sexta-feira, 14 de agosto de 2015

2 anos do Bebê - um homenzinho!


Hoje faço 2 anos, estou um homenzinho,deixei de parecer um bebê , até bem pouco tempo eu gostava muito de bolas, agora gosto de carros, já ganhei o carro "mecânico" que "fala" inglês e português.
Vou ganhar  também este carro que  também "fala" e corre.

Até aos 2 anos, o meu cérebro  está totalmente formado. Minhas habilidades são muitas: chuto uma bola sem perder o equilíbrio, corro mas não consigo parar de repente, ando de costas, subo e desço escada segurando o corrimão, ando em linha reta, na ponta dos pés e dirijo o velocípede em círculos.
Minha linguagem já está mais elaborada. Com dois aninhos eu já tenho capacidade de compreender cerca de 200 palavras e falo umas 50. Invento palavras para denominar coisas e objetos que tenho contato diário. Mas ainda uso muitos gestos e mímicas para me comunicar, especialmente com outras crianças.
Construo frases com 2 ou 3 palavras, inclusive frases negativas e interrogativas, uso verbos e pronomes.Quando falo de mim, uso a terceira pessoa: “bebê faz bagunça”, “nenê quer bola”. Já sei muito bem o que significa “meu” e emprego essa palavrinha a todo instante, especialmente quando um amiguinho tenta pegar meu brinquedo. Isso mostra a minha noção de propriedade das coisas e meu ciúme, que é uma característica bem marcante nessa fase.
Estou crescido cerca de 90cm e peso cerca de 13kg. Agora deve estar se perguntando "aonde foi parar aquele aquele bebê?  De redondinho e com dobrinhas  uma criança com braços e pernas compridos, com o corpo mais parecido com o de um mini adulto. O ganho de peso é bem menor (cerca de 2 quilos por ano, dependendo, claro, da minha constituição, dieta e herança familiar) e o de altura, maior (por volta de 6 centímetros por ano).
Continue a me oferecer uma dieta variada, rica em grãos integrais, proteínas, frutas e verduras, e com alguma moderação na quantidade de gordura, que ainda é essencial para o desenvolvimento do meu corpo e do cérebro. Caso eu esteja acima do peso, não adote regimes por conta própria, converse com o pediatra sobre a melhor maneira de agir. Não esqueça "as necessidades nutricionais das crianças são diferentes das dos adultos, e é perigoso começar a cortar alimentos sem discutir com o médico primeiro.
Está chegando a hora de largar as fraldas, fisicamente  já estou apto,  mas o momento certo é quando eu consigo:

  •  pôr e tirar a calça, claro que com uma ajudinha,;
  •  ficar três ou quatro horas seco, 
  • Interromper a brincadeira por alguns minutos para fazer "cocô" ou "xixi"
  •  Esconder-me, vou para um cantinho ou dou algum sinal de que quero privacidade nesses momentos Avisar logo de cara quando estou sujo 
  • Imitar outros comportamentos adultos como escovar os dentes ou usar garfos
  • Seguir instruções simples
  •  Estar interessado em saber o que vai fazer no banheiro 
  • Já dar nome para cocô e xixi
Por isso já pode comprar o  "Bourdaloue"(penico, bacio), ou seja o meu"vaso sanitário" e deixar no banheiro. Procure me estimular  a sentar lá uma ou duas vezes ao dia. Não se preocupe se no início eu preferir sentar de fralda mesmo. O objetivo agora é iniciar uma nova rotina e ajudar-me  a me sentir confortável no peniquinho. Não ache que um milagre vai acontecer da noite para o dia.

Estou na fase em que sou grande e sou pequeno!
Um dia  falo todo orgulhoso que já sou "grande" e, minutos depois, faço manha porque quero colo. Esse fenômeno muito típico desta idade é conhecido como regressão e, muitas vezes, indica apenas que a minha memória  está se aperfeiçoando e eu consigo lembrar das coisas boas de quando era bebê. Possoe também simplesmente estar querendo carinho e atenção, especialmente se houve alguma mudança na rotina, como a chegada de um novo bebê em casa ou até uma discussão entre papai e mamãe. Também quando fico tomado demais pelas tentativas de me tornar independentes. Ajude-me  a diminuir tal stress baixando expectativas. Em vez de insistir para que eu arrume tudo sozinho, auxilie na tarefa de guardar roupas e brinquedos.
Eu já tenho alguma noção da diferença entre ser homem e mulher, começo a imitar o comportamento masculino, note que eu copio o jeito do papai andar, peço para usar a camiseta de futebol ou o cinto. Mas posso não o fazer, nesta idade estou apenas experimentando papéis e tentando descobrir que identidade melhor me cai. Não  há necessidade de incentivar um menino a brincar de carrinho ou uma menina a brincar de boneca, se eu tiver escolha vou naturalmente brincar com todo o tipo de objeto e serei beneficiado pela variedade de vivências.
Agora sou "bom de papo", já consigo conversar, faço perguntas e adoro responder às suas. Com a minha crescente noção de individualidade, eu aproveito todas as oportunidades para dizer do que gosto e não gosto. Vou cada vez mais pedir comidas e bebidas específicas e ficar exigente com a "cara" do prato (não pode misturar a comida, por exemplo). É comum também que nesta faixa etária eu note o fim de alguma coisa ("cabô o papá") e entendo o conceito de "mais" ("mais pão").
Provavelmente saberei identificar e falar o nome de dezenas de itens que vejo todos os dias, incluindo os objetos da casa (mesa, cadeira, porta) e os animais comuns na vizinhança (cachorro, gato, passarinho, borboleta), sem contar, claro, as pessoas ao redor.
Ainda uso os sentidos (tato, olfato etc.) para explorar o mundo, mas posso surpreender com observações e comparações sofisticadas, como ao falar que o pêlo do gato é molinho como o cobertor. Talvez já posso identificar cores e contar até 10.
Eu era um verdadeiro anjinho, mas agora pareço estar endiabrado, sabe como é o nome desse fenômeno? "adolescência do bebê", é quando eu me dou conta de que sou um indivíduo e luto para conquistar o meu espaço, gritando, batendo nos outros ou me jogando no chão. Cabe ao papai e a mamãe ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada, em outras palavras estabelecer limites.
Nesta fase é necessário estabelecer limites e gerir a permissividade = DISCIPLINA

O verdadeiro sentido da palavra, disciplina é o conjunto de métodos pelos quais os pais se guiam e ensinam os seus filhos. Usa-se a disciplina para se ensinar o correcto e o errado, para ajudar uma criança a interiorizar o sentido de limites e de comportamentos próprios, mas também para o ajudar a tolerar os atrasos nas gratificações, e desenvolver resistência à frustração. Portanto, disciplina não é castigo.
Ensinar ou tentar desenvolver a disciplina não é tarefa para um dia. É um projecto de longo-termo. Sabemos que as crianças estão constantemente a testar os limites, a paciência e a consistência dos pais na aplicação da disciplina. Isto faz com que os pais estejam sempre a repetir as mesmas questões, vezes e vezes sem conta, até chegarem outras novas questões. No limite, disciplina significa disponibilizar calma e limites consistentes. Claro que não é uma tarefa fácil.
Mas a contra-partida é a de que os nossos filhos acabam por desenvolver auto-controlo, consideração pelos direitos e necessidades dos outros, conseguem gerir o adiamento da gratificação e tolerarem a frustração. O importante da disciplina é a maneira como os pais a aplicam, que deve alterar-se e adaptar-se à medida que os filhos crescem. Os pais que vêm a disciplina como uma forma de mostrar quem manda estão a ir pelo caminho errado. Se uma criança acreditar que a disciplina é uma questão de controlo, ela irá responder com resistência e teimosia.Contudo, haverá sempre alturas, em que não importa quantas vezes os pais tentaram ser razoáveis e equilibrados, que não vão conseguir evitar uma discussão. Às vezes, até parece que é justamente quando o pai está mais cansado que a criança se lhe dirige e insiste particularmente. Ou quando os pais chegaram a casa ao final do dia, ou quando há visitas em casa, ou quando estamos ao telefone, ou até mesmo a meio dum negócio importante. Bater, ou usar a força física, quando estamos irritados vai ensinar à criança para usar a força física para controlar os outros.
Estas expressões de raiva dos pais podem até mesmo minar todos os esforços que os pais tiveram para ensinar os seus filhos a controlarem a sua própria raiva. Criar uma situação de pausa geralmente funciona para drenar alguma excitação duma situação tensa. Esta técnica resulta pondo a criança sentada por um curto intervalo de tempo (talvez um minuto por cada ano de idade que a criança tiver, dependendo também do temperamento de cada uma) num sítio específico tal como uma cadeira, uma escada, num quarto, etc. O importante é esse sítio não ser nem demasiado estimulante nem demasiado fechado. A ideia é que a criança ganhe novamente o controlo do seu temperamento.
Para que estas pausas resultem, não devem ser vistas como um castigo, mas sim como um momento especial para reagrupar ideias e acalmar. Assim, quando a criança já se encontrar estabelecida, sente-se ao lado dela e diga-lhe porque é que interferiu desta forma. Não explique, mas dê ao seu filho uma ideia clara de quais são as suas expectativas relativamente ao seu comportamento. A disciplina não funciona se falar com o seu filho como se fosse uma criança mais velha. À medida que o seu filho for crescendo e se tornando mais ágil na forma como usa a linguagem, pode parecer que percebe mais as coisas do que como, efectivamente, elas são.
E às vezes o que parece ser um olhar desafiador, é uma falta de compreensão do seu filho sobre as coisas. Não procure o controlo absoluto nem a compreensão absoluta das coisas. Nestas idades, na maior parte das vezes, o seu filho só fará as coisas como os pais querem se de facto lhes apetecer, ou se tiverem curiosidade sobre uma determinada coisa, ou se naquele momento não sentirem necessidade de afirmar independência. Muitas das vezes, ensinar disciplina pode ser um conjunto de pequenas e delicadas negociações, mais do que “bater com o pé”.
Por outro lado, há outros problemas que podem ser geridos, simplesmente, evitando-os. Se não quiser que o seu filho apanhe ou toque em determinados objectos, simplesmente tire-os do seu alcance. Se não quer que o seu filho ande a mexer em mercearias, ou nas bebidas alcoólicas lá de casa, tire-as do sítio e coloque-as onde saiba que o seu filho não lhes consegue pegar. As distracções ou as substituições geralmente resultam como forma de circunscrever confrontações.
Por exemplo, o seu filho quer pegar na sua caneca da Companhia das Indias: procure arranjar logo uma alternativa dando-lhe a caneca que tem o ursinho, ou então se aparecer a clássica birra, tire-o de cena e leve-o para a sala, ou para outro quarto e comece com uma nova brincadeira. Outro exemplo, o seu filho quer brincar com as pinturas de maquilhagem da mãe, pois bem sente-se no chão com ele mas façam pinturas com os lápis de cera, ou guaches ou canetas, etc., etc.. As refeições não são provavelmente as melhores alturas para a disciplina do seu filho ou para mostrar autoridade.
Discutir acerca da comida que o seu filho come, ou a maneira de como ele se comporta à mesa vai fazer com que perca o gosto pelas refeições em família ou num restaurante. Discussões à volta da alimentação vão ensinar ao seu filho que a comida oferece uma maneira garantida de ter atenção. Para além disto, pode contribuir para questões relacionadas com problemas do comportamento alimentar no futuro. Nunca é boa ideia usar comida como recompensa, como castigo, como negociação, etc.
A comida deve estar sempre relacionada com alimentação, ou com o estar com outras pessoas, mas nunca relacionada com controlo ou com disciplina. São os pais que ensinam os comportamentos aos seus filhos servindo-lhes como exemplo. O seu filho aprenderá a auto-disciplina e respeito pelos outros pela observação e experiência que tem sobre a maneira como é tratado, e de como os pais interagem com os outros. 
A adolescência do bebê, primeira adolescência ou o famoso “terrible twos” é a fase em que eu passo a me comportar de modo opositivo às solicitações do papai e da mamãe. De repente, eu que outrora era tida como obediente e tranquilo passo a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bato, debato-me, atiro o que estiver à mão e choramingo cada vez que solicito algo. Digo não para tudo, resisto em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões do papai e da mamãe, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atendo aos pedidos e pareço ser sempre do contra.
A causa para esse período é simplesmente o me próprio desenvolvimento natural. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para mim. Até então,eu seguia os modelos e as decisões do papai e da mamãe. Gradualmente, eu passo a me perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por mim. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos do papai e da mamãe. Não é exatamente uma ação consciente , mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de mim como um ser independente do papai e da mamãe. No entanto, ao mesmo tempo em que  eu quero tomar minhas decisões, ainda tenho muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tenho maturidade suficiente. Eu discordo até de mim mesmo! Se me pergunta o que eu quero comer, naturalmente eu responderei: “Macarrão”. Mas, quando chega com o prato de comida, eu digo: “Eu não quero isso!” Suponha que está com pressa para ir a algum lugar. Eu estou de ótimo humor até  dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Eu farei tudo, menos atender a sua solicitação. É uma fase difícil para o papai, mamãe e também para mim. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que eu busco essa identidade, eu não quero desagradar meus pais — por mais que isso não pareça possível.
Como agir quando eu me jogar no chão e gritar em um lugar público, como o supermercado ou o shopping? Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse comigo e me contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que eu aja, o que eu poderei pegar para si etc. Se for a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vamos, como espera que eu me comporte e as consequências para o meu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-me de que só vai conversar depois que eu me acalmar. Opte por disciplinar-me após a birra, que é o momento em que eu estou colocando para fora minha frustração e meu descontentamento. Após eu parar de fazer a birra,  abaixe-se para conversar. É sempre muito importante que eu compreenda o que fiz e o porquê da sua ação. Evite dar broncas e repreender-me na frente de outras pessoas para que eu não me sinta constrangido e não se sinta também. Uma dica para mudar o foco da birra é chamar a minha atenção para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e estiver se sentindo constrangida, tire-me do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.
O que fazer quando eu bato nas pessoas quando sou contrariado? Esse “bater” normalmente é a expressão do meu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que  assim como os adultos, também fico bravo, triste, frustrado e chateado — isso é natural do ser humano. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o meu desenvolvimento emocional e psicológico, o papai e a mamãe devem parar de tentar poupar-me de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que eu consiga lidar com eles. Eu  não nasci sabendo lidar com meus sentimentos, eu testo minhas ações e vou construindo meus modos de agir.
Quando eu bater em alguém, imediatamente devo ser contido e, em seguida, devem abaixar-se na minha altura, olhar fixo em meus olhos e com voz firme conversar que entendem que eu esteja bravo, mas que minha atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para mim, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se eu repetir o comportamento desaprovado,  deverá cumprir o que falou.
 E  se eu bater com a cabeça na parede ou fizer coisas para me machucar porque ouvi um “não”? Em geral,  esse tipo de auto-agressão é  mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, o papai e a mamãe devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter essa ação sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada em baixo da minha cabeça e sair de perto, ou me tire do local onde estou sem conversar e coloque-me num ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a auto-agressão, vou buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade desse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais. Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.
Essa é uma passagem importante, pois na idade de 2 anos a criança desconecta o EU do OUTRO. Antes dos 2 anos, a criança não tem noção exata de quem ela é. Por isso, se olha no espelho e não se identifica na própria imagem. Não sabe que é ela mesma que está vendo. Aos 2 anos essa diferenciação já acontece e ela consegue “controlar” a imagem no espelho.
Nesta fase a criança possui apenas o raciocínio concreto.O abstrato ainda não está formado. Exatamente por isso, que os pais devem cuidar da linguagem que usam. Se você diz “Preciso voar daqui, agora!” ela entende literalmente o que você diz. Ou, “Você parece uma bola de tão gordinho” , faz a criança se imaginar como uma bola. Mas, por que isso é tão importante? Porque, é nesse período que as imagens ficam impressas em nossa mente. Elas podem interferir em nossa imaginação e nos acompanham por muito tempo. É a fase em que o conhecimento das palavras aumenta, e o aprendizado dos nomes do corpo também. A criança já aprende nomes como joelho, pescoço, orelha….e o nome da genitália masculina e feminina. Geralmente, os pais nomeiam corretamente diferentes partes do corpo, mas nessa área, por um constrangimento dos próprios pais, nomes diversos são dados. No caso das meninas, nomes como: barata, aranha, perereca e vassoura aparecem como nomes “alternativos” e para os meninos,: pistola, passarinho, documentos, etc… idem. No caso das meninas, são nomes que sugerem nojomedo e que assustam. São noções passadas e fixadas nesta mente, na fase do concreto e que leva, mais tarde, a encontrarmos adolescentes e jovens com uma imagem distorcida do funcionamento da genitália. Geralmente, apresentam um desconhecimento dessa parte do corpo. Levam uma sensação de “não se pode chegar perto”, é “nojento” ou “não sei direito como funciona”. Se percebe, nesta faixa de idade, o menino segurando seu pênis, frequentemente, com medo de que ele de fato possa “sair voando”. A tentativa de disciplinar o filho com esta atitude, ou “mania”, é frequente. Mas os pais ignoram que este comportamento é causado por eles mesmos. Ou, eles se assustam quando vêm o pai preocupado com seus “documentos” que sumiram.
Como é uma fase onde a criança já começa a perceber o OUTRO, ela já diferencia a expressão de raiva ou de contentamento nos pais. Por isso, não se deve permitir que a criança permaneça no quarto dos pais e presencie a relação sexual, principalmente porque é vista como uma agressão, e não como um ato amoroso. Geralmente, é percebido como uma atitude de agressão do pai, em relação, à mãe.
Como não há pensamento lógico nessa fase, é comum no supermercado a criança segurar um pacote de balas, por exemplo, e não querer largá-lo na saída, no caixa. A mão se desespera, neste momento, interpretando tal atitude como rebeldia. Mas para a criança não existe a conclusão de que, poderá receber depois o pacote de balas. É necessário explicar, e levá-la a observar o processo do caixa, para que ela entenda. Pois ela percebe somente o que vê.
Para entender como o OUTRO se comporta, a criança faz a brincadeira de vestir a roupa da mãe, usar seus sapatos, pois assim vestida como a mãe, ela É a mãe. Então, poderá entender como ela, sua mãe, se comporta. As brincadeiras de pai, mãe, médico, etc… acontecem de maneiras repetidas. Quanto mais ela repetir e fizer esse exercício, mais ela aprenderá o comportamento do OUTRO. É a fase também do Comportamento Aprendido. Se ela machucou a mão e recebeu um carinho, uma atenção maior, ela irá repetir tal fato. Dirá que está com a mão machucada, para novamente receber o mesma atenção. Muitos pais repreendem os filhos, neste momento, imaginando se tratar de uma mentira. Não há nesta fase a consciência do saber enganar o outro. Da mesma maneira que, quando você a proíbe de comer algo e se ausenta. Ela come e como não conclui, não entende como a sua mãe sabe que foi ela que comeu. Também não se trata de “mentiras”. Quando fala sobre monstros, ou conta histórias fantasiosas em excesso. É uma fase de grande imaginação criativa.Como os meninos têm mais atividade cerebral do lado direito, preferem os carrinhos, pois lidam melhor com espaço e movimento. Já as meninas, têm os dois lados em atividade e lidam melhor com emoções e linguagem. Enquanto as meninas falam mais, mesmo sozinhas, os meninos já começam a preferir jogos com maior contato físico. É a fase das mordidas, tapas e dos puxões de cabelo. 
Este é um comportamento percebido como “agressivo”, no entanto, é perfeitamente normal para esta idade. Isto porque o vocabulário ainda não está desenvolvido e a criança manifesta o que quer através deste comportamento. Em situações assim é suficiente, sempre que ela for bater, segurar a mão dela e dizer: “NÃO PODE; ISSO FAZ DODÓI”.
Antes dos 3 anos, NÃO existe socialização. Ela começa a ser formada a partir de 2 anos e se estabelecendo, por volta dos 3 anos. Exatamente, por isso, que o ideal é que a criança inicie a escola somente por volta dos 3 anos (sem prejuízo algum de aprendizado) e assim mesmo por meio período. Nesse período, é importante que a criança fique com a mãe para que tenha um desenvolvimento emocional saudável e equilibrado. Caso a criança inicie a escola é importantíssimo que a mãe faça o processo de adaptaç/ão por completo. São diferenças e características fundamentais que ajudam aos pais a terem maior exatidão na conduta com os próprios filhos.
http://www.desenvolvimentodobebe.com.br/o-que-um-bebe-de-dois-anos-consegue-fazer/
http://brasil.babycenter.com/a3400533/a-crian%25C3%25A7a-de-2-anos#ixzz3ZfzwjIz
http://bebe.abril.com.br/materia/a-terrivel-crise-dos-2-anos
https://artigosdepsicologia.wordpress.com/200903/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/

sábado, 18 de abril de 2015

Páscoa com o Léo..lenda e .pegadas do coelho

Páscoa significa passagem. O dia da Páscoa, foi estabelecido por decreto do Concílio de Niceia (ano de 325), devendo ser celebrada no domingo, após a primeira lua cheia do equinócio, que ocorre no início da primavera, no hemisfério Norte. A Páscoa, da qual dependem todas as demais festas móveis do ano eclesiástico é uma festa móvel, varia o dia a cada ano e a data é sempre comemorada entre os dias 22 de Março a 25 de Abril. É comemorada em vários países. Os espanhóis chamam a data de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques. Para os judeus, a Páscoa (Pessach) é uma antiga festa realizada para celebrar a libertação do povo hebreu, do cativeiro no Egito. As festividades começavam na tarde do dia 14 do mês lunar de Nisan. Era servida uma refeição semelhante a que os hebreus fizeram ao sair apressadamente do Egito.
São vários os símbolos da Páscoa, entre eles o coelhinho e os ovos da Páscoa, existe uma lenda que contempla esses dois símbolos, que é contada às crianças:


Perto da casa do menino Jesus, um passarinho construiu seu ninho. Todas as manhãs, Jesus era acordado pelo alegre e bom canto da avezinha.
Certa manhã, porém, ele foi acordado pelo piar aflito do passarinho. Jesus espiou e viu que a mãe passarinho chorava desconsolada, pois a raposa havia roubado os seus ovinhos.
O menino Jesus ficou triste e saiu pelo campo, pedindo aos bichos que passavam que o ajudassem a encontrar os ovinhos roubados.
-Gatinho, queres ajudar-me a encontrar os ovos da mãe passarinho?
-Não posso Jesus. A minha dona encarregou-me de caçar um rato que sempre rouba queijo todas as noites.
Assim Jesus foi se dirigindo aos animais, mas era inútil. Todos estavam ocupados. O cão cuidava da casa. A formiga trabalhava apressadamente. O grilo estava cansado de pular de galho em galho. Nenhum bicho podia ajudar Jesus. Foi então que o coelho colocou as orelhas para fora da toca e disse:
-Jesus, se quiseres, eu posso-te ajudar.
E saiu a correr até encontrar o esconderijo da raposa. Mas que pena. Ela já havia comido todos os ovinhos. O coelho com pena do passarinho e querendo agradar a Jesus, resolveu pedir um ovinho para cada um dos passarinhos que conhecia e levou a Jesus.
O menino Jesus colocou os ovinhos no ninho da mãe passarinho, que nem desconfiou de nada. Como recompensa, o coelhinho foi encarregue por Jesus, de todos os anos, na Páscoa, distribuir ovinhos para as crianças.

Este ano  por ser a 1ª Páscoa com o caçula, o Léo, foi criada as "pegadas do coelho", uma tentativa de integrar adultos e crianças:

O menino gosta de biscoito Maria por isso foi colocado biscoitos, sobre um guardanapo para que pudesse comer, intercalados nas pegadas começando por uma cenoura com dentadas para ser mais verosímil, como se fosse realmente deixadas por um coelho em 3 locais estavam escondidos uma caixa de ovos de chocolate imitando ovos de verdade, um coelho com um guiso e um coelho para colorir lavável com as canetas e ovos de chocolate, em cada desses locais foi colocado um criptograma com o local aonde estavam escondidos as "caixas" dos adultos (contendo bombons feitos  em casa ' sacos de amêndoas de chocolate e amêndoas tipo francês e um ovo decorativo), sinalizando os locais para chamar a atenção do  Léo foi colocado balões de gás. A brincadeira não resultou porque às vezes que o menino apontava para o biscoito  tinha um adulto (avó e a madrinha) que "cortava o barato" do bebê porque  achavam que não era para deixar ou não ser o momento, depois quando não havia mais clima a mãe e a madrinha da mãe "forçaram" o clima e fizeram com que ele achasse e depois os adultos decifraram e foram encontrar os respectivos "ovos". Como sobremesa teve um  Pão-de-Ló em formato de ovo de chocolate.


A avó do Léo comemorou o seu aniversário no sábado e o bolo foi pensado para ela:

O Léo adorou este bolo da avó (miolo de nozes) inclusive comeu direitinho com a colher e com o garfo (claro que com a vigilância da mãe), mas as tantas cansou e foi com as mãos, ele estava sentado na cadeirinha numa da extremidade da mesa, a outra extremidade estava ocupada pelo Bisavô
O Léo já corre tudo e adquiriu uma nova habilidade ultrapassar um umbral  de uma porta sem tropeçar e subir o degrau da soleira da porta, quando tinha dificuldade estendia a mão pedindo ajuda, se não tinha ninguém por perto para ajudar subia de gatas. 
O Léo adora bolas, ficou encantado com a pilates que o bisavô usa para colocar os pés quando está sentado na sala vendo televisão,  o pai disse que vai ser jogador de futebol, entretanto tem um gesto de colocar o colar longo da mãe no  pescoço que lembra um médico a colocando o estetoscópio no pescoço depois de utilizá-lo de ir examinar o doente, portanto a tia avó disse que ele será um médico.
O Léo ganhou  "monkey bowling" da Chicco, adorou a bola e não a largava, mas preferiu arremessar os "monkies"


http://www.significados.com.br/pascoa/
http://www.historias-infantis.com/lenda-do-coelho-da-pascoa/

sábado, 14 de fevereiro de 2015

18 meses do Bebê


Hoje completo 18 meses, no natal ganhei da minha Madrinha uma mesa e da Miminha o meu primeiro computador, parece que elas combinaram, eu gostei muito. Ando na piscina, adoro estar na água,  adoro passear, agora que ando bem. Estou bem desenvolvido.




 Não se admire se eu não mostrar a mínima intenção de cooperar. É normal que chore e esteja muito inquieto. Agora compreendo ordens simples, tais como "vai buscar os teus sapatos" ou "traz-me uma fralda"? Consigo ouvir e acompanhar uma história simples, olhar para as imagens de um livro. Respondo a pedidos ou jogos simples como o "Onde está". Consigo empilhar blocos. Consigo utilizar utensílios, tais como uma colher ou um garfo, ou utilizar um brinquedo para pegar noutro. Estou começando a dizer "não" e a fazer birras, estes são bons sinais de crescimento emocional e cognitivo. Consigo arrastar um brinquedo pelo chão? Consigo utilizar uma colher e beber por uma caneca. Consigo apontar com o dedo para qualquer parte do corpo quando me pedem.
O meu apetite e o ritmo de crescimento diminuem nos primeiros anos.

Nesse período a criança aprende a falar. Com o feito vem um grande senso de individualidade, e mais algumas mudanças não tão bem vindas. O comportamento do bebê envolve todos.Quando o seu bebê consegue comunicar algumas ideias a você, sua função de criá-lo se torna mais fácil. Você pode perguntar o que está errado e ele responder. O conhecimento que ele possui de apenas algumas palavras pode ir longe, você não precisa mais ler a mente dele e tentar adivinhar o que o está incomodando. Pais espertos se utilizam da habilidade natural de seus bebês de absorver uma língua para tornar seu trabalho mais fácil. Em um exemplo, uma mãe era tão rápida para pegar tudo para o bebê que ele não precisava falar nada. Todas as suas necessidades eram atendidas sem muito esforço da sua parte. Quando o médico sugeriu que ela esperasse o bebê pedir pelo que queria, o menininho passou a conversar em frases de cinco palavras. Nesse caso, a mãe estava sendo eficiente demais ao ler os sinais de seu filho. Bebês muito mais novos utilizam gestos e palavras únicas para fazer entender suas vontades e necessidades. Seu bebê pode ter desenvolvido alguns gestos próprios para expressar diferentes vontades. Muitos bebês de dezoito meses têm comando sobre uma série de palavras. Essas palavras soltas podem significar sentenças completas. Alguns bebês dessa idade combinam palavras, utilizando duas ou três diferentes. Bebês que tendem a ter infecções no ouvido eventualmente têm perda de audição. Se você suspeita de que seu bebê não te escuta ou não entende o que você diz, você deve verificar o que está acontecendo. Algumas vezes, crianças têm problemas de comportamento devido à má audição. Crianças podem ser particularmente difíceis de lidar quando não escutam o que você diz. Para alguns bebês, ter a palavra na cabeça, mas não saindo corretamente, pode ser uma experiência bem frustrante. Existe muita coisa que eles querem dizer mas não sabem como. Para ajudar seu filho, tente não pressioná-lo muito para falar palavras corretamente. Muitas exigências internas e externas são colocadas sobre o bebê de quase dois anos. Esses jovenzinhos não apenas estão tentando dominar o mundo direito, como também estão tentando se tornar usuários competentes da língua. Essa é uma época quando incentivos sutis, segurança e limites firmes são necessários.

Aos dezoito meses de vida eu tenho uma visão egocêntrica do mundo, Vejo-me  como o centro do universo e não sou capaz de ver o mundo sob os olhos de outra pessoa. (O termo egocêntrico, normalmente utilizado para se referir a adultos que só pensam em si, também descreve a visão de um bebê de sua posição de poder no mundo: ele também acredita que o mundo gira ao seu redor). Nessa idade  reconheço que os papais podem fazer tudo por mim. Os adultos servem a um propósito para os bebês: eles são um meio para um fim. Contudo, enquanto que adultos podem dar aos bebês o que eles desejam, eles também podem fazer exigências e estabelecer limites, o que pode ser fonte de conflito. Por exemplo, uma mãe pode pedir a seu filho que domine habilidades de vida independente (como largar a mamadeira à noite, utilizar copo e colher e utilizar o pinico) antes de ele achar que está pronto. A alimentação pode ser um campo de batalha potencial para pais e filhos, com o bebê normalmente vencendo. Bebês podem utilizar a situação da alimentação como uma maneira de controlar os pais. Uma abordagem mais tranquila, permitindo ao bebê escolher a comida e não forçando-o a comer comidas que detesta, pode prevenir problemas de alimentação posteriores. Você pode utilizar alguns truques, como disfarçar as comidas que o bebê não gosta com sabores que agradam, molhando um vegetal em iogurte ou requeijão cremoso, por exemplo.
Uma das primeiras palavras que eu aprendi é "não". Bebês normalmente dizem não ao seu pedido mesmo quando significa sim. Alguns dizem que é mais fácil para o bebê balançar a cabeça para os lados ou para cima e para baixo, mas desafio certamente é o nome do jogo. Todos já vimos bebês de dois anos terem ataques de raiva no meio de uma loja porque não ganharam o que queriam. Esses ataques são perturbadores e embaraçosos, mas são todos parte do crescimento. Embora nunca fácil de se lidar, eles são inevitáveis e todo pai passa por isso. E, sim, a fase irá passar. Esta etapa é caracterizada por uma grande quantidade de oposição. É como se a criança tivesse de fazer o oposto simplesmente como uma comprovação de sua independência. Esse é um passo muito importante do desenvolvimento para a sua criança. É um atestado de que ela tem um senso de si mesma como um indivíduo. Esses tempos difíceis são importantes para ela se separar de você e começar a se tornar uma pessoa distinta.
Padrões de sono estabelecidos podem ser interrompidos nessa etapa. Boa parte do dia é gasta com atividades motoras, correndo e andando, e quando chega a noite seu filho estará cansado demais para ir para a cama facilmente. Além disso, não se surpreenda se ele começar a acordar no meio da noite novamente. Isso pode ser devido ao fato de que o bebê está com medo de estar sozinho. O medo da noite começa próximo dos 18 meses de idade e pode continuar durante o terceiro e quarto ano, mudando em intensidade e conteúdo. Bebês de três anos normalmente contam os sonhos que os acordaram.
Nesses primeiros anos, eu não sei o que é real e o que é fantasia, de forma que passar a noite sozinho e com sonhos pode ser uma experiência assustadora. Mamãe pode minimizar a tendência de choro me acalmando e dizendo que está por perto e irá me proteger. De vez em quando,  me deixar  gatinhar junto até o berço pode me dar  a sensação de segurança e lhe dar uma boa noite de sono.
O medo das crianças pode ser minimizado por brincadeiras imaginativas e livros. Brincar é uma excelente maneira de trabalhar as dificuldades que a criança pode apresentar. Alguns dos medos e preocupações do bebê podem ser trabalhados com vocês brincando juntos. Cada um finge ser um monstro uma vez, que é afugentado pelo outro. Alguns bons livros infantis mostram pequenos meninos ou meninas triunfantes sobre monstros da noite. Além de livros, os pais podem utilizar marionetes para envolver os filhos, mesmo os mais velhos, em reconstituições vivas das preocupações e medos diários. A brincadeira com marionetes elimina parte da tensão associada a discussões sobre assuntos perturbadores da vida real. Colocar as preocupações nas marionetes da brincadeira tornam alguns tópicos proibitivos mais acessíveis.
Ter um ritual de horário de sono consistente é bom para o meu desenvolvimento cognitivo e emocional  e pode oferecer melhores noites de sono tanto para mim quanto para o Papai e a Mamãe.
Tanto bebês de dezoito meses quanto aqueles de dois anos não são muito bons em dividir brinquedos. Isso também é parte do desenvolvimento normal e deve ser visto assim. Da perspectiva do bebê, seus brinquedos são uma extensão dele mesmo. O fato de alguém tirar um brinquedo dele é uma afronta direta à sua integridade, é como se uma parte dele estivesse sendo tirada. Pais provavelmente não são realistas ao pedir que uma criança dessa idade divida um brinquedo com outras crianças. Você pode começar a trabalhar em direção a esse objetivo, mas pode ser muito cedo para esperar alcançá-lo. Uma dica útil é ter alguns brinquedos especificamente para a brincadeira em grupo. Dessa maneira, os brinquedos não parecem pertencer a ninguém. Você também pode reduzir a agressão e as brigas sobre brinquedos com atividades planejadas. Elas devem ser criativas, bagunçadas e divertidas, como pintura à mão ou brincadeira com blocos, areia e material de moldar.
Nesta fase sou muito ritualístico. Poderei ficar  incomodado se a Mamãe não cumprir rotinas exatamente da mesma maneira. Pode me ajudar  mantendo a rotina o mais consistente possível, assim eu não precisarei tentar adivinhar o que vai acontecer a seguir. Também pode-se aliviar transições contando  o que eu devo esperar.
Por isso, as reações da criança a distúrbios na rotina tendem a ser mais intensas do que se acontecessem mais cedo na vida dela. A aflição e obstinação do bebê são, em parte, relacionadas ao início do desenvolvimento da consciência de si mesmo. Para o bebê, pai e criança estão se tornando duas pessoas separadas, o que pode causar um ajuste stressante. O comportamento tipicamente ritualístico de um bebê pode ser devido a sua limitada compreensão da língua. Algumas vezes somos levados a acreditar que bebês de dezoito meses sabem mais do que realmente sabem. De vez em quando, pais reavaliam por que a criança reagiu de determinada maneira. Talvez ela não tenha entendido o que foi dito ou perguntado. Embora bebês entendam boa parte, nem todas as idéias têm o mesmo significado para eles.
As emoções de medo e preocupação podem parecer mais visíveis em bebês de 1 a 3 anos do que nos mais novos. Alguns bebês de dois anos parecem consideravelmente cautelosos quando confrontados com novas situações. Em particular fogos de artifício, aspiradores de pó e outros barulhos altos podem ser assustadores. Bebês nessa faixa de idade ainda não entendem a relação entre causa e efeito, e podem achar que esses acontecimentos ocorreram por causa de algo que fizeram.
Algumas crianças se prendem aos pais até que estejam confortáveis e seguros em um novo ambiente. Ainda em casa, se tudo estiver indo bem, a criança deve ser capaz de sair do seu lado para brincar sozinha em outro quarto. A preocupação da criança e o fato de ela observar você representa o início do senso de realidade. Isso é parte do processo de desenvolvimento, sem o qual a criança não se tornará uma pessoa independente e saudável.
Embora às vezes  seja difícil de lidar comigo, essa é a idade na qual é ainda mais importante ser firme no estabelecimento de limites, consistente nas exigências e estimulante durante os bons e maus momentos. Mamãe seu papel é equilibrar o meu desejo por independência com a minha necessidade contínua de afirmação, amor e afeição.
http://www.dodot.pt/artigos/-/info/details/content.61823/consulta-medica-do-bebe-saudavel-18-meses/
http://saude.hsw.uol.com.br/compreendendo-como-as-criancas-amadurecem7.htm

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

15 meses do Bebê

Hoje faço 15 meses, gosto de estar de pé e estar sentado, procurar alimentos, sozinho, prestar atenção aos objetos e de brincar "onde está o bebê" Mamãe brinque comigo me dê prato, colher, copo e brinquedos de encaixar. Também gosto de ligar sons e de ter audiências, procurar objetos, fazer "torres" com 2 ou 3 blocos. Dê-me atenção, blocos de madeira, uma caixa de guardar brinquedos Agora me interesso pelo que vejo e ouço, sei dizer o nome de diversos objetos que me são habituais, reconheço-me numa fotografia, quero comer sozinho, mas ainda viro a colher ao contrário, palro e gesticulo. Pensando nisso a Miminha tem guardado para me dar "o meu primeiro computador"




Estes 3 meses vivi muitas experiências novas, umas que fazem parte  do meu desenvolvimento normal, por isso muito boas, outras menos boas porque tive que ir várias vezes ao médico, mas vamos a elas: 
*Cerca de 2 semanas após ter completado 1 ano, fui para a escolinha  de bebês (era para ser mais cedo, mas a mamãe só conseguiu um vaga (com ajudinha de Deus, porque as vagas eram inexistente, a procura era muito grande) para esta altura) no centro social da paróquia aonde fui batizado, onde ela, foi Crismada junto com a Madrinha, onde casou com o papai e onde  trabalhou como voluntária até antes de eu nascer. No primeiro dia eu chorei um pouquinho e mamãe também , mas nos outros dias já não chorei, ficava triste assim que deixava de ver a mamãe, mas me adaptei bem, já a mamãe teve muita dificuldade em se adaptar, custava-lhe muito deixar-me lá. As funcionárias contaram para a Madrinha  que eu sou muito fofinho, simpático, todos gostam de me ver, como se ela não soubesse isso. Uma semana depois de ter começado tive febre e pieira, disseram que era uma virose, isso acontece onde existem muitos bebês juntos, basta 1 pegar uma virose para todos ou a maioria também pegar, só que tive que faltar alguns dias, embora durante o dia eu estivesse bem, mas as noites eram difíceis, a mamãe passava noites em claro e depois ia trabalhar, por isso voltei a dormir na casa dos avós, a Madrinha não tinha que ir trabalhar (infelizmente ainda continuava desempregada), quando já estava melhor, voltei para a escolinha, dias depois voltei a ter novamente os mesmos sintomas, a tosse não chegou a passar (é natural ficar com tosse por muito mais tempo, mesmo estando melhor, os médicos dizem ser uma tosse reativa  pela agressão que o aparelho respiratório sofreu). A madrinha percebeu que eu passei a imitar a mamãe colocando o termômetro, para mim isso é uma brincadeira, para a mamãe não foi, estava muito preocupada comigo.
* comecei a dar uns passinhos sozinho, a Madrinha foi testemunha
* Até  passei a gatinhar, coisa que não fazia, porque queria andar logo, mas segundo a versão da Madrinha eu descobri que vou mais rápido pegar o que quero se for de "gatas" do que se for andando, porque foi o que eu observei nos "colegas" da escolinha que ainda não davam passos, mas que gatinhavam
Estou sempre em movimento (nestes 3 meses a criança anda e sobe escadas de gatas. Lembre-se de que embora consiga subir as escadas, não significa que consiga descê-las! É nessa altura que vai precisar de ajuda!). 
As minhas capacidades de comunicação  aumentam a grande velocidade. Utilizarei os gestos e os sons para  mostrar o que pretendo. Poderei apontar para a geladeira quando tiver fome e arrastar até à minha prateleira de brinquedos para indicar o que quero. À medida que for aprendendo acerca dos objetos que me rodeiam, como escovas de dentes e telefones, eu quererei utilizá-los sozinho. Assim como quererei participar mais nas rotinas diárias. Este tipo de envolvimento melhora o meu desenvolvimento a todos os níveis: motor, intelectual, social e emocional. Além disso, irei me divertir imenso em me sentir ligado a mamãe durante as “tarefas de verdade”. Crie várias áreas seguras dentro de casa onde eu  possa explorar sem ficar expostao a nenhum perigo. Entregue à minha imaginação e num ambiente seguro,eu farei todo o tipo de coisas empolgantes: gatinhar sob as mesas, passear à volta de uma mesa baixa, ficar de pé sozinha a praticar o equilíbrio e até dar os primeiros passos sem ajuda. Identifique os meus sentimentos, “Estou zangado por me ter tirado o pau das mãos!”. Narre o que está a acontecer. “Estamos a empurrar a bola de um lado para o outro. Tens a bola… agora tenho eu a bola.”Quando eu pronunciar parte de uma palavra, repita a palavra completa. Quando  eu disser “susu”, diga “Queres sumo.” Ofereça-me brinquedos que representam objectos presentes no seu mundo, como por exemplo comida de brincar, para me ajudar a fazer de “pessoa adulta”. Dê- me à criança a oportunidade de fazer com que as coisas aconteçam. Faça bolas de sabão no exterior, para que eu as possa seguir, apanhar e rebentar. Forneça instrumentos musicais simples, como uma pandeireta ou uma maraca. Inclua-me a  nas actividades do dia-a-dia. Sentir-me-ei orgulhoso e competente quando ajudar a executar tarefas simples, como pôr os guardanapos na mesa. Deixe-me ajudá-la enquanto me veste. Poderei enfiar os braços nas mangas ou colocar os pés dentro dos sapatos e sentir-me-ei muito orgulhoso das minhas proezas. Dê-me uma colher e deixe-me tentar me alimentar sozinho com alimentos moles, como iogurte ou compota de maçã.
Nesta fase estarei  ansioso por observar e brincar com outras crianças. Aprendo imensas coisas importantes através da imitação e descubro como funcionam as relações através da interação.
A tendência crescente  para explorar irá requerer a sua orientação relativamente ao que posso ou não fazer. Existe um número de coisas que eu faço todos os dias… comer, dormir, acordar, vestir-me. Estabeleça rotinas à volta dessas actividades, pois as crianças sentem-se mais à vontade em ambientes estruturados e previsíveis. Além disso, isto ajudará a evitar provas de força nos próximos anos.
Quando eu imito as suas acções – varrendo o chão, mexendo uma colher numa panela de brincar, etc. estou na verdade a dar os primeiros passos no mundo da imaginação e das ideias. Aprendendo a fazer de conta ajuda a criar as bases das capacidades de pensamento avançadas.
Arranje oportunidades para que possa brincar com outras crianças. Os estudos demonstraram que as crianças sentem-se fascinadas por, e aprendem através das outras crianças.Não espere que a criança partilhe com as outras nem me force a fazê-lo – ainda não estou preparado. Pode começar a introduzir a ideia de “partilha de vez” dizendo “Agora é a vez do Eduardo… Agora é a vez do Teddy” enquanto passa o brinquedo de um lado para o outro. Mas se não resultar, não insista! Distraia e desvie a minha atenção! Embora as crianças desta idade entendam “Não! Não toques nisso!” e até parem quando a ouvem dizer isso, ainda não possuem o controlo instintivo que lhes permite evitar repetir a mesma acção. É muito fácil cair na armadilha do “Não” a toda a hora. Por isso, em vez de dizer “Não”, tente desviar a atenção da criança com um brinquedo ou uma actividade, algo a que possa dizer “Sim!”. Estabeleça uma rotina regular na hora de ir para a cama: banho, livro, canção e cama… ou qualquer outra coisa que resulte no meu caso. As actividades em si não são tão importantes como o eu conseguir prever o que vai acontecer e em que altura, sem ter de me preocupar com surpresas. A hora da refeição também é uma boa altura para rotinas. “Antes de sair da cadeira alta, temos de limpar as tuas mãos!”. Incentive o “faz de conta” me ajudando  a montar o cenário e juntando-se a mim na brincadeira. “Estás fazendo o jantar? Posso provar?” Forneça excelentes acessórios. Um bloco pode transformar-se num carro, uma cadeira numa gruta. Demonstre-me o quanto aprecia a minha imaginação.
http://crescer.sapo.pt/bebe/emocoes/dos-12-aos-15-meses

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Deixar a chupeta


A chupeta tem a função de acalmar ou tranquilizar o bebê. Mediante o reflexo da sucção, o bebê encontra satisfação. Para tirar a chupeta é necessário tempo e paciência. A chupeta tem vários benefícios durante a primeira etapa do desenvolvimento do bebê. Alguns estudos revelam que a chupeta evita a morte súbita. Ainda assim, nunca se deve oferecer a chupeta antes do primeiro mês de vida do bebê, até que ele se acostume com o aleitamento. Primeiro o leite materno depois a chupeta.
A altura indicada  para desabituar a chupeta, segundo alguns pediatras  e especialistas da fala afirmam, deve ser aos 12 meses, esta idade marca o início de uma fase de desenvolvimento da fala fundamental. Se o bebê tiver uma chupeta na boca o dia inteiro, terá menos probabilidade de palrar e praticar a fala. Se o bebê ficar dependente da chupeta para adormecer, terá de se levantar e encontrá-la sempre que cair da boca a meio da noite. A chupeta deve ser tirada da criança antes que essa cumpra os dois anos de idade. Nessa idade, a criança já deverá ter um brinquedo para succionar como substituto da chupeta. Isso a ajudará a esquecer-se da chupeta e evitará que recorra aos dedos.
Se for um bebê que já está acostumado à chupeta e o que deseja é tirá-la, não se desespere. A solução é substituir a chupeta que utiliza por um modelo mais ajustável, e que seja menos prejudicial. Aos dois anos de idade, a criança utiliza o chupeta como brinquedo para chupar. Por esta razão, é o momento ideal para que deixe a chupeta. A chupeta não deve ser um brinquedo para ela. Evitar que o bebê continue com a chupeta aos 2 anos de idade, pode evitar problemas de dentição e de fala. A academia de odontologia, organização de dentistas, dedicados ao estudo contínuo da odontologia, recomenda que a criança deixe a chupeta antes de entrar na escola.
Por falar em dentes, uma semana depois de completar 1 ano nasceu o  8º dente do Bebê
Para tirar a chupeta do seu bebê, pode seguir os seguintes conselhos:

1 – Troque a chupeta por copos com canudinho, que melhoram o desenvolvimento da coordenação entre a vista e as mãos, e ajudam a por fim ao hábito da chupeta.

2 – Fale com a criança e recorde-a que já é grandinha, que já vai à escola e que não precisará da chupeta.

3 – Dê metas à criança, como por exemplo, que use a chupeta somente para dormir, e a premeie ao conseguir esses objetivos.

4 – A reafirmação positiva funciona bem com as crianças de mais de um ano. Assim, elogie seu filho quando se comportar como crianças mais grandinhas.

5 – Não se frustre quando não tiver êxito; isso tornará as coisas piores. Se os dentes da criança se movem, fale com o dentista e peça conselhos.
http://br.guiainfantil.com/chupeta/356-como-tirar-a-chupeta-da-crianca.html
http://crescer.sapo.pt/bebe/perguntas-frequentes/quando-deve-o-bebe-deixar-de-usar-chupeta

domingo, 24 de agosto de 2014

Ritual do Batismo...Batizado do Bebê




Ritual da Celebração do Baptismo de uma criança

Retirado do sítio do Secretariado Diocesano de Pastoral Litúrgica de Viseu (www.sdplviseu.web.pt)
Diálogo com os Pais e Padrinhos
Celebrante: Que nome escolhestes para o vosso filho?
Pais: (dizem o nome do filho)
Celebrante: Que pedis à Igreja de Deus para (nome da criança)?
Pais: O Baptismo
Celebrante: Caríssimos pais: Pedistes o Baptismo para o vosso filho. Deveis educá-lona fé, para que, observando os mandamentos, ame a Deus e ao próximo, como Cristo nos ensinou. Estais conscientes do compromisso que assumis?
Pais: Sim, estamos.
Celebante: E vós, padrinhos, estais decididos a ajudar os pais desta criança nesta sua missão?
Padrinhos: Sim, estamos.
Celebrante: (Nome da criança): É com muita alegria que a comunidade cristã te recebe. Em seu nome, eu te assinalo com o sinal da cruz, e, depois de mim, os teus pais vão também assinalar-te com o mesmo sinal de Cristo Salvador.

Celebração da Palavra de Deus
Leitor: Leitura da Profecia de Ezequiel (Ez 36, 24-28)
A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: "Filho do homem, diz à casa de Israel: Assim fala o Senhor Deus: Eu vos retirarei de entre as nações e vos reunirei de todos os países para vos restabelecer na vossa terra. Derramarei sobre vós água pura e ficareis limpos de todos os falsos deuses. Dar-vos-ei um coração novo e infundirei em vós um espírito novo. Arrancarei do vosso peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Infundirei em vós o meu espírito e farei que vivais segundo os meus preceitos, que observeis e ponhais em prática as minhas leis. Habitareis na terra que dei a vossos pais; sereis o meu povo e Eu serei o vosso Deus".
Palavra do Senhor
Todos: Graças a Deus.
Cantor ou Leitor: O Senhor é meu pastor: nada me faltará. (Salmo 22(23), 1-3a.3b-4.5.6)
O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma.
Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo me enchem de confiança.
Para mim preparais a mesa à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça e meu cálice transborda.
A bondade e a graça hão-de acompanhar-me todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre.
Cantor ou Leitor: Aleluia. Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito; quem acredita n'Ele tem a vida eterna. Aleluia.
Celebrante: O Senhor esteja convosco.
Todos: Ele está no meio de nós.
Celebrante: Leitura do santo Evangelho segundo São Mateus (Mt 1,9-11)
Todos: Glória a Vós, Senhor.
Celebrante: Naquele tempo, Jesus aproximou-Se dos seus discípulos e disse-lhes: "Todo o poder Me foi dado no Céu e na terra. Ide e ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a cumprir tudo o que vos mandei. Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos".
Palavra da salvação.
Todos: Glória a Vós, Senhor.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Celebrante: Irmãos caríssimos: Invoquemos a misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo para esta criança, que vai receber a graça do Baptismo, e também para seus pais e padrinhos e para todos os baptizados.
Leitor: Pelo mistério da vossa morte e ressurreição, fazei renascer esta criança nas águas do Baptismo e agregai-a à santa Igreja.
Todos: Ouvi-nos, Senhor.
Leitor: Pelo Baptismo e Confirmação, fazei dela discípulo fiel e testemunha do vosso Evangelho.Todos: Ouvi-nos, Senhor.
Leitor: Pela santidade de vida, levai-a às alegrias eternas.
Todos: Ouvi-nos, Senhor.
Leitor: Fazei dos seus pais e padrinhos, exemplo claro de fé para esta criança.
Todos: Ouvi-nos, Senhor.
Leitor: Guardai para sempre no vosso amor a família desta criança.
Todos: Ouvi-nos, Senhor.
Leitor: Renovai em todos nós a graça do Baptismo.
Todos: Ouvi-nos, Senhor.
Invocação dos Santos
Celebrante: Santa Maria, Mãe de Deus,
Todos: Rogai por nós.
Celebrante: São João Baptista,
Todos: Rogai por nós.
Celebrante: São José,
Todos: Rogai por nós.
Celebrante: São Pedro e São Paulo,
Todos: Rogai por nós.
Celebrante: Todos os Santos e Santas de Deus,

Todos: Rogai por nós.

Oração de Exorcismo e Unção Pré-Baptismal

Celebrante: Deus todo-poderoso e eterno, que enviastes ao mundo o vosso Filho para expulsar de nós o poder de Satanás, espírito do mal, e transferir o homem, arrebatado às trevas, para o reino admirável da vossa luz, humildemente Vos pedimos que esta criança, libertada da mancha original, se torne morada do Espírito Santo e templo da vossa glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Todos: Ámen.
Celebrante: O poder de Cristo Salvador te fortaleça. Em sinal desse poder te fazemos esta unção, em nome do mesmo Cristo nosso Senhor, que vive e reina por todos os séculos.
Todos: Ámen.
(O celebrante unge a criança no peito, com óleo dos catecúmenos.)
Celebração do Baptismo
Monição
Celebrante: Oremos, irmãos caríssimos, para que o Senhor Deus todo-poderoso conceda a esta criança a vida nova pela água e pelo Espírito Santo.
Bênção e Invocação de Deus sobre a Água
Celebrante: Senhor nosso Deus: Pelo vosso poder invisível, realizais as maravilhas nos vossos sacramentos. Ao longo dos tempos preparastes a água para manifestar a graça do Baptismo.
Logo no princípio do mundo, o vosso Espírito pairava sobre as águas, prefigurando o seu poder de santificar.
Nas águas do dilúvio destes uma imagem do Baptismo, sacramento da vida nova, porque as águas significam ao mesmo tempo o fim do pecado e o princípio da santidade.
Aos filhos de Abraão fizestes atravessar a pé enxuto o Mar Vermelho, para que esse povo, liberto da escravidão, fosse a imagem do povo santo dos baptizados.
O vosso Filho Jesus Cristo, ao ser baptizado por João Baptista nas águas do Jordão, recebeu a unção do Espírito Santo; suspenso na cruz, do seu lado aberto fez brotar sangue e água e, depois de ressuscitado, ordenou aos seus discípulos: "Ide e ensinai todos os povos e baptizai-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo."
Olhai agora, Senhor, para a vossa Igreja e dignai-Vos abrir para ela a fonte do Baptismo. Receba esta água, pelo Espírito Santo, a graça do vosso Filho Unigénito, para que o homem, criado à vossa imagem, no sacramento do Baptismo, seja purificado das velhas impurezas e ressuscite homem novo pela água e pelo Espírito Santo.
(O celebrante toca na água com a mão direita e continua:)
Desça sobre esta água, Senhor, por vosso Filho, a virtude do Espírito Santo, para que todos, sepultados com Cristo na sua morte pelo Baptismo, com Ele ressuscitem para a vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.Todos: Ámen.
Renunciação e Profissão de  FéCelebrante: Caríssimos pais e padrinhos: No sacramento do Baptismo, a criança por vós a presentada vai receber do amor de Deus uma vida nova, pela água e pelo Espírito Santo. Procurai educá-la de tal modo na fé, que essa vida divina seja defendida do pecado que nos cerca e nela cresça de dia para dia. Se, guiados pela fé, estais preparados para assumir esta missão, recordai o vosso Baptismo, renunciai agora, de novo, ao pecado e professai a vossa fé em Jesus Cristo, que é a fé daIgreja, na qual as crianças são baptizadas.
Dizei-me, pois: Renunciais a Satanás?
Pais e padrinhos: Sim, renuncio.
Celebrante: E a todas as suas obras?
Pais e padrinhos: Sim, renuncio.
Celebrante: E a todas as suas seduções?
Pais e padrinhos: Sim, renuncio.
Celebrante: Credes em Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra?
Pais e padrinhos: Sim, creio.
Celebrante: Credes em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e está sentado à direita do Pai?
Pais e padrinhos: Sim, creio.
Celebrante: Credes no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna?
Pais e padrinhos: Sim, creio.
Celebrante: Esta é a nossa fé. Esta é a fé da Igreja, que nos gloriamos de professar, em Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Todos: Ámen.

Baptismo

Celebrante: Quereis, portanto, que (nome da criança) receba o Baptismo na fé da Igreja, que todos, convosco, acabámos de professar?
Pais e padrinhos: Sim, queremos.
(O celebrante baptiza a criança, dizendo:)

(nome da criança), EU TE BAPTIZO EM NOME DO PAI, E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO.

Ritos Explicativos

Unção depois do Baptismo Celebrante: Deus todo-poderoso, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que te libertou do pecado e te deu uma vida nova pela água e pelo Espírito Santo, unge-te com o crisma da salvação, para que, reunido ao seu povo, permaneças, eternamente, membro de Cristo sacerdote, profeta e rei.
Todos: Ámen.(O celebrante unge a criança, no cimo da cabeça, com o santo crisma.)
Imposição da Veste Branca
(Nome da criança): Agora és nova criatura e estás revestido de Cristo. Esta veste branca seja para ti símbolo da dignidade cristã. Ajudado pela palavra e pelo exemplo da tua família, conserva-a imaculada até à vida eterna.
Todos: Ámen.

(Reveste-se a criança com roupa branca. Não se admite outra cor.)

Entrega da Vela Acesa

Celebrante: Recebei a luz de Cristo.
(O pai ou o padrinho acende a vela no círio pascal)
Celebrante: A vós, pais e padrinhos, se confia o encargo de velar por esta luz, para que este menino, iluminado por Cristo, viva sempre como filho da luz, persevere na fé e, quando o Senhor vier, possa ir ao seu encontro com todos os Santos, no reino dos céus.
"EFFETHA"
Celebrante: O Senhor Jesus, que fez ouvir os surdos e falar os mudos, te dê a graça de, em breve, poderes ouvir a sua palavra e professar a fé, para louvor e glória de Deus Pai.
Todos: Ámen.
Conclusão do Rito
Procissão até ao Altar
Canta-se: Vós que fostes baptizados em Cristo, estais revestidos de Cristo. Aleluia, aleluia.
Oração Dominical
Celebrante: Irmãos caríssimos: Renascido pelo Baptismo, este menino é chamado, e é de verdade, filho de Deus. Pela Confirmação, há-de receber um dia a plenitude do Espírito Santo; aproximando-se do altar do Senhor, participará da mesa do sacrifício de Cristo; membro da Igreja, há-de chamar a Deus seu Pai. Em nome dele, no espírito de filhos adoptivos que todos recebemos, ousamos agora rezar como o Senhor nos ensinou.
Todos:
Pai nosso, que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino;
seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação;
mas livrai-nos do mal.
Bênção e Despedida
Celebrante: Deus todo-poderoso, que, por meio do seu Filho Unigénito, nascido da Virgem Santa Maria, alegra as famílias cristãs com a esperança da vida eterna, Se digne abençoar esta mãe, agradecida pelo dom do seu filho para que persevere com ele em acção de graças para sempre, em Jesus Cristo, Nosso Senhor.
Todos: Ámen.
Celebrante: Deus todo-poderoso, que dá a vida no tempo e na eternidade, abençoe o pai desta criança, para que, juntamente com a esposa, pela palavra e pelo exemplo seja para seu filho a primeira testemunha da fé, em Jesus Cristo, Nosso Senhor.
Todos: Ámen.
Celebrante: Deus todo-poderoso, que, pela água e pelo Espírito Santo, nos fez renascer para a vida eterna, abençoe com infinita bondade estes seus fiéis, para que sejam, sempre e em toda a parte, membros vivos do seu povo e gozem da sua paz, em Jesus Cristo, Nosso Senhor.
Todos: Ámen.
Celebrante: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo.
Todos: Ámen.
Celebrante: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Todos: Graças a Deus.
Canta-se um cântico que exprima a alegria pascal ou o Magnificat de Nossa Senhora.

http://www.paroquiabenedita.org/liturgia/baptismo/ritualbaptismo




O  meu baptizado foi espetacular,  eu estava um princepizinho, com a roupa que a Madrinha me deu, camisinha branquinha casaco em tons prateado, até gravatinha eu tinha. Antes de ir para a Igreja foi a sessão de fotos. Durante a Cerimônia do Batismo eu fiz valer o ditado popular “as 3 é de vez” e também testar a paciência do Padre: Na hora em que o padre foi colocar a água na minha cabeça dizendo “eu te ba…” eu tirei a cabeça, ele voltou a dizer, eu novamente tirei a cabeça, a 3ª vez eu já fiquei quietinho, porque vi o que era, tinha água, eu gosto muito de brincar com a água e além disso estava muito calor. Depois de tirarmos mais fotos com o grupo, nos dirigimos para o restaurante, a Madrinha, o Padrinho deram balões azuis para colocar no carro e ninguém se perder. Eu cheguei dormindo, depois a vovó me deu a sopinha, enquanto os convidados “beslicavam “e bebiam alguma coisa, dormi de novo, assim Papai, Mamãe , Madrinha e Padrinho puderam comer tranquilamente,  a nossa mesa era do Rei Leão (cada mesa tinha um nome,  a do bisavô e dos irmãos dele foi “a Espada era Lei” a da Miminha era “101 Dálmatas”, a identificação da mesa (um anjinho azul, segurando a identificação da mesa, filmes  Wall Disney, com  uma breve descrição da história) foi feita pela Mamãe, ela é muito talentosa, o placar também foi feito por ela. Depois do almoço, teve a sessão de dança, eu dancei um pouquinho, assim como a Miminha também, afinal foi a Madrinha que fez a seleção das músicas, se a Bisavó fosse viva, ela e o Bisavô também dançariam, assim o Bisavô ficou jogando cartas a sombra de uma árvore, o Vovô também jogou, mas depois foi dançar com a Vovó. o outro vovô me colocou para andar na gangorra e depois  no "vai à Lua" o Papai também sentou  e ajudou a empurrar, gostei muito. Depois foi posta a mesa do jantar, cada um foi se servindo, entretanto seguiu-se a "sessão cinema", a Madrinha preparou um Datashow com  os momentos que marcaram este ano de existência, fiquei olhando bem atento, todos aplaudiram, eu também bati palmas, aliás, gosto de bater palmas e que todos também  batam, observo a todos quem não bate eu arranjo um jeito de fazer com que bata também.











Eu procuro imitar a todos,  gosto de provocar sorrisos  nas pessoas com as minhas gracinhas: 1-Aprendi com o Padrinho a bater com o dedo na palma da mão, só não sei repetir como ele "a pitinha põe o ovo e o Leo papa-o todo" e "peço" para todos fazer, batendo com o dedo na palma da minha mão.
2- Aprendi a fazer "índio" batendo com a mão na boca e "peço" para as pessoas fazerem
3- Aprendi a fazer o gesto a bater com a mão na cabeça ao dizer " eh carapau"



Por fim foi o bolo, a música de parabéns, o Papai me deu a provar um pedacinho tão pequeno que nem se via estava muito gostoso, com miolo de amêndoas.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

1º ano do Bebê

Hoje é dia de festa, dia do meu 1º aniversário, estou pronto para aprender a andar,explorar, conhecer, experimentar tudo o que está a minha volta: Pessoas, objetos, lugares. A minha principal tarefa é aprender a coordenar a musculatura do corpo para andar, quero andar o dia inteiro e  nunca canso. No início, ando com os braços para cima para buscar equilíbrio, e com o tempo, vou baixando. 
Apesar de ser cedo, a Miminha me deu um triciclo que é dobrável e fácil do papai ou mamãe transportar .
Entre um e dois anos de idade vou desenvolver especialmente o meu aprendizado. Nesse período de vida, as mudanças físicas não são tão evidentes quanto as intelectuais e as comportamentais. É hora de aprender.
Eu precisada ajuda da mamãe e do papai para aprender a andar. Segure-me por baixo dos braços para eu dar os primeiros passos. Conforme estiver mais confiante, segure apenas pelas mãozinhas. Com o tempo e o progresso do andar, solte uma das mãos até que eu consiga caminhar sem ajuda. Se eu cair tentando andar, me ajude a levantar, mas não faça disso um drama. Se eu sentir o medo do papai e da mamãe,eu terei medo de tentar novamente. Façam com que sinta confiança e segurança e me mostrem que cair e levantar é natural.
As descobertas são muito importantes para o meu desenvolvimento. Deixe-me abrir os embrulhos dos presentes que ganhar. Apenas dê uma ajudinha. Esconda os brinquedos e me ajude a procurar
A natação pode ser um excelente exercício agora tenho 1 aninho,tenho um reflexo excelente de bater braços e pernas quando me segura com a cabeça para fora d’água. Com essa idade eu não tenho medo, então aproveite a oportunidade para me ensinar a nadar desde cedo.
Com 1 ano eu viro uma esponjinha e imito tudo o que observo. Lembre-se que aprendo muito mais com o que vejo fazer do que com o que ouço dizer. Não adianta dizer para eu comer toda a comida e deixar a sua própria sobrar no prato. Como eu imito as atitudes dos pais, é importante que me dêem bons exemplos. Uma boa maneira de fazer isso é guardar os brinquedos no lugar na hora de dormir e pedir “por favor” e dizer “obrigado” para a mim. 
Minha linguagem está se aperfeiçoando. Em geral, com 1 ano completo falo em média 6 palavras e consigo imitar alguns sons que o papai e a mamãe ensinam, como o au-au do cachorro. Com o tempo, aprendo a apontar as partes do corpo quando o papai e a mamãe falam o nome e identificam objetos em livros infantis.
Já tenho capacidade para fazer muitas coisas: coopero enquanto me vestem, seguro um copo, tento usar a colher. Por volta dos 15 meses começarei a imitar o adulto em algumas tarefas do dia a dia. Faço coisas para mostrar que já sou grande como tentar pentear o cabelo com uma escova, falar no telefone celular de brinquedo, varrer o chão com uma vassourinha.
Um dos meus passatempos prediletos é jogar objetos no chão de propósito. Se a mamãe pega e me devolve, repito a mesma coisa milhares de vezes, achando que é uma brincadeira.
É comum eu pegar o brinquedo dos amiguinhos, mas não querer emprestar os meus. Outra característica interessante dessa fase é que adoro me exibir e, para isso, imito gestos e atitudes que provocam risadas.
Nessa fase, o meu gênio está mais evidente e posso ter acessos de raiva, bater a cabeça, me jogar no chão, dar chutes.
Esse comportamento deve ser repreendido pelos pais e analisado, pois sempre há um motivo para os acessos de raiva.
A minha  1ª festa será 2 em 1 (Anos e Batizado, se bem que não é no dia mesmo), uma comemoração em grande estilo, mas para mim será um pouco confuso, muita gente a minha volta, a maioria adulta, não que faça diferença, se fosse crianças seria o mesmo, eu ainda não sei brincar com outras crianças.  A Miminha pensou que eu estaria na casa do vovô, como sempre estive desde que a mamãe começou a trabalhar, pensou em fazer uma festa só para mim, com a minha madrinha, pensou no bolo (um que eu pudesse comer um pouquinho) :

A Miminha  planejou  uma festa simples com chapeuzinho, bandeirinhas festivas, música com volume suave o tempo todo.
1- Balões
Balões cheios de ar pela sala e  depois jogar para mim, inclusive deixar cair na minha cabeça, dando toques no balão de forma a que ele esteja sempre no  ar.
2- Abrir presentes
Presentes

espalhados pela sala para eu abrir, claro com ajuda dela ou da Madrinha, incluindo o do Batizado

3-" Língua de sogra"
A Madrinha e a Miminha sopram perto de mim para eu tentar pegar.
4- Bolinhas de sabão
A Madrinha e a Miminha fazem bolinhas de sabão (claro que distante de mim) apenas para que eu me divirta vendo as bolinhas coloridas a flutuar no ar.
5- Cantar os parabéns
A Madrinha me aproxima da vela faz um pedido por mim, sopra a velinha e apaga junto comigo, nessa altura a Miminha joga confeti.

Só que a Madrinha revelou que no dia eu estaria na minha casa, o papai está  de férias e a mamãe também vai entrar de férias, portanto a Miminha retrocedeu e decidiu não por em pratica o que planejou,  não seria viável, embora a Madrinha gostasse da ideia, tanto que disse que iria falar para mamâe.

Brincadeiras que poderiam ser incluídas na festa de 1º ano:
1- Os nome ( a partir de 4 meses) => Objetivos: reconhecer o próprio nome
1. Cante músicas na qual possa colocar os nomes das crianças, como: “Se Eu Fosse um Peixinho”, “A Canoa Virou”, “Ciranda, Cirandinha”
2. Procure chegar perto da criança cujo nome está sendo cantado; 3. Bata palmas e faça gestos enquanto canta.
2- Barbante do barulho (a partir de 1 ano) => objetivo: desenvolver a coordenação e a audição Material: pote de plástico com tampa, barbante, sementes (arroz, feijão), fita adesiva:
1. coloque sementes no pote de plástico e cole a tampa e passe fita adesiva para reforçar;
2. Amarre um barbante no pote, deixando um cordão de uns 60 cm
3. A criança deverá enrolar o barbante no pote plástico, conforme enrola escutará o barulho das sementes.
Observação: para a essa atividade indicamos a música Enrola Bola de Rubinho do Vale 
3 - Meu caminho colorido (a partir de 1 ano) => Objetivos: explorar sensações e materiais; registro gráfico
Material: papel pardo e sagu no sabor uva ou morango
Pinte com o sagu os pés das crianças para que elas a imprimam sobre o papel. As crianças irão imprimir os pés enquanto caminham sobre o papel.
4 - Na trilha sonora (a partir de 5 meses) => Objetivo: Estimular a audição musical
Material: aparelho de som e cds com musicas variadas
1. Coloque músicas variadas: infantil, clássica, sertaneja, pop...
2. Em cada música faça um movimento para crianças, batendo palmas, levantando os braços, mexendo a cabeça, cantando.
5 - Caixas sortidas (a partir de 6 meses) => Objetivos: desenvolver os sentidos e noção de tamanho e peso.
Materiais: papelão, caixa de leite, tesoura, fita crepe e papéis coloridos . As caixas poderão ser montadas de papelão, ou com caixas de leite com fita crepes nas laterais e encapadas com papéis coloridos.
1. A criança deverá colocar uma caixa dentro da outra, e enquanto levanta uma caixa, ou carrega as caixas, terá noção de peso e de tamanho. 2 a 4 anos de idade A criança de 2 a 4 anos de idade mesmo não conseguindo efetuar operações, já usa a inteligência e o pensamento. Ela é capaz de representar as suas vivências e a sua realidade, através de diferentes significantes: o jogo, o desenho, a linguagem, imagem e pensamento.
6-Brinquedos Colantes* Agora que o bebê já é capaz de pegar seus brinquedos, proponha um desafio, tornando a tarefa um pouco mais difícil. Veja se ele consegue resolver o seu próprio problema!
Materiais: 
Papel “contact” transparente
Vários brinquedos pequenos, mas grandes o suficiente para não serem engolido. => objetivo: Desenvolvimento motor grosso e fino; Solução de problemas
Modo de fazer:
1. Corte uma tira de papel “contact” transparente, de mais ou menos 61 centímetros de comprimento.
2. Retire o papel protetor da parte traseira do papel “contact”.
3. Coloque o papel “contact”, com o lado que gruda virado para cima, no chão.
4. Coloque alguns brinquedos de tamanho médio, por exemplo, uma boneca de plástico, um livro de capa dura, um pedaço de quebra-cabeça, etc. na parte do papel que tem cola.
5. Leve o bebê até os brinquedos e coloque-o sentado perto deles.
6. Tente tirar um brinquedo do papel e mostre ao bebê que você não está conseguindo. Peça ajuda.
7. Observe o bebê enquanto ele tenta descobrir o que está acontecendo e enquanto tenta descobrir como tirar os brinquedos do papel.
Segurança: Observe o bebê enquanto ele explora o papel, para que ele não cubra o rostinho. Caso ele comece a sentir-se frustrado, mostre como retirar os brinquedos do papel.
7- Gatinhando no Túnel => Objetivo: Desenvolvimento motor grosso ; Solução de problemas
Gatinhar é uma aventura do desenvolvimento do bebê, uma capacidade que abre as portas de um novo mundo para ele, que passa a explorar o seu ambiente de várias formas. Faça para ele um túnel simples, com obstáculos que o desafiem enquanto ele aproveita essa nova experiência. 
Materiais:
3 caixas de papelão, grandes o suficiente para que o bebê gatinhe facilmente através delas
Tesoura
Fita isolante
Bichinhos de pelúcia ou um cobertor