nem a compreensão absoluta das coisas. Nestas idades, na maior parte das vezes, o seu filho só fará as coisas como os pais querem se de facto lhes apetecer, ou se tiverem curiosidade sobre uma determinada coisa, ou se naquele momento não sentirem necessidade de afirmar independência. Muitas das vezes, ensinar disciplina pode ser um conjunto de pequenas e delicadas negociações, mais do que “bater com o pé”.
Por outro lado, há outros problemas que podem ser geridos, simplesmente, evitando-os. Se não quiser que o seu filho apanhe ou toque em determinados objectos, simplesmente tire-os do seu alcance. Se não quer que o seu filho ande a mexer em mercearias, ou nas bebidas alcoólicas lá de casa, tire-as do sítio e coloque-as onde saiba que o seu filho não lhes consegue pegar. As distracções ou as substituições geralmente resultam como forma de circunscrever confrontações.
Por exemplo, o seu filho quer pegar na sua caneca da Companhia das Indias: procure arranjar logo uma alternativa dando-lhe a caneca que tem o ursinho, ou então se aparecer a clássica birra, tire-o de cena e leve-o para a sala, ou para outro quarto e comece com uma nova brincadeira. Outro exemplo, o seu filho quer brincar com as pinturas de maquilhagem da mãe, pois bem sente-se no chão com ele mas façam pinturas com os lápis de cera, ou guaches ou canetas, etc., etc.. As refeições não são provavelmente as melhores alturas para a disciplina do seu filho ou para mostrar autoridade.
Discutir acerca da comida que o seu filho come, ou a maneira de como ele se comporta à mesa vai fazer com que perca o gosto pelas refeições em família ou num restaurante. Discussões à volta da alimentação vão ensinar ao seu filho que a comida oferece uma maneira garantida de ter atenção. Para além disto, pode contribuir para questões relacionadas com problemas do comportamento alimentar no futuro. Nunca é boa ideia usar comida como recompensa, como castigo, como negociação, etc.
A comida deve estar sempre relacionada com alimentação, ou com o estar com outras pessoas, mas nunca relacionada com controlo ou com disciplina. São os pais que ensinam os comportamentos aos seus filhos servindo-lhes como exemplo. O seu filho aprenderá a auto-disciplina e respeito pelos outros pela observação e experiência que tem sobre a maneira como é tratado, e de como os pais interagem com os outros. 
A adolescência do bebê, primeira adolescência ou o famoso “terrible twos” é a fase em que eu passo a me comportar de modo opositivo às solicitações do papai e da mamãe. De repente, eu que outrora era tida como obediente e tranquilo passo a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bato, debato-me, atiro o que estiver à mão e choramingo cada vez que solicito algo. Digo não para tudo, resisto em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões do papai e da mamãe, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atendo aos pedidos e pareço ser sempre do contra.
A causa para esse período é simplesmente o me próprio desenvolvimento natural. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para mim. Até então,eu seguia os modelos e as decisões do papai e da mamãe. Gradualmente, eu passo a me perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por mim. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos do papai e da mamãe. Não é exatamente uma ação consciente , mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de mim como um ser independente do papai e da mamãe. No entanto, ao mesmo tempo em que  eu quero tomar minhas decisões, ainda tenho muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tenho maturidade suficiente. Eu discordo até de mim mesmo! Se me pergunta o que eu quero comer, naturalmente eu responderei: “Macarrão”. Mas, quando chega com o prato de comida, eu digo: “Eu não quero isso!” Suponha que está com pressa para ir a algum lugar. Eu estou de ótimo humor até  dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Eu farei tudo, menos atender a sua solicitação. É uma fase difícil para o papai, mamãe e também para mim. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que eu busco essa identidade, eu não quero desagradar meus pais — por mais que isso não pareça possível.
Como agir quando eu me jogar no chão e gritar em um lugar público, como o supermercado ou o shopping? Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse comigo e me contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que eu aja, o que eu poderei pegar para si etc. Se for a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vamos, como espera que eu me comporte e as consequências para o meu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-me de que só vai conversar depois que eu me acalmar. Opte por disciplinar-me após a birra, que é o momento em que eu estou colocando para fora minha frustração e meu descontentamento. Após eu parar de fazer a birra,  abaixe-se para conversar. É sempre muito importante que eu compreenda o que fiz e o porquê da sua ação. Evite dar broncas e repreender-me na frente de outras pessoas para que eu não me sinta constrangido e não se sinta também. Uma dica para mudar o foco da birra é chamar a minha atenção para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e estiver se sentindo constrangida, tire-me do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.
O que fazer quando eu bato nas pessoas quando sou contrariado? Esse “bater” normalmente é a expressão do meu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que  assim como os adultos, também fico bravo, triste, frustrado e chateado — isso é natural do ser humano. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o meu desenvolvimento emocional e psicológico, o papai e a mamãe devem parar de tentar poupar-me de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que eu consiga lidar com eles. Eu  não nasci sabendo lidar com meus sentimentos, eu testo minhas ações e vou construindo meus modos de agir.
Quando eu bater em alguém, imediatamente devo ser contido e, em seguida, devem abaixar-se na minha altura, olhar fixo em meus olhos e com voz firme conversar que entendem que eu esteja bravo, mas que minha atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para mim, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se eu repetir o comportamento desaprovado,  deverá cumprir o que falou.
 E  se eu bater com a cabeça na parede ou fizer coisas para me machucar porque ouvi um “não”? Em geral,  esse tipo de auto-agressão é  mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, o papai e a mamãe devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter essa ação sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada em baixo da minha cabeça e sair de perto, ou me tire do local onde estou sem conversar e coloque-me num ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a auto-agressão, vou buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade desse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais. Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.
Essa é uma passagem importante, pois na idade de 2 anos a criança desconecta o EU do OUTRO. Antes dos 2 anos, a criança não tem noção exata de quem ela é. Por isso, se olha no espelho e não se identifica na própria imagem. Não sabe que é ela mesma que está vendo. Aos 2 anos essa diferenciação já acontece e ela consegue “controlar” a imagem no espelho.
Nesta fase a criança possui apenas o raciocínio concreto.O abstrato ainda não está formado. Exatamente por isso, que os pais devem cuidar da linguagem que usam. Se você diz “Preciso voar daqui, agora!” ela entende literalmente o que você diz. Ou, “Você parece uma bola de tão gordinho” , faz a criança se imaginar como uma bola. Mas, por que isso é tão importante? Porque, é nesse período que as imagens ficam impressas em nossa mente. Elas podem interferir em nossa imaginação e nos acompanham por muito tempo. É a fase em que o conhecimento das palavras aumenta, e o aprendizado dos nomes do corpo também. A criança já aprende nomes como joelho, pescoço, orelha….e o nome da genitália masculina e feminina. Geralmente, os pais nomeiam corretamente diferentes partes do corpo, mas nessa área, por um constrangimento dos próprios pais, nomes diversos são dados. No caso das meninas, nomes como: barata, aranha, perereca e vassoura aparecem como nomes “alternativos” e para os meninos,: pistola, passarinho, documentos, etc… idem. No caso das meninas, são nomes que sugerem nojomedo e que assustam. São noções passadas e fixadas nesta mente, na fase do concreto e que leva, mais tarde, a encontrarmos adolescentes e jovens com uma imagem distorcida do funcionamento da genitália. Geralmente, apresentam um desconhecimento dessa parte do corpo. Levam uma sensação de “não se pode chegar perto”, é “nojento” ou “não sei direito como funciona”. Se percebe, nesta faixa de idade, o menino segurando seu pênis, frequentemente, com medo de que ele de fato possa “sair voando”. A tentativa de disciplinar o filho com esta atitude, ou “mania”, é frequente. Mas os pais ignoram que este comportamento é causado por eles mesmos. Ou, eles se assustam quando vêm o pai preocupado com seus “documentos” que sumiram.
Como é uma fase onde a criança já começa a perceber o OUTRO, ela já diferencia a expressão de raiva ou de contentamento nos pais. Por isso, não se deve permitir que a criança permaneça no quarto dos pais e presencie a relação sexual, principalmente porque é vista como uma agressão, e não como um ato amoroso. Geralmente, é percebido como uma atitude de agressão do pai, em relação, à mãe.
Como não há pensamento lógico nessa fase, é comum no supermercado a criança segurar um pacote de balas, por exemplo, e não querer largá-lo na saída, no caixa. A mão se desespera, neste momento, interpretando tal atitude como rebeldia. Mas para a criança não existe a conclusão de que, poderá receber depois o pacote de balas. É necessário explicar, e levá-la a observar o processo do caixa, para que ela entenda. Pois ela percebe somente o que vê.
Para entender como o OUTRO se comporta, a criança faz a brincadeira de vestir a roupa da mãe, usar seus sapatos, pois assim vestida como a mãe, ela É a mãe. Então, poderá entender como ela, sua mãe, se comporta. As brincadeiras de pai, mãe, médico, etc… acontecem de maneiras repetidas. Quanto mais ela repetir e fizer esse exercício, mais ela aprenderá o comportamento do OUTRO. É a fase também do Comportamento Aprendido. Se ela machucou a mão e recebeu um carinho, uma atenção maior, ela irá repetir tal fato. Dirá que está com a mão machucada, para novamente receber o mesma atenção. Muitos pais repreendem os filhos, neste momento, imaginando se tratar de uma mentira. Não há nesta fase a consciência do saber enganar o outro. Da mesma maneira que, quando você a proíbe de comer algo e se ausenta. Ela come e como não conclui, não entende como a sua mãe sabe que foi ela que comeu. Também não se trata de “mentiras”. Quando fala sobre monstros, ou conta histórias fantasiosas em excesso. É uma fase de grande imaginação criativa.Como os meninos têm mais atividade cerebral do lado direito, preferem os carrinhos, pois lidam melhor com espaço e movimento. Já as meninas, têm os dois lados em atividade e lidam melhor com emoções e linguagem. Enquanto as meninas falam mais, mesmo sozinhas, os meninos já começam a preferir jogos com maior contato físico. É a fase das mordidas, tapas e dos puxões de cabelo. 
Este é um comportamento percebido como “agressivo”, no entanto, é perfeitamente normal para esta idade. Isto porque o vocabulário ainda não está desenvolvido e a criança manifesta o que quer através deste comportamento. Em situações assim é suficiente, sempre que ela for bater, segurar a mão dela e dizer: “NÃO PODE; ISSO FAZ DODÓI”.
Antes dos 3 anos, NÃO existe socialização. Ela começa a ser formada a partir de 2 anos e se estabelecendo, por volta dos 3 anos. Exatamente, por isso, que o ideal é que a criança inicie a escola somente por volta dos 3 anos (sem prejuízo algum de aprendizado) e assim mesmo por meio período. Nesse período, é importante que a criança fique com a mãe para que tenha um desenvolvimento emocional saudável e equilibrado. Caso a criança inicie a escola é importantíssimo que a mãe faça o processo de adaptaç/ão por completo. São diferenças e características fundamentais que ajudam aos pais a terem maior exatidão na conduta com os próprios filhos.
http://www.desenvolvimentodobebe.com.br/o-que-um-bebe-de-dois-anos-consegue-fazer/
http://brasil.babycenter.com/a3400533/a-crian%25C3%25A7a-de-2-anos#ixzz3ZfzwjIz
http://bebe.abril.com.br/materia/a-terrivel-crise-dos-2-anos
https://artigosdepsicologia.wordpress.com/200903/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/