terça-feira, 14 de janeiro de 2014

5º Mês do Bebê

Léo 
& 
Madrinha do Léo

Hoje completo 5 meses de vida e a minha Madrinha comemora mais um aniversário, ela, o vovô, a vovó vão me levar, passamos para apanhar a Madrinha da Madrinha (que trará um bolo feito sob encomenda , especialmente para a minha Madrinha, que é única, é um bolo único,criado para ela, embora confeccionado na pastelaria, se eu já comesse também seria para mim) para almoçarmos todos juntos (já não será tão divertido porque era para irmos a  um  restaurante do lado do trabalho da mamãe, mas a mamãe não pode ir,  nem vai almoçar direito, vai comer qualquer coisa no trabalho para poder sair mais cedo e me levar ao Pediatra, a Madrinha também vai depois de deixar a Madrinha dela na estação. 

Eu já levanto os braços para ser tirado do berço ou para ir para o colo de quem desejo, reajo quando alguém quer tirar meu brinquedo, reconheço as expressões de medo, desagrado, zanga e demonstro também meus sentimentos pelas expressões faciais.
No quinto mês acorre uma grande alteração no meu comportamento, revelando mais claramente como será meu temperamento.
Peso cerca de 6950 g e meço cerca de 63 cm e tenho cerca de 42 cm de perímetro cefálico (se fosse uma menina teria cerca de 6700 g cerca de 62 cm de comprimento e 41 cm de perímetro cefálico)
Em geral, os bebês nessa fase do desenvolvimento mantêm um padrão de aumento de peso de 600g por mês.
Durmo cerca de 7 a 8 horas por noite sem acordar (Um conselho que pode ser útil é manter o bebê desperto por mais tempo durante o dia para que ele consiga dormir melhor no período da noite. Crie uma rotina, por exemplo, colocando o bebê para dormir às dez da noite).
Já começo a aperfeiçoar a linguagem e uso as vogais A, E, U e as consoantes D e B. Vocalizo para mim mesmo me ouvir ou para os meus brinquedos.
Alguns bebês rejeitam as pessoas que eles não estão acostumados a ver,  começo a perceber o meu próprio nome, respondendo quando me chamam.
Já consigo rolar de um lado para o outro e se apoiar nas mãos, levanto a cabeça e os ombros. Gosto e exijo maior atividade, tento me arrastar e gosto de brincar com os chocalhos e, além de segurar os objetos, também sou capaz de trocá-los de mão.
Grito por companhia reclamando a presença de pessoas conhecidas e balbucio para interromper a conversa dos outros e chamar atenção para mim. É aos cinco meses que eu, agora com uma coordenação melhorada, uso a língua para experimentar os objetos, levando à boca todas as coisas que estiverem ao meu alcance. Nesta fase  gosto de colocar os pés na boca e chupar o dedo do pé.
Uma dica para brincarmos e ao mesmo tempo para eu ir me desenvolvendo :
Cubra uma lanterna com um pedaço de plástico colorido e acenda-a fazendo com ela movimentos na parede. Ao mesmo tempo que ele se diverte seguindo a luz vermelha, verde ou azul converse com o bebê sobre as características da luz (bonita, brilhante, divertida...).O bebê vai seguir o percurso da luz e, ao mesmo tempo, estabelecer ligações importantes no cérebro ativando a visão e neurônios relacionados aos movimentos.
Uma alternativa à lanterna são cartões coloridos feitos com cartolina ou mesmo pintados à mão. O bebê tem nesta fase um interesse especial pelas cores que faz parte dos desenvolvimento da sua inteligência.
A alimentação do bebê com 5 meses deve ser feita exclusivamente com leite materno (até os 6 meses, preferencialmente). Quando se alimenta o bebê com leite em pó, pode-se manter o aleitamento artificial até os 6 meses, porém deve-se oferecer água entre as mamadas, especialmente em tempos secos e no verão.
Sob indicação do nutricionista e pediatra, existe a possibilidade de começar nesta fase a diversificação alimentar, este é o meu caso, já comecei a comer a papinha de fruta, gosto muito, aliás sou um "bom garfo (colher)" a Miminha me deu de presente um conjunto de colheres, pratinho e babetes descartáveis para que nada atrapalhe esse momento gostoso.



http://www.tuasaude.com/bebe-com-5-meses/

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Diversificação alimentar do Bebê


A alimentação do bebê começa com o aleitamento materno que deve ser até 4 a 6 meses porque  entre os inúmeros benefícios do aleitamento materno, destacam-se os seguintes:
  • O leite materno é o alimento mais adaptado às características digestivas e metabólicas do bebé, pois contém todos os nutrimentos necessários (proteínas, gorduras, hidratos de carbono, minerais e vitaminas), nas proporções correctas para o crescimento humano.
  • A composição do leite ajusta-se, ao longo do tempo, às necessidades do bebé. É interessante o facto do bebé ser capaz de reconhecer as diferenças dessa composição, decidindo em que altura deve parar de mamar de um peito, para recomeçar no outro.
  • O leite materno protege o bebé da maioria das alergias alimentares e infecções gastrointestinais respiratórias e urinárias.
  • O bebé alimentado ao peito tem menor probabilidade de vir a ter excesso de peso, diabetes e cárie dentária. Além disso, a sucção no peito materno desenvolve um maxilar mais saudável com melhor musculatura da boca que irá favorecer o desenvolvimento da linguagem.
  • A aceitação dos novos alimentos é mais fácil quando o bebé é amamentado.
  • O acto de amamentar promove o estabelecimento de uma ligação emocional forte e precoce entre o bebé e a mãe. Esta relação é determinante de um melhor desenvolvimento global da criança.
  • Na mulher que amamenta, o útero volta mais rapidamente ao tamanho normal, o tempo de hemorragia (perda de sangue) é mais reduzido e o peso regressa mais facilmente ao peso anterior à gravidez.
  • Amamentar contribui para uma maior remineralização dos ossos da mãe.
  • A mulher que amamenta tem menor probabilidade de desenvolver cancro da mama e do ovário.
  • O leite materno já está preparado. Encontra-se sempre pronto a servir, à temperatura certa e não se estraga, sendo mais seguro do ponto de vista dos cuidados de higiene alimentar.
  • O aleitamento materno é vantajoso para toda a família, designadamente por ser mais económico.
Depois do leite materno começa a diversificação que consiste na passagem de uma alimentação exclusivamente de leite, para uma alimentação semi-sólida e, posteriormente, sólida. 
Esta diversificação alimentar deverá ter início entre os 4 e os 6 meses, altura em que o bebê começa a ter capacidade para mastigar, deglutir e digerir outros alimentos além do leite. Por outro lado, a experiência com novos alimentos desenvolve o gosto por novos sabores. Não existem normas rígidas para a ordem com que os alimentos são introduzidos na diversificação alimentar, dependendo esta decisão dos pais e do profissional de saúde que acompanha o bebê.
A diversificação alimentar do bebê é a primeira e talvez a mais importante oportunidade para iniciar a formação de bons hábitos alimentares na criança. Neste sentido, são regras de ouro para a diversificação alimentar do bebê:

  •  Inicie a diversificação alimentar do bebê, ou seja, a oferta de novos alimentos para além do leite por volta dos 6 meses;
  • Não dê ao bebê alimentos ou bebidas doces. O bebê deve aprender a apreciar os paladares naturais dos alimentos e a água para matar a sede;
  • Não utilize sal na alimentação do bebê;
  • Procure apresentar ao bebê uma grande variedade de alimentos saudáveis até aos 12 meses;
  • Tenha persistência. Por vezes é preciso insistir até 15 vezes para que um novo alimento seja aceite;
  • Deixe que a criança veja, cheire e toque nos alimentos;
  • Incentive o bebê a provar os alimentos mas nunca o obrigue a comer e nem ofereça nada em troca;
  • Aprenda a reconhecer e respeite os sinais de fome e saciedade do bebê;
  • Faça das refeições momentos agradáveis de convívio. Assim será mais fácil para a criança apreciar os alimentos e a hora das refeições;
  • Seja um bom exemplo para incentivar uma alimentação saudável. A diversificação alimentar, ou seja, a oferta de novos alimentos para além do leite, representa para os pais uma etapa importante no desenvolvimento do seu bebê. Para uns é um período extremamente gratificante e motivo de muito entusiasmo; no entanto, para outros, pode ser motivo de angústias, frustrações e preocupações.
  • Cuidados gerais na introdução dos novos alimentos
    • Os “novos” alimentos devem ser administrados com a colher, visto que um dos objectivos da alimentação diversificada é estimular a mastigação. É natural que, de início, o bebé tenha o reflexo de extrusão da língua (projectar a língua para fora) e cuspa, levando muitas vezes os pais a interpretar, erradamente, esse reflexo como uma rejeição ao novo alimento.
    Nos primeiros dias, deve-se optar por uma consistência parecida à do leite e espessar, gradualmente, a consistência do puré ou papa, de forma a haver uma adaptação do bebé aos novos alimentos.
    • O ideal é existir um intervalo de 3 a 6 dias, entre a introdução de dois novos alimentos, para que a criança aprenda o sabor de cada alimento e se possam despistar possíveis problemas alérgicos.

De facto, esta é uma etapa muito importante no desenvolvimento do bebê. Mais do que aquilo que muitos pais possam imaginar. A diversificação alimentar do bebê é talvez a mais importante oportunidade para iniciar a formação de bons hábitos alimentares na criança. 
Aquilo que a criança come nesta fase e as experiências que tem com os alimentos influenciam as suas preferências e hábitos alimentares durante a infância e até mesmo mais tarde, na vida adulta.
O cumprimento rigoroso do plano de introdução gradual dos alimentos em cada etapa do desenvolvimento do bebê é essencial para facilitar o diagnóstico de algumas alergias alimentares e evitar o aparecimento de alergias e outros problemas de saúde. Os pais devem estar atentos às instruções que recebem dos profissionais de saúde que acompanham o seu bebê.
Além disso, 10 medidas podem contribuir bastante para que esta etapa decorra bem e para que o seu bebé se transforme num verdadeiro apreciador de uma alimentação saudável! Confira:
1- Iniciar a diversificação alimentar do bebé o mais próximo possível dos 6 meses e nunca antes dos 4 meses. 
É por volta dos 6 meses de vida que o organismo do bebê está mais maduro e preparado para a diversificação alimentar. O bebê já é capaz de se sentar com apoio, manter a cabeça erguida, levar os alimentos com as mãos à boca e, acima de tudo, já consegue engolir os alimentos semi-sólidos. O seu aparelho digestivo já é capaz de digerir outros alimentos que não o leite e de eliminar o excesso de alguns nutrientes que uma alimentação mais diversificada pode conter. Iniciar a diversificação alimentar antes do tempo pode ter consequências para a saúde da criança. É o caso da obesidade, que é mais comum em crianças que iniciaram a diversificação alimentar antes dos 4 meses. Além disso, o facto de ainda não estar preparado para receber outros alimentos pode fazer com que o bebé rejeite energicamente a alimentação à colher. Esta rejeição repetida cria um sentimento de ansiedade e frustração da parte dos pais e do próprio bebê, e pode ter consequências negativas na formação dos hábitos alimentares da criança. Assim, o melhor é esperar até aos 6 meses de vida para iniciar a diversificação alimentar. Entretanto, como cada caso é um caso, todas as dúvidas e situações devem ser conversadas com o médico que acompanha o bebê e que saberá dar as devidas orientações.
2- Evitar dar ao bebê sumos ou bebidas adocicadas.
Os bebês já nascem com a preferência pelo paladar doce e esta preferência deve ser contrariada e não incentivada. Um dos erros mais cometidos durante a diversificação alimentar é a oferta de sumos e chás desde muito cedo. Muitos bebês habituados desde cedo aos sumos de fruta, mesmo que naturais e sem açúcar, acabam por rejeitar a água e querer sempre sumo. Com o passar do tempo é de se esperar que estas crianças tenham preferência por sumos e bebidas açucaradas, cujo consumo excessivo contribui para a obesidade infantil.
A água deve ser a bebida de eleição para satisfazer a sede.
3- Não utilizar sal nem açúcar na alimentação do bebê.
Os bebês já apreciam naturalmente o paladar doce e o salgado e devem aprender a apreciar os paladares naturais dos alimentos.
Além disso, o açúcar favorece o excesso de peso e o aparecimento de cáries dentárias e a utilização de sal na alimentação durante o primeiro ano de vida tem sido associada à tensão alta na vida adulta.
Os pais e outros cuidadores habituados aos alimentos doces ou salgados podem ter dificuldade em oferecer alimentos aparentemente “insossos”. Mas o paladar educa-se e para o bebê, que não conhece o sal nem o açúcar, é muito mais fácil apreciar os alimentos na sua forma natural.
4- Procurar apresentar ao bebê uma grande variedade de alimentos saudáveis até aos 12 meses.
Por volta dos 12 a 15 meses, é comum as crianças manifestarem a chamada “neofobia”, que é a aversão a novos alimentos. Os pais devem procurar familiarizar o bebê com uma grande variedade de alimentos saudáveis antes que esta situação se manifeste. Desta forma será mais fácil que a criança continue a ter uma alimentação saudável e variada na altura em que também pode começar a partilhar da alimentação da família.
5- Ter persistência. Por vezes é preciso oferecer um alimento 10 ou mais vezes, em momentos diferentes, para que a criança passe a aceitá-lo.
O paladar educa-se e é comum que as crianças necessitem provar um alimento várias vezes antes de o aceitar. Cuspir os alimentos e fazer caretas é natural durante as primeiras refeições em que a criança ainda está a aprender a comer à colher, e nem sempre é sinal de que o bebê não gosta do alimento. Os pais, que muitas vezes se deixam influenciar por estas situações ou pelas suas próprias preferências e aversão, acabam por desistir de oferecer ao bebê determinados alimentos, principalmente alguns vegetais. Se deixarem passar esta oportunidade, mais tarde será muito mais difícil essa aceitação.
Também é comum que alguns alimentos sejam rejeitados pela criança quando estão doentes ou mesmo após uma doença. Pode ser necessário habituar o bebê a estes alimentos novamente.
6- Deixar que o bebê veja, cheire e toque nos alimentos e participe de forma activa nas refeições.
A preferência por determinados alimentos não é apenas uma questão de gosto. O bebê é também influenciado por aquilo que vê e pelo cheiro e textura que sente. Permitir ao bebê que veja, cheire e toque nos alimentos e participe de uma forma mais activa nas refeições, com a sua própria colher, vai ajudá-lo a apreciar os alimentos e as refeições e a sentir-se mais auto-confiante.
7- Incentivar o bebê a provar os alimentos mas nunca pressioná-lo a comer.
Pressionar o bebê a comer determinados alimentos, seja com distracções, seja com raspanetes, ou oferecendo algo em troca, como bolachas e outros alimentos mais desejados, é uma estratégia que só funciona naquele momento. Na verdade, este tipo de atitude aumenta a rejeição da criança pelo alimento que foi pressionada a comer e aumenta o desejo pelo alimento que recebeu em troca, normalmente menos saudável.
8- Reconhecer e respeitar os sinais de fome e saciedade do bebê.
Os bebês nascem com capacidade de regular aquilo que devem consumir de acordo com as suas necessidades. Ao pressionar os bebés para que comam mais um pouco ou até mesmo “limpem o prato”os pais e outros cuidadores estão a contribuir perturbar esta capacidade de auto-regulação.
Numa altura em que as crianças estão constantemente expostas a alimentos e guloseimas, reforçar a capacidade de parar de comer quando estão satisfeitas é muito importante para a prevenção da obesidade infantil.
Os bebês demonstram de diversas formas que estão satisfeitos. São sinais de saciedade comuns nesta fase: virar a cara ou afastar-se da colher, cuspir a comida, ou distrair-se da refeição e dos alimentos.
9- Fazer das refeições momentos organizados e agradáveis de convívio, sem distracções como a televisão.
Os bebês devem ser habituados a comer à hora das refeições. Refeições organizadas e os bebês sentados à mesa são regras importantes. Mas, para que os bebês aprendam a gostar dos alimentos e das refeições, as refeições devem ser momentos agradáveis e desejados, nos quais têm a atenção dos pais e participam activamente. Assim, as refeições são oportunidades de convívio e não apenas a hora de comer.
Os pais devem estar sentados com o bebê, de preferência de frente, de forma a verem-se olhos nos olhos, conversar com o bebê e perceber os seus sinais, num ambiente tranquilo, sem distracções como brinquedos e a televisão. O incentivo para que o bebê experimente novos alimentos e comece, a pouco e pouco, a comer sozinho é também muito importante. Sem se esquecer que cada bebê tem o seu próprio ritmo e as pressões e os raspanetes são desaconselhados.
10 -Não oferecer alimentos como gratificação por bom comportamento, para confortar o bebê, ou para conseguir que o bebé faça algo em troca.
A alimentação e os alimentos estão culturalmente ligados ao afecto. Alimentar a criança para que ela cresça forte e saudável é uma das maiores missões dos pais. No entanto, diante do grande aumento do número de casos de obesidade, é necessário ter o cuidado para que a criança não aprenda desde muito pequenina a comer por diversos motivos que não a fome.
Em primeiro lugar, os alimentos, recebidos como gratificação por bom comportamento ou como conforto em momentos de dor, tristeza ou irritação são normalmente guloseimas e ganham um valor especial e tornam-se muitas vezes os preferidos da criança. Para além disso, este tipo de atitude pode ainda contribuir para que a criança se habitue a comer por motivos emocionais.
Por fim, o que os pais fazem é para a criança o exemplo a copiar. Os pais e outros cuidadores têm de ser um bom modelo para incentivar hábitos saudáveis.
http://hmsportugal.wordpress.com/2011/12/16/regras-de-ouro-da-diversificacao-alimentar/

Esquema de diversificação alimentar

Purê de Legumes
O puré de legumes pode ser o primeiro alimento a ser introduzido, em especial nos casos em que a criança apresenta excesso de peso.
Não existem regras rígidas na introdução dos ingredientes nem na forma de preparação do puré. No entanto, há que ter em conta algumas considerações quanto à introdução do puré de legumes:
- O puré de legumes deve ser simples e, inicialmente, pouco consistente, feito com dois a três alimentos, nomeadamente, o arroz ou a batata e a cenoura, juntando-se depois, com intervalos de 3 a 6 dias, outros legumes como a alface, a abóbora (amarela e verde), o feijão verde, a acelga, a pimpinela, os brócolos, a salsa. Posteriormente, vamos espessando a consistência do puré e introduzindo outros legumes, à medida que a criança tem melhor capacidade digestiva. Para temperar o puré, utilize uma colher de chá de azeite em cru (depois de pronto).
Por vezes, o bebê pode esboçar comportamentos de rejeição ao primeiro alimento, introduzido após o leite. Perante esta situação, algumas mães têm tendência a condimentar o puré com sal ou com açúcar, condimentos que não devem fazer parte da alimentação do bebê, antes dos 12 meses de idade, uma vez que os alimentos em natureza satisfazem as necessidades.
Farinhas de cereais
Algumas crianças podem iniciar a diversificação alimentar com as farinhas de cereais. 
Existem várias farinhas de cereais à venda, umas com leite, chamadas farinhas lácteas e outras que não têm leite na sua composição, denominadas apenas farinhas ou farinhas não lácteas. As farinhas lácteas devem ser preparadas com água fervida (pois já têm leite na sua composição), enquanto que as farinhas não lácteas devem ser preparadas com o leite que o bebé habitualmente toma. As farinhas lácteas e as não lácteas podem ou não conter glúten. Antes do 6º mês, o bebé deve consumir farinhas sem glúten.
Na preparação das farinhas, deve respeitar as indicações do fabricante e fazer a diluição correcta, ou seja, nem diluir nem concentrar em demasia, porque poderá provocar alterações gastrointestinais.
Frutas
A fruta é habitualmente introduzida entre o 4º e 5º mês, após a adaptação ao puré ou à farinha de cereais.
As primeiras frutas são habitualmente a maçã, a pêra, a banana e a papaia, que devem ser reduzidas a papa. A maçã e a pêra devem ser, preferencialmente, cozidas até ao 6º mês.
Frutas como os citrinos (laranja, tangerina, clementina, limão), o kiwi, o maracujá, os frutos silvestres (morangos, framboesas, amoras e groselhas) nunca devem ser dados à criança antes do 9º mês, devido ao seu potencial alérgico. No caso de haver história familiar de alergias, a introdução destas frutas deve ser feita só após os 12 meses de idade.
Frutos secos
Os frutos secos, como o figo, a ameixa, o damasco e as uvas passas, podem ser introduzidos a partir do 9º mês. Devem ser triturados na papa ou em batidos com leite ou iogurte natural, mas sempre que possível demolhados para retirar parte do açúcar. Dada a sua riqueza em fibra e de forma a proteger a fragilidade do intestino da criança, são indicados em pequenas quantidades (1 a 2 unidades). 
Frutos oleaginosos
A noz, o amendoim, a amêndoa e o pinhão, por serem alimentos que podem causar alergias nas crianças mais sensíveis, só devem ser oferecidos à criança depois dos 24 meses. 
Carne


Quando a criança estiver adaptada ao puré de legumes introduz-se o caldo de carne, feito da seguinte forma: coze-se a carne magra (sem peles e sem gorduras) com os legumes e retira-se a carne no final (não se dá a carne à criança). Este caldo de carne constitui uma etapa de transição para a introdução da carne na alimentação da criança. Ultrapassada esta fase, a carne é cozida, triturada e dada no puré de legumes. Deve-se começar pela carne de frango ou de borrego, seguindo-se a de peru, de coelho, de vitela e, por último, a carne de vaca. A carne de porco só deve ser introduzida após os 12 meses de idade. Deve dar 20 a 25 gramas por dia de carne triturada/passada (2 a 2,5 colheres de sopa rasas).
Iogurte e queijo
O iogurte natural e o queijo podem ser introduzidos entre os 8 e os 10 meses como substituto de uma refeição láctea. É um alimento com boa digestibilidade que favorece a flora intestinal.
Os queijos frescos aromatizados, sobremesas lácteas, gelados e natas só devem ser introduzidos após os 24 meses de idade.
Peixe
A criança poderá iniciar a alimentação de peixe ao 9º mês, retirando-se, cuidadosamente, as espinhas. O peixe deverá ser branco (pescada, espada, maruca, cherne, linguado, pargo…) e cozido juntamente com o puré de legumes, numa dose de 20 gramas (2 colheres de sopa rasas).
Devido à menor tolerância e digestibilidade, os mariscos e alguns peixes (atum, cavala) devem ser introduzidos após os 18 meses de idade. O polvo e as lulas devem ser introduzidos após os 24 meses.
Ovo
A introdução da gema do ovo deverá acontecer, após os 9 meses de idade. Na primeira vez introduz-se ¼ da gema do ovo, na segunda ½ gema, na terceira ¾ da gema e na quarta vez a gema inteira. O ovo inteiro (gema + clara) deve ser introduzido, a partir dos 12 meses. O ovo não deve ser dado mais do que duas a três vezes por semana. 
No caso de crianças com história familiar de alergia, o ovo só deverá ser introduzido, após os 12-15 meses de idade.
Leguminosas
Quanto às leguminosas, o feijão, o grão de bico, as ervilhas e as lentilhas, só deverão ser utilizadas após os 10 meses de idade.
De forma a melhorar a digestibilidade das leguminosas, estas devem ser trituradas e introduzidas, gradualmente, em pequenas quantidades na sopa. Mais tarde, podem ser utilizadas inteiras na sopa ou em preparações culinárias no prato.


Sal e açúcar
Os alimentos em natureza têm já quantidades suficientes, quer de sal, quer de açúcar, inclusive para um adulto. Desta forma, não é necessário adicionar sal nem açúcar aos alimentos e quanto mais tarde os introduzir melhor. Assim, ela habitua-se ao verdadeiro sabor dos alimentos e não ao sabor dos condimentos. O mel de abelha e de cana, por apresentar um elevado teor de açúcares e pela possibilidade de conter toxinas ou germes perigosos, é desaconselhado, durante o primeiro ano de vida. O chocolate é também contra indicado por ser de difícil digestão.
4 meses
Cinco a seis refeições diárias:
- Uma refeição de puré de legumes ou de farinha de cereais sem glúten.
- As restantes refeições são constituídas por leite materno ou adaptado.
A refeição de sopa ou de farinha de cereais sem glúten deverá ser dada à colher, nem muito aguada nem muito espessa, porque pode provocar reacções gastrointestinais adversas.
Considerações
- Se a criança estiver a ser amamentada exclusivamente ao peito, o técnico de saúde pode adiar a diversificação alimentar até o 6º mês.
- A passagem de uma alimentação líquida de fácil deglutição para novos alimentos, com sabores e consistências diferentes, não é fácil para as crianças. É fundamental que quem dá a refeição à criança escolha o melhor momento do dia e faça-o de uma forma paciente e disponível.
- Inicie com consistências mais fluidas e pequenas doses, completando, se necessário, a refeição com leite.
- Se a criança tiver dificuldade em aceitar a sopa ou a papa, não desista e faça uma nova tentativa no dia seguinte.
5 Meses
Até cinco refeições por dia:
- Uma refeição de farinha de cereais sem glúten.
- Uma refeição de puré de legumes e a sobremesa de fruta. Após uma a duas semanas, pode-se juntar a carne ao puré, só para dar o gosto, e retirá-la no final. Inicialmente, como período de transição, podemos utilizar durante 3 a 6 dias o caldo de carne.
Na introdução da carne, devemos começar pelas carnes brancas, respeitando a seguinte sequência: frango, peru, borrego, coelho, vitela e, por último, vaca.
- As restantes refeições são constituídas por leite materno ou adaptado.
Considerações 
O puré de legumes não precisa de ser feito todos os dias. Poderá ser conservado adequadamente no frigorífico cerca de 48 horas.
A conservação do puré deve ser feita em embalagens individuais de plástico ou vidro tapadas que deverão ir para o frigorífico assim que não houver vapor de água.
6 e 7 meses
Até cinco refeições por dia:
- Uma refeição de farinha de cerais com ou sem glúten.
- Uma refeição de puré de legumes com carne e a sobremesa de fruta.
- As restantes refeições são constituídas por leite materno ou transição.
8 MESES
Até cinco refeições por dia:
- Uma refeição de farinha de cereais com ou sem glúten.
- Duas refeições de puré de legumes com carne e sobremesa de fruta (almoço e jantar).
As restantes refeições são constituídas por leite materno ou transição.
Considerações
São introduzidos, gradualmente, novos frutos, deixando os frutos mais alergénicos (citrinos – 
laranja, tangerinas, clementinas e frutos silvestres) para depois de um ano de idade, sobretudo se houver história familiar de alergias.
ENTRE OS 9 E 10 MESES
Quatro a cinco refeições diárias:
- Uma refeição de farinha de cereais com ou sem glúten.
- Duas refeições de puré de legumes com carne ou peixe ou gema de ovo e sobremesa de fruta (almoço e jantar).
As restantes refeições são de leite materno ou industrial de transição.
Considerações 
A introdução do peixe nas crianças é, habitualmente, feita aos 9 meses. 
A gema do ovo poderá ser introduzida nesta idade, duas a três vezes por semana, em substituição da carne ou do peixe. 
Podem ser introduzidas as leguminosas secas no puré de legumes. Deve-se adiar a introdução destes alimentos para mais tarde em crianças com alergias.
Os alimentos devem ser menos triturados (os purés e as frutas), de forma a que criança comece a experimentar a alimentação sólida.
Aos 10 meses e se for bem aceite, poderá oferecer ao almoço e ao jantar 1º e 2º prato; neste caso, 
deve retirar a carne/peixe/ovo da sopa.
12 MESES
Quatro a cinco refeições diárias:
- Uma refeição de farinha de cereais com ou sem glúten.
- Duas refeições de puré de legumes com carne ou peixe ou ovo e sobremesa de fruta (almoço e jantar).
As restantes refeições são de leite materno ou industrial.
Considerações 
Podem ser introduzidos os frutos cítricos e o ovo completo (gema e clara).
O leite de vaca nunca deve ser introduzido, antes dos 12 meses de idade, e, se possível, só depois dos três anos (36 meses). Se usar leite de vaca, entre os 12 e os 24 meses (2 anos), este deverá ser gordo. A partir dos dois anos, poderá ser meio gordo.
Este é o momento da criança iniciar a alimentação familiar, mas é fundamental que os alimentos sejam pobres em sal, gordura e açúcar.
Alguns cuidados nunca são demais relembrar, tais como: lavar as mãos antes de preparar qualquer alimento para a criança ou iniciar uma refeição e nunca deixar a criança sozinha enquanto come.
http://iasaude.sras.gov-madeira.pt/Documentos/WEB/Anexos/Manual_Alim_Bebes_Final.pdf

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

1º Natal do Bebê (Léo)

Mamãe o primeiro Natal foi muito bom, não concorda? claro tirando a viagem que foi cansativa, já que são muitos Km até a casa do bisavô, a muita chuva e vento forte. 
O bisavô tinha uma caminha (easy sleep) preparada para mim com um lençol fofinho e uma mantinha quente e fofinha, embora eu usasse outra mantinha que ganhei de uma tia (a tia avó é que me entregou por ela), a madrinha com a ajuda do Mumum montou o móbile musical que ficou aos pés da caminha. Apesar de quentinho e aconchegado (minha vovó colocou um cobertor dobrado sobre o colchão para eu ficar mais alto para respirar melhor porque tinha o nariz "tapado") a  primeira noite eu estranhei, acordava não sabia onde estava e chorava, não deixando a mamãe dormir, mas isso não me deixou mal disposto, ainda bem porque assim tive muitos "paparazzis" tirando fotografias, a Miminha logo que me via ia pegar a máquina, eu colaborava, fazendo várias expressões, uma delas, que muito encantou foi estar com as mãos entrelaçadadas como se estivesse meditando, outra com as mãos no queixo, um autêntico pensador, ainda outra foi com as mâos em movimento como se estivesse lutando Kung-fu e a outra foi o meu sorriso sempre que o bisavô falava comigo. A miminha quando cheguei me apresentou todos os comôdos me dando as boas-vindas. Eu gostei da Árvore de Natal cheia de luzinhas piscando, fiquei como que hipnotizado olhando para elas.
Divertido foi participar no "amigo oculto/secreto" que a Miminha organizou, claro que a mamãe foi meu representante, por uma feliz coincidência o papai me tirou e eu tirei o bisavô, todos tinham um gorro de Papai Noel, eu também tinha um. Ganhei tantos presentes, um deles estou louco para experimentar, é um tapete sonoro (com as vozes dos animais), ganhei também uma caixa laranja cor do meu signo, contendo tudo relacionado ao signo, para quando eu for grande.
No dia de Natal foi um pouquinho triste porque a madrinha não pode almoçar connosco, teve que ir pegar o trem para chegar no trabalho, porque o patrão dela, insensível, negou-lhe a folga que ela pedira, enquanto todos foram à missa eu fiquei com a madrinha, que me colocou na cama da Miminha, cercado com 4 almofadas para eu não cair, enquanto tomava banho, quando a miminha chegou colocou os dois ursinhos que a mamãe e a madrinha deram para ela e que ficavam no quarto delas quando elas visitavam o bisavô e a bisavó, quando ainda era viva (pena que Bisavó  morreu antes de eu nascer, o colinho dela era muito gostoso, todas as crianças gostavam de ficar no colinho dela, quando a mamãe era pequena como eu, ficava com ela para a vovó ir trabalhar, ela cantava a música de um cãozinho que a mamãe gostava muito, mas no 1º dia em que a vovó foi trabalhar a mamãe chorou tanto, não se calou o dia inteiro, nem com a música preferida, o bisavô chegou pegou um pouquinho na mamãe porque a bisavó já estava muito cansada, nada fazia calar a mamãe. A Bisavó no 1º aniversário da mamãe fez um bolinho que colocou morango por cima, os bolos que ela faziam eram muitos gostosos, no aniversário do vovô ela sempre ia de combóio sozinha, porque o Bisavô trabalhava e não podia ir com ela, levar um bolinho para ele).
No dia de Natal à noite, estreei a banheirinha insuflável preparada para mim, bem preparada, não tive que ficar muito tempo a espera que a enchessem, foram 4 a enchê-la com a bomba de encher bola de voley: O Papai, a Miminha, o Mumum e a prima, a vovó é que me deu o banho, mas eu preferia que fosse a mamãe, mas só a Miminha percebeu isso, adorei parecia uma piscininha, tinha até peixinhos dependurados (no dia seguinte foi difícil esvaziá-la para poder levá-la comigo, fi o vovô, o papai e a Miminha a fazê-lo). Para variar a Miminha fez a cobertura fotográfica, isso porque o vovô não se apercebeu, se não ele estaria lá também tirando fotografias. 
Ainda bem que havia paparazzis documentando tudo, assim quando eu for grande vou poder rever como foi o meu primeiro Natal.










sábado, 14 de dezembro de 2013

4º Mês do Bebê


Mamãe hoje completo 4 meses,  eu sorrio (mais ainda porque já sei que a Miminha tem um tapete sonoro para me dar e assim eu vou me desenvolver mais) e balbucio alguns sons, vou passar a ficar mais interessado em pessoas do que por objetos, como era até então. Demonstro preferência por algum tipo de brinquedo e quando sou estimulado começo a rir. Já vou passar o meu primeiro Natal na casa do Bisavô, (no ano passado nós não fomos porque eu ainda estava no comecinho da vida, era um embrião dentro do útero, muito frágil e a viajem longa), vai ser divertido vou participar do meu primeiro amigo oculto, claro que a mamãe vai ser minha representante.
Neste mês devo ir à consulta dos 4 meses, onde vou receber novamente as vacinas, serei pesado (devo estar com cerca de 6.350 kg), serei medido (devo estar com 62 cm de comprimento e 41,5 cm de perímetro cefálico) se eu fosse menina pesaria cerca de 6.100 kg, teria 61 cm de comprimento  e 40 cm de perímetro cefálico. Em geral, os bebês nessa fase do desenvolvimento têm um padrão de aumento de peso de 600 gr por mês.


Meu sono começa a ficar mais regular, durmo mais horas sem interrupções, posso fazer um intervalo de até 9 horas. O padrão de sono é muito individual e alguns bebês dormem muito, enquanto outros dormem pouco e preferem dormir no colo ou acompanhados. Em geral, o período em que o bebê está mais esperto é entre 15h e 19h, horário ideal para as visitas.
Brinco com os dedos, consigo segurar objetos pequenos, virar a cabeça em qualquer direção e, quando deitado de barriga para baixo, eu me levanto, apoiando nos cotovelos. Quando estou de barriga para cima gosto de olhar minhas mãos e pés e consigo ficar sentado por alguns segundos, quando apoiado. Sigo objetos com os olhos, virando a cabeça.
Adoro ficar no colo e tudo para mim é brincadeira, gosto muito também de ficar sem roupa, passear de carrinho, segurar um chocalho e fazer barulhos.

Normalmente, o bebê com 4 meses tem a tendência de ser mais tranquilo com a mãe e mais agitado e brincalhão com o pai. O bebê nesta idade verbaliza alguns sons semelhantes a gargarejos e consegue emitir diferentes sons balbuciando vogais.
Se não conseguir conciliar mamadas no meio do horário de trabalho, você tem duas opções:
Alternativa 1: Mantenha sua produção utilizando uma bombinha de boa qualidade para ordenhar o leite uma ou duas vezes durante o expediente, se houver algum lugar adequado onde você trabalha. Você tem direito a duas meias horas, até o bebê fazer 6 meses. Aí você guarda bem o leite extraído, em geladeira, para que possa ser dado ao bebê por outra pessoa no dia seguinte.
Se não houver geladeira ou lugar adequado, você pode aproveitar os intervalos mesmo assim, tirando o leite uma vez ao longo do expediente, mesmo que seja para jogá-lo fora. A vantagem é que você mantém a produção, ou seja, seu leite não diminui de quantidade por você estar amamentando menos.
Alternativa 2: Se não puder ou não quiser tirar o leite no trabalho, pode gradualmente substituir as mamadas do dia por fórmula láctea e deixar para amamentar antes de sair de manhã cedo e ao voltar, no final do dia. Vale lembrar, no entanto, que sua produção vai cair, e que o leite que seu corpo produz talvez não seja suficiente para satisfazer o bebê.
Uma das melhores coisas é voltar para casa e encontrar um bebê para quem você é a coisa mais importante do mundo. Assim, você chega e de cara fica bem pertinho dele, restabelece o vínculo e cuida do seu filho de um jeito que ninguém mais pode fazer.Pode até ser que você ache meio estranho ou chato usar a bombinha em um ambiente tão frio (mesmo que seja em um espaço reservado), mas muitas mães que tiram o leite no trabalho garantem que os benefícios compensam as inconveniências.
Entre as vantagens de manter o aleitamento por mais tempo está o fato de o leite materno evitar alergias, conferir proteção contra doenças e ainda por cima ser de graça. Além disso, tirar o leite pode diminuir o risco de ter mastite.

 Para  retirar o leite vai precisar de alguns itens básicos:

  • Uma bombinha, de preferência elétrica e para os dois seios, assim o processo todo é bem mais rápido específicos; Bombas manuais também fazem bem o trabalho, desde que se acostume. Mas prefira as de alavanca, não as de bulbo de borracha, que favorecem as contaminações.  Também pode tentar a ordenha manual.
  • Mamadeiras/biberão ou frascos (de preferência de vidro), esterilizados em casa, e uma sacolinha térmica para armazenar o leite no caminho de volta.
  • Acesso a uma geladeira para manter o leite resfriado até que você volte para casa.
  • Treine usar a bombinha em casa, antes de retornar ao trabalho de vez, assim você saberá direitinho o que esperar e como vai se sentir, além de ter ideia da quantidade de leite que conseguirá ordenhar.

Converse com seus superiores para tentar encontrar uma salinha onde possa ficar à vontade (mas que tenha acesso a uma tomada, em caso de bombinha elétrica) e que possa ser trancada, para evitar sustos. O banheiro não é o melhor lugar para tirar o leite, pois é um ambiente sujeito a contaminações.

As salas precisam ter, basicamente, fogão ou aparelho para esterilização, pia, poltronas com um espaço de 1,5 metro quadrado para cada uma, além de freezer para guardar o leite.
Com que frequência devo usar a bombinha?
O ideal é que seja a cada três horas, para manter o ritmo da produção do leite e poder amamentar sem problemas no fim de semana. Mesmo que você só consiga tirar o leite uma vez, durante sua jornada de trabalho, já é melhor do que não tirar nada.
O que faço para que meus seios não vazem no trabalho?
Nas primeiras semanas depois da sua volta, é bem possível que você sinta seus seios bem cheios nos horários de mamada e que eles vazem. A retirada regular do leite (digamos que em um intervalo de manhã, na hora do almoço e em outro intervalo à tarde) vai ajudar a conter o vazamento, mas você pode também usar absorventes para seios a fim de evitar marcas ou manchas nas roupas.
Existem também conchas plásticas próprias para isso. Colocadas sob o sutiã, elas "guardam" o leite que vaza, evitando que o seio fique irritado pelo contato com protetores de algodão. Há conchas com furos (para ventilação) e sem furos. Se seu peito vaza muito, use a sem furos (senão pode ter uma desagradável surpresa ao se abaixar, com um "megavazamento").

http://brasil.babycenter.com/x4300204/como-manter-a-amamenta%C3%A7%C3%A3o-depois-da-licen%C3%A7a-maternidade#ixzz2kSwbysy9http://www.tuasaude.com/bebe-com-4-meses/

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

3º Mês do Bebê


Mamãe já tenho 3 meses de vida, para comemorar a Miminha vai me dar uma bola "soft" colorida, para estimular os meus sentidos. 

O tempo voa, só não voa quando tenho fome e fico a espera do leitinho. A partir de agora e até ao 6º mês vou aprender a rolar (os bebês ativos que adoram endireitar e arquear as costas são mais propensos a rolar mais cedo que os bebês menos ativos, que preferem ficar deitados e apreciar o que os rodeia). Provavelmente  eu vou me preparar para este grande momento do rolar, oscilando lateralmente quando estou de barriga para baixo. É por isso que é aconselhável certificar-se de que eu passe muito tempo no chão — é uma excelente oportunidade para que eu fique deitado (no chão ou numa manta) e me movimentar para brincar consigo. Eu não poderei treinar os movimentos de rotação se estiver na cadeira do carro, numa espreguiçadeira ou na cadeirinha o dia todo.  Começarei por fazer pequenas flexões de braços e com um impulso conseguirei me virar de costas. Eventualmente, acabarei por conseguir voltar à posição de barriga para baixo.
Também já conseguirei provavelmente me sentar direito, quando estiver  apoiado por almofadas. Se o conseguir fazer por breves períodos de tempo sem que caia para a frente ou para o lado, então me deixe divertir com o novo ângulo de visão que advém da posição sentada, mantendo-me sentado num carrinho de passeio ou ao seu lado no sofá (tenha atenção, não me deixe, mesmo apoiado, sem ninguém a vigiar, mesmo que aparentemente esteja estável, posso cair.)
Até agora eu chorei muito, mas isso agora está acabando, em breve notará um decréscimo significativo no choro.
 A mamãe já sabe o que é a crosta láctea, não é agradável, mas é inofensiva. Este tipo comum de irritação cutânea, uma crosta amarelada e oleosa na minha cabeça , que se desenvolve quando as glândulas da cabeça produzem óleo em excesso e obstruem os poros. Este tipo de crosta normalmente não me incomoda  embora, se for mais grave, poderá causar algum prurido/coceira/comichão. A crosta láctea aparece normalmente durante os primeiros meses de vida e desaparece por si só em alguns meses, quase sempre até ao primeiro aniversário."Se quiser pode limpar suavemente a cabeça do bebé," explica Joanne Cox, pediatra e directora de cuidados primários no Children's Hospital Boston. "Espalhe suavemente óleo de bebé e deixe ficar alguns momentos para libertar a crosta, depois, com os dedos, um pano macio ou uma escova macia, esfregue suavemente para retirar a crosta."
Pode ser que a minha pele tenha manchas vermelhas e esteja a escamar, parecço ter muito prurido (coceira/comichão), parece ser eczema (também designado por dermatite atópica), uma irritação da pele que se manifesta com frequência entre os dois meses e os dois anos de idade. O eczema aparece normalmente na testa, nas bochechas ou no couro cabeludo do bebê, embora possa espalhar-se para os braços, pernas, peito ou outras partes do corpo. A irritação da pele do bebê pode manifestar-se através de uma pele seca, espessa e escamosa ou então de pequenas borbulhas vermelhas que podem formar bolhas ou ressudar se o bebê se coçar. Precisamente por causar muita comichão, coçar pode constituir um problema.
Agora já possuo maior coordenação de braços, pernas e mãos, sou capaz de movimentar os membros de forma simultânea, unir as mãos e abrir os dedos. A minha visão já está mais apurada e a utilizo para me relacionar com quem me rodeia, participando mais do lar, sorrindo e olhando para as pessoas, balbuciando.
As minhas medidas devem estar rondando 5.750 kg de peso, 61 cm de comprimento e 40,5 cm de perímetro cefálico (as meninas: 5.500 kg – 60 cm de comprimento – 39 cm perímetro cefálico. Em geral os bebês nessa fase do desenvolvimento mantêm um padrão de aumento de peso de 750 g por mês)
Sono
O meu sono começa a se regularizar.  O relógio interno começa a sincronizar-se com mundo a minha volta,
 podendo ser capaz de identificar a diferença do sono durante o dia e durante a noite. Com essa idade, eu durmo um pouco menos, em média 15 horas por dia. As fraldas devem ser mudadas sempre que eu fizer cocô, pois perturba o sono, mas durante a noite, devem ser evitadas para que o sono não seja interrompido. (Muitos bebês já podem até dormir a noite toda, no entanto, os que estão sob leite materno exclusivo, podem ainda necessitar acordar a cada 3 horas para mamar).
Desenvolvimento
Agora quando estou de barriga para baixo, já sou capaz de me sustentar sobre os braços e manter a cabeça e tórax levantados por alguns minutos. Consigo elevar e segurar a cabeça acima da altura do corpo. Quando estou de lado, giro, até me colocar de barriga para cima. Quando sentado com apoio, posso ficar com a cabeça firme e erguida. Começo a descobrir as mãos e as levo à boca. Os chutes ficam mais firmes. Sou capaz de seguir com os olhos 180º ao meu redor. Ao ser sustentado em pé, com os pés no chão, eu vou fazer força para empurrá-lo. Já abro as mãos, olho e brinco com elas. 
(Observa-se um aumento do elo com os pais, com as pessoas mais próximas que cuidam dele e familiares. Ele poderá sorrir para pessoas estranhas, principalmente se chamarem a sua atenção de forma simpática e sorridente ou lhe dirigirem a palavra).
As lágrimas verdadeiras podem surgir nesse mês pois as glândulas lacrimais começam a funcionar, mas para alguns pode acontecer mais cedo).
Linguagem e audição
(O lobo temporal do cérebro do bebê, que lida com a audição, a linguagem e o olfato, está em grande atividade. Aproveite para conversar bastante, tocar músicas e ler em voz alta para ele).
Começo a manter contatos sociais, ouço música e emito sons (ahh, hghh). É fundamental que seja realizado o máximo de estímulos verbais, através do uso de muitas palavras e sons. (A voz da mãe é o som favorito pois o bebê o associa a calor humano, conforto e comida).
Posso, às vezes, apresentar algum estrabismo, ou seja, os olhos parecem vesgos. Isso acontece pois o controle dos músculos dos olhos ainda não está perfeito, principalmente se o objeto estiver muito próximo.
Brincadeiras
  • Algumas brincadeiras podem ser úteis para estimular e aumentar o vínculo com o bebê de 3 meses. Nessa idade os pais devem:
  • Deixar o bebê levar a mão à boca para que ele comece a se interessar em pegar objetos. Pode iniciar com a mão fechada, mas com o tempo a tendência é abri-la para bater em objetos acima de sua cabeça;
  • Ofereça mordedores e outros instrumentos de cores vibrantes;
  • Com o bebê deitado de barriga para baixo, o adulto se coloca a frente dele agitando um brinquedo em um nível mais alto para estimular que ele levante mais a cabeça e tronco;
  • De vez em quando deixe o bebê numa posição mais levantada, sempre com apoio, como por exemplo, levantando um pouco o carrinho ou deixá-lo no bebê conforto, para que ela veja melhor o mundo a sua volta;
  • Ler livros para o bebê, variando sempre o tom da voz, usando sotaques ou cantando. Isso ajudará a desenvolver a audição e aumentará o vínculo afetivo;
  • Estimular o tato do bebê com diferentes materiais, como pelúcia, papel higiênico, feltro e tecidos diversos;
  • Tocar e massagear bastante o bebê;
  • Brincar sempre com o bebê, dirigindo-lhe a palavra e dando tempo para que ele responda com os seus sons e com seus gestos;
  • Os brinquedos devem ser grandes, sem pontas, sem tinta para que não seja absorvida pela boca, e fortes para não serem quebrados. Evitar bichinhos de pelúcia pois podem desencadear alergias.

 Devo realizar passeios diários pois quanto mais eu vejo, mais eu aprendo. Deve ser de preferência logo pela manhã, pelas 6h e no final da tarde a partir das 17 h, evitando sempre aglomerações.
Alimentação
A alimentação do bebê com 3 meses deve ser leite materno exclusivo, devendo mantê-lo, se possível, até os 6 meses. No entanto, muitas mães voltam ao trabalho nesta fase impossibilitando o aleitamento exclusivo. Caso isso aconteça e a mãe tenha dificuldade para armazenar o leite, deve-se suplementar com leite em pó próprio para a idade de acordo com indicação médica.
Nesta fase, também pode começar a introdução de alimentos sólidos. Deve-se iniciar com papas de frutas frescas como banana, maçã e pera ou pela papinha de legumes, utilizando-se inicialmente o chuchu, batata, abóbora, abobrinha e cenoura. É fundamental realçar que todo novo alimento sólido deve ser introduzido de forma gradativa, um de cada vez, para evitar rejeições e alergias.
Mamãe  estes 3 meses foram difíceis, por isso veja algumas técnicas para melhorar a qualidade das horas de sono que consegue ter:
Embora não possa alterar todos os horários do bebê nem impedir uma criança doente de a acordar às 3 da manhã, pode melhorar a qualidade das poucas horas de sono que consegue ter. Veja como fazer, em 10 etapas:
  1.  Diga não à cafeína, à nicotina e ao álcool ao fim da tarde e ao serão. Uma chávena de café ou um cigarro à tarde podem fazer com que o sono só apareça com horas de atraso e mais do que um ou dois copos de vinho ou cerveja torna o sono mais agitado. Lembre-se de que a cafeína não existe apenas no café ou no chá preto, mas também no chocolate, nos comprimidos dietéticos, em medicamentos e muitos refrigerantes.
  2. Faça exercício mas termine pelo menos três horas antes de se ir deitar. Dê tempo ao seu corpo para abrandar o ritmo após uma sessão de ginástica.
  3. Mantenha uma temperatura confortável no quarto e proteja-o de luz ou ruídos que possam despertá-la de um sono mais leve. A maioria das pessoas dorme melhor num quarto fresco.
  4. “Passar pelas brasas” durante 15 a 20 minutos durante o dia pode melhorar o seu estado de alerta, aguçar a memória e, em geral, reduzir os sintomas de cansaço. Mas não se esqueça de que dormir de dia pode perturbar uma boa noite de sono.
  5. Uma vez estabelecida uma rotina regular para deitar o bebé à noite, faça o mesmo por si. Cerca de uma hora antes de se deitar, ponha de lado as contas por pagar ou o trabalho que trouxe para casa. Verta um pouco de óleo de lavanda ou camomila na banheira e tome um banho quente, prepare uma chávena de chá de ervas ou leite morno e sente-se com um bom livro antes de desligar a luz.
  6. Se, passados 30 minutos, ainda não conseguiu adormecer, não fique na cama às voltas. Levante-se, vá para outra divisão e ouça música relaxante ou leia até sentir sono. Não pode obrigar-se a dormir se ainda não estiver pronta para isso.
  7. Use a sua cama apenas para dormir e fazer amor. Se tem o hábito de ver as contas ou televisão na cama, pare já. Deve associar a cama apenas às actividades que a ela pertencem. E lembre-se: tente esvaziar a mente e não use a hora de deitar para resolver os seus problemas.
  8. Se se aperceber de que está a adormecer no sofá ou na cadeira de baloiço do quarto do bebé, force-se a ir para a cama. Habituar-se a dormir em todos os lugares menos na cama pode dar origem a perturbações do sono mais tarde.
  9. Evite refeições pesadas perto da hora de deitar. No entanto, se precisar de comer qualquer coisa antes de dormir, escolha um alimento com elevado teor de hidratos de carbono, como uma taça de cereais, já que pode mesmo estimular o sono.
  10. Se pensamentos a mil à hora a mantiverem acordada e ansiosa, tenha à mão um bloco de notas para onde possa descarregá-los até ao nascer do dia.
Massagem para bebês
Os bebés simplesmente adoram ser tocados. Na verdade, é algo que os estimula – trata-se de uma componente essencial do seu crescimento e desenvolvimento. Todo o contacto de pele não só ajuda os pais e o bebé a estabelecerem um elo de ligação, como também consegue reconfortar o bebé quando está incomodado e alivia as cólicas. Os seis procedimentos simples da massagem "I Love You" podem ajudar a começar.
PREPARAÇÃO
Prepare uma superfície quente e plana para deitar o bebê – uma manta sobre um chão com alcatifa serve na perfeição. Aplique nas palmas das mãos um pouco de óleo para bebé ou óleo vegetal puro e esfregue as mãos para aquecê-las e também o óleo. Tente olhar nos olhos do bebé e cantar ou falar com ele enquanto o massaja. Além disso, preste atenção à reacção do bebé: se lhe parecer que não está a gostar, tente um toque mais leve, ou pare simplesmente.

  

De frente para o bebé, utilize dois ou três dedos para desenhar a letra "I" no lado direito do abdómen com movimentos firmes mas suaves. Comece por baixo das costelas e desça em direcção à articulação da anca, usando o óleo para deslizar bem.

De seguida, deslize da esquerda para a direita ao longo do abdómen do bebé, formando a haste mais longa de um "L" virado de lado. Faça uma passagem curta para baixo no lado direito da barriga, de modo a completar o "L."

  

Para começar a última letra, o "U" ao contrário, pressione para cima a partir do osso da bacia do bebé, no lado esquerdo da barriga. Para o segmento central do "U", deslize os dedos ao longo da parte superior da barriga do bebé. Por fim, para terminar o "U", deslize para baixo, ao longo do lado direito da barriga do bebé

http://crescer.sapo.pt
http://www.tuasaude.com/bebe-com-3-meses/
http://brasil.babycenter.com/o-beb%C3%AA-de-3-meses-1a-semana#ixzz2kSvhwCA6

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Algumas dicas para a Mamãe sobreviver à falta de sono

Recadoseglitters.com


Mamãe está se sentindo um zumbi? Eu não durmo e não deixo ninguém dormir? A cura para isso é, claro, dormir mais, mas nem sempre isso é possível. Veja algumas dicas:
Fica mais fácil lidar com a falta de sono quando reconhece os sinais de exaustão. Nessas ocasiões emergenciais, dá para apelar para medidas provisórias que ajudarão a aguentar o tranco. (Se continuar se sentindo cansada demais mesmo depois que eu começar a dormir a noite toda, ou se começar a sofrer de insônia de repente, pode haver alguma outra causa. Converse com um médico.)
  • O alarme toca de manhã, a mamãe desliga, desmaia e perde a hora
Solução: Ligue o rádio em volume alto, deixe-o ligado e levante rápido da cama. Se você se acostumar a levantar à mesma hora todo dia, as coisas vão ficar mais fáceis.
  • Fica sonolenta e mole de manhã, e mal consegue ficar acordada de dia
Solução: Uma dose de cafeína logo de manhã é a saída que muitos pais e mães sonolentos encontram, especialmente se não podem se dar ao luxo de tirar uma soneca durante o dia.
Obs.: Tente não abusar da cafeína durante a tarde, já que ela pode afetar seu sono à noite. Se você estiver amamentando e não quiser consumir muita cafeína, pode apelar para um copo de água gelada na hora em que o sono atacar.
  • Morre de sono em reuniões chatas, lugares abafados e depois de comer
Solução: Abra uma janela (se puder) ou dê uma saída para respirar um pouco. Desagasalhe-se ou aumente o ar condicionado (esse truque também vale dentro do carro). Vá até o banheiro, lave o rosto e molhe os pulsos e a nuca. Refeições pesadas tendem a dar mais sono que um almoço leve. Se  acha que vai ficar sonolenta, ou se tem algum compromisso importante logo depois do almoço, ou ainda se vai dirigir, prefira comer uma salada e um pouco de carboidrato (hidrato de carbono) em vez de um prato muito gorduroso e calórico.
Obs: Uma soneca durante o dia é uma ótima forma de recarregar as baterias. Veja se não há na sua empresa algum lugar em que você possa relaxar por 15 minutos. Se você estiver com o carro estacionado num lugar seguro, vale a pena dar uma fugidinha e fechar um pouco os olhos -- programe o celular para acordá-la ou peça a algum colega que telefone se se atrasar. Em último caso, fechar os olhos por cinco minutos dentro do banheiro pode trazer algum alívio, embora não seja lá muito confortável.
  • Está com muito sono ao volante
Solução: Se o sono atacá-la enquanto dirige, tente dar uma parada para lavar o rosto e respirar um pouco. Se não der para parar, ligue o ar condicionado (se tiver) no máximo, ou abra os vidros, ou então molhe o rosto (mais uma utilidade de carregar sempre uma garrafinha d'água!). Pode experimentar tomar um café ou um refrigerante com cafeína antes de sair, mas não se esqueça de que a única solução verdadeira é dormir mais! Segurança não é negociável. Se precisa dirigir muito e está ficando sonolenta (o mesmo vale para o papai), é necessário mudar de algum jeito a rotina. Pode combinar com o papai de assumir outras tarefas da casa, por exemplo, em troca de não precisar levantar à noite, nos dias em que precisar dirigir por longas distâncias.
  • Não consegue se concentrar para resolver problemas de trabalho
Solução: Quando estiver organizando sua agenda, coloque o pepino mais cabeludo a ser resolvido no início do dia, quando estará mais descansada. Guarde as tarefas menos exigentes e mais aprazíveis para aquela hora no meio da tarde em que suas pálpebras começam a pesar toneladas.
  • Está cada vez mais irritada e sem paciência com o papai e comigo 
Solução: Tente fugir de situações muito stressantes. Respire fundo algumas vezes e pense antes de falar. Não deixe pequenas irritações virarem brigas homéricas. Quando sua voz começar a ficar alta (ou aguda) demais, procure se afastar e distrair a cabeça com alguma outra coisa: uma chuveirada pode ser uma boa saída.
  • Começa tarefas simples e não consegue terminá-las
Solução: Simplifique sua rotina ao máximo. Se está sem tempo de separar e guardar as meias limpas, por exemplo, coloque-as todas num cesto e as pegue lá só na hora de vestir. Priorize as tarefas mais importantes para não se perder, e seja menos exigente consigo mesma. Feche um pouco os olhos e seja mais flexível nos seus padrões: a vida comigo é bem diferente da vida que tinha antes.
http://brasil.babycenter.com/a2400097/como-sobreviver-%C3%A0s-noites-em-claro#ixzz2iU7GTVRX

Dicas Para o Bebê Distinguir o Dia da Noite


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Mamãe já deve ter notado os sinais que indicam que eu estou cansado:
Nas primeiras seis a 8 semanas de vida eu não conseguia ficar acordado por mais que duas hors por vez. Se a mamãe esperar mais que isso para me colocar para dormir, eu estarei cansado demais e não vou conseguir adormecer com facilidade, por incrível que pareça. Se notar que eu esfrego os olhos, não paro de mexer na orelha, estiver com olheiras, então me ponha logo no berço ou no carrinho. Dessa forma já vou aprendendo a dormir  sem ser no colo. porém, existe a possibilidade de eu ser noctívago (e posso ter mostrado isso enquanto eu estava me desenvolvendo no seu útero) e estarei com toda a energia do mundo bem quando se prepara para pegar no sono. Nos primeiros dias, não há muito que se possa fazer quanto a isso. Mas depois de semanas já pode começar a me ensinar a distinguir o dia da noite.
Durante o dia.
  • Mantenha a casa bem iluminado
  • Não se preocupe em evitar os barulhos da rotina doméstia como telefone, as conversas ou o aspirador de pó, mesmo que eu esteja dormindo
  • Se eu costumo dormir durante as mamadas, converse comigo  ou cante para tentar me acordar
  • Brinque  o máximo que puder
Durante a noite
  • Tente não fazer gracinhas quando for ao quarto me dar de mamar
  • Acenda pouca luz e tente não fazer barulho
  • Deixe que eu adormeça por conta própria
  • Quando tiver por volta de 6 a 8 semanas, tente me deixar adormecer sozinho. Coloque-me no berço quando eu parecer cansado, mas ainda estiver acordado. Dessa forma, eu vou aprender a transição sem que fique balançando de um lado para o outro ou passando a mão nas minhas costas.
  • Se desde o começo me acostumar a dormir sozinho, eu vou aprender esse ritual na hora do sono- e se sempre me ninar é isso que eu vou esperar. É claro que é uma delícia me ninar, mas a questão é, quando eu acordar no meio da noite, vou precisar ser ninado de novo, se só conseguir adormecer desse jeito
  • Para estabelecer um padrão de sono, é preciso seguir a mesma rotina de dormir todos os dias
  • procure substituir hábitos que dependem exclusivamente de si (mamadas, por exemplo), por alguma coisa que esteja ao meu alcance quando eu acordar de repente (um "paninho especial", um bonequinho, mas preste atenção para não ser nada que eu possa resolver sugar e me engasgar).
Algumas dificuldades podem surgir:
  • Aos 2 ou 3 meses, pode ser que eu acorde no meio da noite mais vezes, desenvolva associações para dormir que lhe causarão problemas mais para a frente (os recém-nascidos geralmente acordam no meio da noite para comer ou quando estão  incomodados com uma fralda muito molhada, mas alguns acabam fazendo movimentos mais bruscos e acordando antes da hora de mamar. às vezes, só a proximidade da mãe ajuda ao Bebê a se acalmar e adormecer novamente)
  • Para evitar que eu faça associações com mamadeira, com o seio ou o seu colo na hora de dormir, coloque-me no berço antes que eu adormeça por completo
  • Tente dissociar o choro da saída do berço: Mesmo que já seja hora de me tirar do berço, fale comigo  e tente me acalmar antes de me pegar no colo, para eu  não achar que chorar é a senha garantida para sair.
Eu preciso aprender gradualmente dormir a noite inteira. Os especialistas divergem sobre a melhor forma de se fazer isso, há muitas filosofias, bem diferentes entre si, polêmicas, a  distinção básicas entre elas é a postura diante do choro: Umas correntes acreditam que deixar a criança chorar para aprender a dormir sozinha, outras preferem privilegiar o contato físico e afetivo com o bebê, como forma de lhe transmitir segurança
Até aos 3 meses é inevitável que eu acorde à noite, portanto não adianta criar expectativas de que eu já comece a dormir a noite inteira. Até aos 5 ou 6 meses é possível que eu acorde para mamar. A partir daí, o ideal é que eu não precise mais da mamada da madrugada (não só em nome do sono da família, mas para a minha saúde dentária)
Desde já é necessário criar um ritual de sono, um deles é: Colocar-me no berço mais ou menos no mesmo horário todos os dias depois de seguir a mesma rotina. A verdade é que não há "jeito certo" de fazer dormir a noite inteira, essa é uma tarefa difícil que o papai e a mamãe enfrentam, porque não é só me fazer dormir e sim me ensinar que dormir é  bom e gostoso e que sou capaz de adormecer sozinho, sem ajuda de ninguém. (até aquelas crianças que costumam dormir bem, deixam malucos às vezes, com períodos de agitação à noite.Estima-se que 40% das crianças enfrentam dificuldades para dormir). Terá que escolher um método que se adapte à nossa família e ser confortável para o seu coração de mãe.
Mamãe repare só nos erros que os especialistas apontam que impedem das crianças  dormirem bem:
  • Erro 1: Por a criança muito tarde na cama
Hoje em dia as crianças dormem menos do que antigamente. O resultado da falta de sono é que as crianças acordam mais à noite, têm dificuldade em adormecer e para dormir durante o dia. É muito comum que os pais cheguem do trabalho tarde e deixem a criança ir para cama mais tarde para poder passar mais tempo com ela, ou que a criança não tenha horários certos para dormir. A especialista Jill Spivack, autora de um livro sobre como fazer crianças de até 5 anos dormirem bem ("The sleepeasy solution2), afirma:"quando elas ficam cansadas demais, têm mais dificuldade de pegar no sono tranquilo, também acordam mais cedo". Quando a criança é mais  velha, a culpa é muitas vezes da agenda super ocupada. Você conhece a história até todo mundo chegar em casa, jantar, fazer lição de casa etc..a hora de dormir acaba se atrasando mais e mais. E você acaba deixando, na esperança de que alguma hora as crianças acabem desmaiando de sono sem você ter de interferir. Só que o plano não dá certo, pois, quando estão cansadas demais, as crianças ficam hiperativas.
Solução: Marque uma hora para a criança ir para a cama (e também para o sono de durante o dia) e siga esse horário. Não espere até ver seu filho bocejando, choramingando ou esfregando os olhos. Aí provavelmente ele já passou do ponto. Coloque-o na cama antes disso. Até 15 ou 20 minutos a mais de sono pode fazer um grande diferença. É verdade que cada criança é diferente, mas em regra geral a criança de 3 anos precisam dormir 11 horas à noite. Quando deixam de dormir à tarde precisam de 12 horas, no quadro pode ver  a quantidade média de sono da criança, não  esquecendo que umas necessitam de mais horas, outras menos, dependendo da personalidade e organismo de cada uma:

Calcule a hora em que seu filho precia acordar(ou acorda de qualquer jeito, se for madrugador) e baixa um decreto marcando a hora de ir para a cama. É bom planejar começar o processo cerca de meia hora antes.
  • Erro 2: Apelar para o movimento
É difícil não sucumbir a esse truque quando o bebê é pequeno. Ele não dorme de jeito nenhum. Você coloca no carrinho, balança no  colo, deita com ele na rede, caminha com ele pela casa e pronto, a paz voltou a reinar. Não há problema em recorrer ao balanço e ao movimento como um dos últimos recursos, em situação de emergência, mas alguns pais e mães acabam caindo na armadilha de usar sempre a mesma estratégia para fazer a criança dormir "quando a criança sempre dorme em movimento-em caminhos ou no carro- ela não chega a ter aquele sono mais profundo e restaurador", diz o pediatra Marc Weissbluth, autor do livro "healty sleep habits, happy child", pense na qualidade do seu sono quando está no ônibus ou no avião.
Solução: Use o balanço e o movimento para acalmar a criança, mas não para fazê-la dormir, se não tiver jeito, procure completar o sono sem balanço, estacione o carrinho, desligue o balanço do bebê conforto. Se a viagem for comprida, não se preocupe, é uma vez na vida e não vai haver problema. Aproveite e aprecie o silêncio.
  • Erro 3: Excesso de estímulos
Veja o móbile do berço, por exemplo, às vezes, em vez de acalmar a criança, ele acorda ainda mais. Cuidado com os sons muito altos e cores muito intensas. Para crianças maiores é bom tirar o excessos de brinquedos da cama ou do berço.
Solução: Mantenha o quarto bem escuro à noite. Elimine tudo que chama atenção da criança na hora de dormir. Para bebês numa escala de 1 a 10, sendo 10 o mais escuro, o quarto  deve estar 8 ou 9. Para crianças mais velhas pode  deixar 1 luz no quarto, para afastar os medos, mas não que permitam outras brincadeiras, por isso também não é bom manter a TV ou o comando no quarto da criança.
  • 4 Erro: Não seguir um ritual na hora de dormir
Com um bebê é mais fácil seguir a mesma rotina todo dia um banho, alimentação, uma história ou uma música. Mesmo que você ache que a criança não entenda, a previsibilidade da rotina ajuda a acalmá-la. Muitas vezes os pais acabam abandonando esse tipo de rotina quando os filhos ficam maiorzinhos (ou porque acham que a criança não precisa mais ou porque simplesmente estão exaustos demais para pensar nisso). Mas até para os adultos a instalação da rotina é positiva.
Solução: Crie um ritual para a hora de dormir e siga-o sempre. Não importa a idade da criança. O ritual ajuda a dar "pistas" a ela que é hora de sossegar.

  • 5º Erro: Fazer as coisas cada dia de um jeito
Alguns dias por semana, quando seu filho está mais manhoso, você se deita com ele até adormecer. Outros deixa que ele pegue no sono no sofá da sala, assistindo TV. E de vez em quando obriga-o a dormir sozinho no quarto, reclame o que reclamar. O problema não é o método é a inconstância. Pode ser que você até nem se incomode de dormir no quarto dele, ou de tê-lo na sua cama a noite toda, mas na maioria das vezes os pais acabam presos numa situação que não teriam planejado se tivessem opção. Você conhece a história, uma hora da manhã, a criança chora, você vai até ao quarto espera até ela se acalmar e volta para cama. Uma hora depois, a mesma coisa. Da próxima vez, lá pelas 3hs, você não aguenta e a leva para a sua cama, para que ela finalmente durma. A mensagem que você está passando para o seu filho é: Insista bastante que você vai acabar conseguindo o que quer.

Solução: Crie (e siga!) regras sobre o lugar de dormir. Se você não quer que seu filho vá todo dia para sua cama, deixe isso bem claro. Explique que ele tem de dormir na cama dele. No começo, talvez você precise levá-lo de volta algumas vezes (ou muitas!). Mas não desista. Ele vai acabar absorvendo a regra. 
É claro que há exceções. Se ele está doente, ou há uma tempestade lá fora, você pode deixá-lo ficar um pouco na sua cama, ou num colchão no seu quarto. Mas, assim que a situação extraordinária acabar, retome a rotina e explique que ele tem de dormir na cama dele. 

Há quem não se importe em dividir a cama com as crianças. Se todo mundo estiver feliz, não há problema nenhum. O que não vale é mudar de opinião dependendo do dia, porque aí seu filho não vai ter a segurança de saber qual é o lugar certo para ele dormir. 
  • Erro 6: Passar do berço para a cama antes da hora
Seu filho completa 2 anos, e a família toda fica feliz e empolgada para mudar o quarto dele e colocá-lo numa cama para crianças grandes. Ou tem um irmãozinho chegando, e o berço passa para ele. Só que, logo depois da mudança para a caminha, a criança começa a acordar no meio da noite, ou se recusa a adormecer. Há muitas crianças que, até os 3 anos, ainda não estão prontas para deixar a segurança do berço para trás. 
Solução: Espere até a criança estar pronta para deixar o berço, ou volte atrás e traga o berço de volta.
Perto dos 3 anos pode ser que o seu filho esteja ficando pronto para ir para a cama.Cada criança tem seu ritmo. Lembre-se que não precisa ser definitiva. Pode colocar a cama no quarto por um tempo, até a criança se acalmar ou então deixar um colchão no chão para sonecas da tarde. É mais ou menos como o desfraldamento. às vezes voltar atrás é a melhor solução. Voltar para o berço não é uma tragédia. Por mais que adore o berço não há nenhuma chance de ele ficar até aos 10 anos nele.
Quando conseguir, vai ver que seu filho ficará muito mais tranquilo, e, mais importante, a vida da família inteira vai mudar para melhor. E um aviso: há recaídas pelo caminho. Uma doença, uma viagem, uma mudança de hábitos já atrapalha tudo o que foi conquistado. Mas é só começar a corrigir os erros de novo que tudo vai dar certo e voltar ao normal.
Lembre-se: Os maus hábitos de sono são difíceis de corrigir. Assim, o bebê que se habituou a adormecer ao colo ou embalado vai necessitar deste estímulo para o primeiro adormecer e para readormecer todas as vezes que acorda durante a noite. O mesmo acontece quando a criança adormece na cama dos pais ou quando os pais se deitam na cama da criança até esta adormecer. Cria-se uma dependência que irá persistir durante muito tempo.

http://brasil.babycenter.com/a1500242/como-criar-bons-h%C3%A1bitos-para-dormir-0-a-3-meses#ixzz2iU4wYerk
http://brasil.babycenter.com/a3400221/os-seis-grandes-erros-da-hora-de-dormir#ixzz2j94WB8QG