quarta-feira, 14 de maio de 2014

9 meses do Bebê

Hoje completo 9 meses, as descobertas e experiências vão se somando, há 10 dias atrás pela primeira vez pisei na areia da praia, fiz buracos com os pés, quando a mamãe me colocou sentado na areia. Adorei! dá próxima vez vou experimentar a água do mar, sei que vou gostar.
A vovó e a madrinha vão me levar ao médico, para a consulta dos 9 meses, para ver como estou me desenvolvendo bem depois vou poder experimentar o ovo. Eu devo estar pesando cerca de 10kg (são em média 15g por dia).
Estou quase andando. Nesta etapa, conseguirei subir escadas gatinhando e me movimentar de pé apoiando-se em móveis (há crianças de 9 meses que chegam a dar alguns passinhos, mas ainda com ajuda). Também estarei aprendendo a dobrar os joelhos e a me sentar depois de já estar de pé (uma operação mais difícil do que se imagina!). Uma maneira de  me ajudar nessas primeiras caminhadas é se posicionar na na minha frente, a uma curta distância, com as mãos esticadas encostando nas minhas mãos, para que ande na sua direção. Outro bom exercício é usar um daqueles carrinhos em que eu possa me apoiar e empurrar (fique de olho em modelos que sejam estáveis e tenham uma base de sustentação larga). Outro equipamento para esta fase é o andador, mas ele provoca polêmica entre os especialistas, pois boa parte deles o considera prejudicial para o desenvolvimento das pernas e dos pés. Se  decidir me colocar  num, limite o tempo e tome cuidado extra para prevenir acidentes, principalmente quando houver escadas e obstáculos no piso. O andador pode virar e causar ferimentos graves, em especial na cabeça. Não deixe de me incentivar a treinar andar sem o andador. É indispensável que a casa seja segura para mim. Coloque travas em portas de armário que não queira que sejam abertas, já que sou automaticamente atraído por esse tipo de coisa.

Sapatos
 A maioria dos especialistas acredita que os sapatos não são necessários até que eu esteja passeando na rua com frequência. Andar descalço é algo que não só fortalece o peito do pé e os músculos do pé e da perna  (evitando que eu tenha pé chato), como pode colaborar para o equilíbrio.

Aprender na brincadeira
Eu já coloco objetos em uma caixa e consigo tirá-los de lá. Para que eu possa praticar isso, dê-me um balde de plástico e alguns bloquinhos coloridos (que não sejam pequenos demais para não haver risco de serem engolidos). Nesta fase, adoro brinquedos com partes removíveis ou com compartimentos que abrem e fecham. Ganhei da Miminha um carrinho que tem um telefone, que é móvel e as teclas tocam música e fala algumas palavras, por exemplo "alô"


Carrinhos que possam ser arrastados de um lado para o outro são divertidos tanto para meninos como para meninas.
 Observe que se me tirar um brinquedo, vou protestar, à medida que aumenta minha habilidade de expressar necessidades e desejo.
Aos 9 meses cerca de metade das crianças gosta de dar um brinquedo a outra pessoa só para pegá-lo de volta depois. Seja companheira nessas horas de diversão. Tente rolar uma bola no chão para mim e veja se eu jogo de volta. Com peças que podem ser empilhadas, eu terei a opção de colocar uma em cima da outra ou de lhe dar uma delas.
Treinando para ficar longe do papai e da mamãe
A ansiedade de separação chega a um pico entre este período e os próximos meses. Embora seja normal que um bebê de 9 meses demonstre forte ligação com você e rejeição a outras pessoas, esse elo pode decepcionar avós e outros parentes. Ajude seu filho a se sentir mais confortável e espere que ele manifeste o interesse de ir no colo de alguém.
Se o seu bebê chupa o dedo ou uma chupeta para se acalmar em situações mais stressantes, não se preocupe. A sucção é uma das únicas maneiras que os bebês conhecem para se tranquilizar.
Viagens
Esta costuma ser uma idade difícil para se viajar com bebês. Crianças pequenas gostam de rotina, algo que tende a ser alterado durante viagens. Se for viajar, esteja preparada para um companheiro possivelmente irritado e, ao mesmo tempo, apegado. Tenha uma série de coisas para distraí-lo durante a jornada, como livrinhos, brinquedos que fazem barulho e, o mais importante, aquele famoso ursinho de pelúcia ou outro objeto de estimação. Se seu filho gosta de chupetas, é bom ter várias à mão, já que elas parecem sumir justo quando você mais precisa.
Compreensão da linguagem
A enxurrada de palavras que ouço desde o nascimento começa a surtir efeito. Nesta etapa, o entendimento de longe supera a fala, embora os meus sons  cada vez mais se assemelhem a palavras de verdade, incluindo aquele esperado "ma-ma". Só não se anime demais, já que essas sílabas provavelmente são só mesmo sons repetidos.
O seu tom de voz ainda faz mais sentido para mim do que as palavras em si. Mas, quanto mais  conversar comigo - ao preparar o jantar, no carro ou enquanto se veste --, mais eu aprendo sobre a dinâmica da comunicação. Um estudo chegou a apontar que um dos maiores fatores para se prever a inteligência futura é medir a quantas palavras uma criança é exposta diariamente. É óbvio que a conversa dos outros ou horas à frente da TV não contam. O que vale para seu filho é ouvir palavras e o uso da língua de forma interativa.
Começo a entender o sentido do "não", só que dificilmente vou obedecer. Ao meu próprio nome, contudo, eu respondo sim, olhando em volta ou interrompendo o que estou fazendo para ver quem chamou.

Caso seu filho tenha nascido prematuro, é provável que você observe que ele leva um pouco mais de tempo para fazer as mesmas coisas que outras crianças de idade similar. Não se preocupe, a maioria dos médicos avalia o desenvolvimento de um prematuro conforme a idade corrigida e acompanha seu progresso levando isso em conta.
http://brasil.babycenter.com/a800112/o-beb%C3%AA-de-9-meses#ixzz2xlPfrv00

sexta-feira, 9 de maio de 2014

A 1ª Páscoa do Bebê

Este ano passei a primeira  Páscoa, na realidade a segunda (o ano passado ainda era um embrião dentro do útero da mamãe) na casa do bisavô, ganhei minhas primeiras amêndoas (é claro que ainda não como amêndoas, mas elas tem prazo de validade alargado, mamãe vai guardá-la para quando eu puder comer, embora não seja recomendado por causa do açúcar, não devemos  comer muito açúcar, porque afeta a nossa saúde oral e saúde em geral), elas vinham dentro de uma cestinha com dois coelhinhos branquinhos de pelúcia que tocavam música suave e se moviam, muito fofinho!
Gostei de rever todo o pessoal que vi no Natal, participei na busca do ovo perdido, isto é, a mamãe me representou.
Gosto muito de ser embalado, ouvindo uma música cantada, num sussurro, só para mim, primeiro na vertical, depois eu vou lentamente escorregando até ficar aconchegado, para o lado esquerdo, aí é só dar um jeitinho e já adormeço suavemente, mas se param de cantar ou me colocam logo a seguir no berço/cama, acordo de imediato chorando. A Miminha cantou 3 músicas, duas delas a madrinha da minha madrinha cantava e ensinou para ela e para a mamãe.

1- Para ser feliz
(pequeno mundo) 
PARA SER FELIZ É PRECISO TER
ESSE CÉU AZUL NA IMENSIDÃO 
É FAZER DAS TRISTEZAS ESTRELAS A MAIS 
E DO PRANTO UMA CANÇÃO 
HÁ UM MUNDO BEM MELHOR 
TODO FEITO PRA VOCÊ
É UM MUNDO PEQUENINO 
QUE A TERNURA FEZ
HÁ UM MUNDO BEM MELHOR
TODO FEITO PRA VOCÊ
É UM MUNDO PEQUENINO 
QUE A TERNURA FEZ

PARA SER FELIZ É PRECISO TER
ESSE CÉU AZUL NA IMENSIDÃO 
É FAZER DA TRISTEZAS ESTRELAS A MAIS 
E DO PRANTO UMA CANÇÃO 
HÁ UM MUNDO BEM MELHOR 
TODO FEITO PRA VOCÊ
É UM MUNDO PEQUENINO 
QUE A TERNURA FEZ
HÁ UM MUNDO BEM MELHOR
TODO FEITO PRA VOCÊ
É UM MUNDO PEQUENINO 
QUE A TERNURA FEZ
      C                    G7
it's a world of laughter, a world or tears

                            C
its a world of hopes, its a world of fear

                       C7               
theres so much that we share

         F          Dm
that its time we're aware

      G7                C
its a small world after all



CHORUS:
C                    G7
its a small world    after all

                   C           
its a small world  after all

      C7            F        Dm
its a small world   after    all

      G7           C
its a small, small world
 2-  Um dia uma criança me parou

  Padre Zezinho



Um dia uma criança me parou,
olhou-me nos meus olhos a sorrir.
Caneta e papel na sua mão,
tarefa escolar a cumprir.
E perguntou no meio de um sorriso
o que é preciso para ser feliz?
(Refrão)
Amar como Jesus amou,
Sonhar como Jesus sonhou,
pensar como Jesus pensou,
viver com Jesus viveu.
Sentir o que Jesus sentia,
sorrir como Jesus sorria
E ao chegar o fim do dia
eu sei que eu dormiria muito mais feliz.
Ouvindo o que eu falei ela me olhou e
disse que era lindo o que eu falei. Pediu
que repetisse, por favor, que não falasse
tudo de uma vez. E perguntou no meio
de um sorriso o que é preciso para ser
feliz.
Depois que eu terminei de repetir, seus
olhos não saiam do papel. Toquei no seu
rostinho e a sorrir pedi que ao transmitir
fosse fiel. E ela deu-me um beijo demorado
e ao meu lado foi dizendo assim.
Tom: D
  
    D                   A
Um dia uma criança me parou
                              D
Olhou-me nos meus olhos a sorrir
                          A
Caneta e papel nas suas mãos
                         D
Tarefa escolar para cumprir
  D                      G
E perguntou no meio de um sorriso
     D       A      D
O que é preciso para ser feliz?

Refrão:
  D              G
Amar como Jesus amou
   A         D
Sonhar como Jesus sonhou
   D            A
Pensar como Jesus pensou
   Em       A7     D
Viver como Jesus viveu

   D          D7     G
Sentir o que Jesus sentia
   A                D
Sorrir como Jesus sorria
 Bm          Em
E ao chegar ao fim do dia
      A                D
Eu sei que dormiria muito mais feliz

   D                             A
Ouvindo o que eu falei ela me olhou
                                  D
E disse que era lindo o que eu falei
                              A
Pediu que eu repetisse por favor
                             D
Que não falasse tudo de uma vez
  D7                       G
E perguntou de novo num sorriso
            D          A     D
O que é preciso para ser feliz?

(Refrão)

   D                           A
Depois que eu terminei de repetir
                           D
Seus olhos não saíam do papel
                               A
Toquei no seu rostinho e a sorrir
                               D
Pedi que ao transmitir fosse fiel
  D7                       G
E ela deu-me um beijo demorado
          D           A       D
E ao meu lado foi dizendo assim:

(Refrão)
3- Belo para mim

Alberto Costa

Belo pra mim
É criança a brincar
Ouvir mil canções
Numa concha de mar
É chuva caindo
É campos em flor
E acima de tudo
É o amor
Belo pra mim
Quando estou a sofrer
E as trevas da alma
Começam a crescer
É saber com alegria
Que além, muito além
A espera de mim
Existe alguém
Tom: C
  
C            Am        Dm           G7
Belo pra mim é criança a brincar
        C              Am            Dm           G7
É ouvir mil canções numa concha de mar
     C          Am      Dm           G7
É chuva caindo, é campo em flor
     C           Am  Dm  G7
E acima de tudo é o  amor

C            Am                   Dm       G7
Belo pra mim, quando estou a sofrer
       C           Am     Dm              G7
E a treva na alma começa a crescer
           C                Am         Dm             G7
É lembrar com alegria que além, muito além,
        C          Am   Dm  G7  C
À espera de mim existe alguém.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

8º Mês do Bebê


Hoje com 8 meses, sento, mostro que quero gatinhar, mas ainda não comecei a fazer, entretanto já quero ficar de pé com auxílio dos móveis, tem bebês que  se movimentam pela casa se arrastando sentado. Se ficar perto de um sofá, provavelmente vou me agarrar às bordas com todas as minhas forças para levantar. Essa mobilidade toda se traduz em muitos tropeções e quedas. Essa é uma parte inevitável da infância e, embora, mamãe por vezes fique com o coração na boca, tente aproveitar esta etapa em que eu exploro e descubro meus limites. Reprimindo seus desejos mais profundos  de me proteger a todo custo, vai permitir que eu cresça e aprenda por conta própria. Agora, é fundamental que a casa seja um ambiente seguro para mim. Entre outras coisas, deve se certificar de que objetos frágeis estejam posicionados em segurança (para que não caiam) e que móveis menos firmes fiquem em locais em que eu transito pouco. Retire qualquer objeto pequeno que eu possa enfiar no nariz, no ouvido ou na boca.
Nesta fase o uso das mãos são marcantes, começo a procurar objetos no chão e usar o dedo para apontá-los. Também já consigo usar os dedos para pegar um pedaço de comida e segurá-la com a mãozinha fechada. Além disso, aprendi a abrir a mão para deixar objetos caírem no chão. Estou aprimorando a capacidade de pegar pequenos objetos entre o polegar e o indicador ou o dedo médio.
Sou mais emotivo, a partir de agora as minhas emoções ficam mais evidentes, faço gracinhas, como mandar beijos para pessoas conhecidas, e tendo a repeti-las se for aplaudido. Nos próximos meses, vou aprender a avaliar e imitar seu estado de humor. Ao ver alguém chorando, é possível que chore também. Dê bastante aconchego ao bebê : carregue-o sempre, abrace-o, e tenha bastante contato físico (pele com pele), para estimular um senso de segurança e bem estar no bebê.Preste atenção ao humor dele. Aprenda a "decifrar" suas manifestações: atenda-o quando estiver irritado e compartilhe com ele os momentos em que ele estiver contente.
Separação dos pais
Nesta idade, a maioria dos bebês já dá sinais de ansiedade de separação. Seu filho pode ficar mais tímido ou preocupado perto de desconhecidos, especialmente quando estiver cansado ou irritado. Nos momentos em que você não está por perto, ele demonstra chateação. Mesmo que seja desagradável, essa separação é importante. Ao se afastar, você ajuda no desenvolvimento da confiança do seu bebê e na formação de elos emocionais dele com outras pessoas.
Quando sair, me beije e abrace e diga que vai voltar. Caso eu fique assustado ou comece a chorar, não tenha dúvidas em reconfortar-me e assegurar que volta mesmo. É duro não começar a chorar quando eu choro, mas, se  não resistir, vai apenas prolongar o meu sofrimento. Nessas horas, é bom ter por perto uma outra pessoa com quem eu esteja familiarizado. Se o bebê fica ansioso no momento de se separar de você à noite, procure reservar um tempinho a mais para estar com ele, segurá-lo no colo, ler ou cantar uma música antes de colocá-lo de vez para dormir.Alguns bebês lidam melhor com separações do que outros, dependendo do temperamento. Cada criança é de um jeito, e cada uma precisa de determinada quantidade de atenção. Você conhece seu filho melhor do que ninguém, portanto siga seus instintos e não se sinta culpada por dar mais atenção se achar necessário.
Esta é a idade de explorar vários objetos:
Grande parte dos bebês passa agora a explorar as variáveis de um objeto, chacoalhando, batendo, deixando cair no chão e atirando para longe, antes de voltar ao bom e velho método de colocar qualquer coisa na boca. O conceito de que dá para fazer alguma coisa com um objeto está vindo à tona, então é uma boa hora para ter em casa brinquedos com muitas partes para bater, apertar, virar e abrir.
Neste estágio, as crianças gostam de ver coisas caindo, sendo apanhadas (por você, claro) e depois sendo jogadas no chão novamente. Seu filho não está só tentando te provocar, por mais que pareça; ele simplesmente acha esse espetáculo sensacional e vai querer vê-lo muitas e muitas vezes.
O bebê também entende a relação entre os objetos. Ele percebe, por exemplo, que coisas menores cabem em maiores. Seu filho vai achar com facilidade alguma coisa que você escondeu e conseguirá apontar para a imagem certa quando o nome de um objeto for dito. Nos próximos meses, o bebê vai começar a usar as coisas para a finalidade correta: a escova para o cabelo, o copinho para beber e o telefone de brinquedo para encostar no ouvido e "falar" seus sons favoritos.
A minha visão agora é praticamente igual à de um adulto em clareza e percepção de profundidade. Embora enxergue melhor de perto do que de longe, vejo o suficiente para reconhecer pessoas e objetos do outro lado da sala.
O ritmo do desenvolvimento não é igual em todos os bebês, caso seu filho tenha nascido prematuro, é provável que você observe que ele leva um pouco mais de tempo para fazer as mesmas coisas que outras crianças de idade similar. Não se preocupe, a maioria dos médicos avalia o desenvolvimento de um prematuro conforme a idade corrigida e acompanha seu progresso levando isso em conta. 
Evite ao máximo submeter o bebê a situações stressantes ou traumáticas (físicas ou psicológicas)
Certifique-se de que as outras pessoas que cuidam dele entendam a importância de desenvolver um relacionamento baseado em amor e bem estar para o bebê, e também de que lhe dêem atenção e cuidados constantes.
Dizer adeus
Cada bebé parece ter a sua própria forma de dizer adeus. Alguns, em particular ao princípio, abrem e fecham o punho deixando antever um gesto. Outros esticam os braços para cima ou abanam a cabeça de um lado para o outro. É preciso uma certa motricidade fisica para acenar como uma Rainha (ou do Papá e da Mamã).
Por vezes, a mãe irá notar que o bebé começa a dizer adeus muito depois de ela o ter feito e de ter retomado as suas actividades. Embora cómico, este é um sinal positivo. O bebé está a processar a ideia de dizer adeus e a experimentá-la, mesmo que a pessoa à qual diz adeus não consiga ver e já tenha saído há muito. Este é um passo, ou melhor um gesto, na direcção certa.
Ensine o bebê a fazer "tchau" com as mãozinhas e a balançar a cabeça para dizer "sim" e "não"
Explorador
Eu sou curioso adoro explorar, mas não espere que a minha atenção dure mais de dois ou três minutos de cada vez.
Como futuro caminhante adorarei treinar as pernas dando pontapés numa bola grande
O gatinhar
Normalmente, as fases do gatinhar acontecem como se segue: da posição sentada para a posição de gatas, o balanço para trás e para a frente, e finalmente o empurrar com o joelho — e então começa a deslocar-se para a frente (ou para trás). No entanto, existem imensas variantes deste processo. Muitos bebés nunca chegam a gatinhar de todo. Simplesmente levantam-se e acabam por se tornar suficientemente fortes para sustentarem o corpo e começarem a caminhar (andam segurando-se aos móveis). Outros desenvolvem um estilo de gatinhar que mais se parece com os soldados a arrastarem-se entre os arbustos ou macaquinhos a deslocarem-se sobre os dedos das mãos e dos pés. De uma forma ou de outra, o bebé em breve se tornará cada vez mais rápido.
Proporcione-lhe muito espaço para se mover com segurança. Pense em reposicionar os móveis de grandes dimensões (em particular aqueles que têm cantos bicudos), como por exemplo as mesas baixas, durante algum tempo, a fim de proporcionar um bom espaço aberto. Quando o bebé começar a gatinhar regularmente, pense em instalar uma espécie de percurso de obstáculos com almofadas e caixas para que possa aguçar ainda mais as suas capacidades motoras.
Começar a andar
Quando o bebê começar a ficar de pé sozinho, você pode achar estranha a postura dele. A barriga é protuberante, e as costas ficam envergadas e oscilando para frente e para trás. Embora pareça esquisito, essa postura é perfeitamente normal e só vai se firmar mais quando o bebê desenvolver um maior senso de equilíbrio, entre os 12 e 24 meses de vida.
O pé do bebê é chato porque com esta idade ele é recoberto por uma grossa camada de gordura. Mas entre o segundo e o terceiro ano de vida, a gordura some e a curvatura do pé vai aparecer
Esta é uma proeza que requer força e equilíbrio, motivo pelo qual demora algum tempo. A maior parte dos bebés passa um certo tempo de pé segurando-se aos móveis, sem conseguir dar um passo em frente. Outros rapidamente descobrem que podem caminhar – dando alguns passos hesitantes de cadeira para cadeira. Assim que o bebé passar para esta fase, pense em mudar ou rodar alguns móveis para que os possa utilizar como apoios para se deslocar numa sala. Esta disposição criativa ajudará a estimular a sua confiança e, à medida que os passos se forem tornando menos hesitantes, poderá começar a colocar as cadeiras na sua posição habitual e a encorajar os passos sem apoio.
A maior parte dos bebés dá os primeiros passos independentes por volta do primeiro aniversário, mas há uma grande margem para a concretização deste marco de desenvolvimento. Alguns bebés começam a andar aos 7 ou 8 meses, enquanto outros, também perfeitamente normais, só começam a dar um ar da sua graça por volta dos 17 ou 18 meses.
Nesta altura peso cerca de 9,5 quilos (1kg acima da média para mina idade e e meço cerca de 70 centímetros (As meninas pesam, em média, 250 g menos do que os meninos (6,25 kg a 8,25 kg). Por volta dos 12 meses, os bebês tendem a triplicar o peso com o qual nasceram e medem de 71 a 81 cm de altura. O tamanho da cabeça aumentará menos que nos primeiros seis meses. O tamanho médio da cabeça aos 8 meses é de 45 cm de circunferência; aos 12 meses é de 47 cm. Contudo, cada bebê tem seu ritmo próprio de desenvolvimento). Como quatro vezes ao dia e é muito frequente que neste mês eu  tenha problemas de sono. Não quero ficar sozinho na minha cama e não entendo que está na hora de ir dormir. Eu tentarei que me tire do berço chorando e gritando, mas deverá acostumar-me a dormir a horas.
Eu gosto de jogos familiares e rir nos momentos adequados. Sou capaz de antecipar momentos. Giro a cabeça se ouvir o meu nome e estenderei os braços para que me peguem. Já sou capaz de dizer adeus com as mãos. Ajude-me  a compreender a vida quotidiana, explicando-me todas as suas rotinas. Utilize a hora das refeições e do banho como indicativo das actividades especiais: “É hora de comer, é hora do banho”.
Mobilidade
Com ajuda as suas pernas são capazes de suportar o seu peso. Pode sentar-se uns dez minutos e inclinar-se para os lados e para a frente sem perder o equilíbrio. Pode rodar de lado a lado, mas é incapaz de colocar-se de pé quando está sentado. Ajude a criança a colocar-se de pé quando está sentada, dobre os seus joelhos e pernas. Ajude-a a passear entre os móveis, colocando-os próximos. Incentive o seu filho a segurar-se a algum móvel baixo. Os seus movimentos tornam-se cada vez mais refinados. Utiliza os seus dedos para explorar: cada vez coloca menos coisas na boca. Possui a habilidade de inclinar-se para a frente e recolher com facilidade objectos pequenos.
habilidades sociais
Mostro timidez perante estranhos e sou reticente ao facto de alguém que não conheço pegar-me ao colo. Lembre-me das pessoas que conheço bem, se não o fizer pessoalmente, faça-o pelo telefone. Arranje um telefone de brincar para que eu brinque com ele. Fico contente se me prepara para sair de casa. 
Respeite o bebê quando ele não se sentir à vontade na presença de pessoas estranhas.Faça com que o bebê veja outras crianças com os respectivos pais.
Linguagem

Cada vez percebo melhor o que me dizem, pelo que deverei repetir o que me diz. Comece a juntar sons como “t” e “d”; para me ajudar , repita palavras que comecem por ambas as letras. Posso imitar o som de algum animal se o fizer (um cão, um gato). Leia contos de animais, imitando os seus sons (leia o "livro do cãozinho" que a Miminha me deu)     também gosto de ler o livro do papai




Converse com o bebê durante as trocas de fraldas, no banho, na hora de comer, durante as brincadeiras, passeios, e mesmo no carro, usando sempre a linguagem dos adultos, Se você fala outro idioma, use-o em casa
.
Alimentação
A alimentação nesta idade é muito parecida à dos 7 meses. A única variação é a introdução do peixe até ao final do oitavo mês. Ao inicio dê só uma vez por semana numa porção de 30 a 40 gramas, juntando-o na sopa de verduras (substituindo a carne do almoço). Muitas crianças não gostam de peixe, mas é ideal para os bebés porque é de muito fácil digestão.
Jogos estimulantes
  • Leia um livro ou uma revista. As crianças gostam que leiam para elas.
  • Nomeie distintas partes do corpo e peça-lhe que faça o mesmo.
  • Gatinhe junto da criança e imite os seus movimentos para que os repita.
  • Dê um tambor pequeno ao seu filho para que ele brinque. Dessa forma irá perceber a regra da causa-efeito.
  • Estimule o bebê a brincar com blocos, que ajudam a desenvolver a coordenação entre as mãos e os olhos, a atividade motora e o senso de competência
  • Leia para ele todos os dias
  • Brinque de esconde-esconde para desenvolver a memória do bebê 
  • Passe um tempo sentado no chão brincando com o bebê todos os dias 
  • Dê a ele brinquedos educativos e apropriados à idade dele, mas que sejam também seguros
http://www.minhavida.com.br/familia/materias/11667-15-dicas-para-garantir-o-pleno-desenvolvimento-do-seu-bebe
http://brasil.babycenter.com/a800100/o-beb%C3%AA-de-8-meses#ixzz2xlPLagrs
http://crescer.sapo.pt/bebe/etapas-de-desenvolvimento/o-seu-bebe-tem-8-meses-primeira-semana
http://crescer.sapo.pt/bebe/etapas-de-desenvolvimento/o-seu-bebe-tem-8-meses-quarta-semana
http://www.todopapas.com.pt/bebe/desenvolvimento-do-bebe/o-meu-bebe-com-8-meses-2390

segunda-feira, 10 de março de 2014

Bronquiolite

Mamãe iniciei o sexto mês com Bronquiolite, para entender o que  acontece é necessário conhecer o aparelho respiratório:




Nariz e cavidade do nariz
As duas cavidades por onde o ar entra no sistema respiratório são chamadas de fossas nasais. São separadas por uma cartilagem chamada cartilagem do septo, formando o septo nasal. Os pêlos no interior do nariz retém as partículas que entram junto com o ar. É composto de células ciliadas e produtoras de muco. O teto da cavidade nasal possui células com função olfativa. Nesta região, a mucosa é bem irrigada e aquece o ar inalado.
Faringe
A faringe pertence tanto ao sistema respiratório como ao sistema digestivo. Através das coanas (abertura posterior do nariz esta ligada com a cavidade do nariz e através das fauces (garganta), com a boca. Liga-se com o ouvido médio pelas tubas auditivas. Liga-se também com a laringe e com o esôfago. Antes de ir para a laringe, o ar inspirado pelo nariz passa pela faringe.
Laringe
A laringe é um tubo cartilaginoso de forma irregular que conecta a faringe com a traquéia. Situa-se na parte superior do pescoço. A laringe possui uma estrutura cartilaginosa que chama epiglote, que trabalha para desviar das vias respiratórias para o esôfago os alimentos deglutidos. Caso não ocorra este desvio, o alimento é expelido com uma tosse violenta.
Na laringe encontramos as cordas vocais, que são pregas horizontais na parede da laringe. Entre as cordas vocais há uma abertura chamada glote e é por ela que o ar entra na laringe, provocando uma vibração nas cordas vocais e produzindo som. Na face anterior do pescoço forma-se a proeminência laríngea, chamada de pomo de Adão, que é mais visível nos homens que nas mulheres.
Traquéia
A traquéia é um tubo de aproximadamente 12 cm de comprimento e 2,5 de diâmetro e suas paredes são reforçadas por uma série de anéis de cartilagem que impedem que as paredes se colapsem.
A traquéia bifurca-se na sua região inferior, originando os brônquios.
O epitélio é formado por células ciliadas e células secretoras. Estes cílios servem para remover as partículas e microorganismos que entram com o ar inalado. O muco produzido pelas células secretoras serve como uma barreira também.
Pulmão
O ar entra pelo nariz, vai para a nasofaringe, chega até a laringe (cordas vocais) e, já no pescoço, desce por um tubo que se chama traquéia. Dentro do tórax, a traquéia divide-se em dois tubos chamados brônquios - um vai para o pulmão direito e outro para o esquerdo. Cada brônquio, no trajeto dentro do pulmão, vai se ramificando e tornando-se cada vez mais estreito. A estes tubos de ar, diminutos, que espalham o ar nos pulmões chamamos de bronquíolos.
Os brônquios penetram no pulmão através do hilo. Esses brônquios ramificam-se várias vezes, originando os bronquíolos, que penetram no lóbulo pulmonar e ramificam-se, formando os bronquíolos terminais, que originam os bronquíolos respiratórios, que terminam nos alvéolos pulmonares.
A bronquiolite é uma doença que se caracteriza por uma inflamação nos bronquíolos e que, geralmente, é causada por uma infecção viral.
Na bronquiolite, após ocorrer o dano nos bronquíolos, um processo de cicatrização começa a ocorrer.
O processo de reparo do dano pode ter um curso muito variável, podendo levar ao estreitamento ou distorção das vias aéreas (bronquíolos). Os alvéolos, que estão em situação adjacente aos bronquíolos são quase sempre afetados. Eles são responsáveis pela troca dos gases - entra o oxigênio e sai o gás carbônico.
Existem várias causas para a bronquiolite. Dentre elas, estão:
  • Danos pela inalação de poeiras
  • Fogo
  • Gases tóxicos,
  • Cocaína,
  • Tabagismo,
  • Reações induzidas por medicações,
  • Infecções respiratórias.

Com certeza, a bronquiolite após infecções respiratórias é a situação mais freqüente e predomina nas crianças pequenas. Normalmente, afeta crianças de até dois anos de idade, sendo que a maioria dos casos ocorre entre 3 e 6 meses de idade.
O vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal microorganismo envolvido nesta doença. Ele pode causar infecções pulmonares também em adultos saudáveis. Estas infecções costumam ser leves, mas, em crianças ou pessoas com fraqueza do sistema de defesa do organismo, podem ser graves.Contudo, a taxa de mortalidade desta doença diminuiu significativamente na última década.
Dentre outros vírus que podem causar bronquiolite estão o parainfluenza, o influenza e o adenovírus.
O vírus sincicial respiratório (VSR) pode causar infecção no nariz, garganta, traquéia, bronquíolos e pulmões.
A infecção pelo VSR, tipicamente, causa sintomas leves como os da gripe em adultos e crianças maiores. Já nas crianças com menos de um ano, o VSR pode causar pneumonia ou uma infecção frequente na infância: a bronquiolite.
O vírus sincicial respiratório é muito contagioso e se dissemina de pessoa a pessoa, por meio do contato das secreções contaminadas do doente com os olhos, nariz ou boca do indivíduo sadio. O doente, ao levar sua mão à boca, nariz ou olhos, acaba contaminando as suas mãos e, ao tocar em outras pessoas, a doença se espalha.
O indivíduo sadio também pode se infectar ao respirar num ambiente onde um doente, ao tossir, falar ou espirrar, deixou gotículas contaminadas com o vírus dispersos no ar.
A bronquiolite é uma doença sazonal – é mais freqüente nos meses de outono e inverno.
Os fatores de risco para o desenvolvimento da doença, :
  • Ter menos que 6 meses de idade
  • Exposição à fumaça do cigarro
  • Viver em ambientes com muitas pessoas
  • Prematuridade – nascimento antes de completar 37 semanas de gestação
  • Criança que não mamou no peito

Os sintomas mais comuns da doença são:
  • Tosse intensa
  • Febre baixa
  • Dificuldade para respirar - incluindo chiado no peito (sibilância), movimentos respiratórios rápidos ou, até mesmo, apnéia (parada respiratória prolongada entre os movimentos respiratórios)
  • Vômitos (nas crianças pequenas)
  • Irritabilidade
  • Diminuição do apetite;
  • Cianose - é a coloração azulada da pele que costuma aparecer em torno da boca e na ponta dos dedos, quando a dificuldade respiratória é grave;
  • Dor de ouvido (nas crianças)
  • Olhos avermelhados por uma inflamação conhecida como conjuntivite;
  • Batimento de asas do nariz – movimento das narinas (abrindo e fechando) que ocorre em situações de dificuldade respiratória na criança pequena.
O diagnóstico é feito através do exame do paciente, dos sintomas referidos por ele ou pelos seus pais. A radiografia do tórax poderá ajudar a firmar o diagnóstico ou descartar outros. Existe um exame da secreção do nariz ou dos pulmões que pode confirmar a presença do vírus sincicial respiratório.
Adultos e crianças grandes com infecção pelo VSR geralmente não precisam de tratamento.
Medicações para alívio dos sintomas podem ser utilizadas. Contudo, nenhuma medicação tem se mostrado realmente eficaz para mudar a evolução de uma bronquiolite por VSR.
Crianças pequenas podem necessitar de internamento em hospital para tratamento e acompanhamento do curso da doença. O tratamento é de suporte, utilizando oxigênio. Há a possibilidade de se usar a adrenalina por inalação com bons resultados. Broncodilatadores (que podem facilitar a entrada e a saída do ar dos pulmões) e corticóides (potentes anti-inflamatórios) podem ser usados na tentativa de melhorar a situação. Todavia, vários estudos não demonstraram benefício nesta situação. Casos graves em crianças pequenas podem evoluir para insuficiência respiratória e requerer ventilação mecânica, onde um aparelho ajuda a manter a respiração da criança.
Em casos graves, estas crianças poderão receber também um medicamento que combate o vírus: a ribavarina. Esta medicação não é usada como rotina no tratamento, somente em casos especiais, solicitada pelo médico. Se usada precocemente no curso da doença, os sintomas podem desaparecer dentro de uma semana e a dificuldade na respiração melhora em torno do terceiro dia.
Normalmente, os sintomas da doença desaparecem dentro de uma semana e a dificuldade na respiração melhora em torno do terceiro dia.
Contudo, um grande número de crianças, depois de uma provável crise de bronquiolite por VSR, continuam com chiado no peito intermitente assim como ocorre na asma. Esta é chamada de sibilância recorrente pós-bronquiolite. É uma situação problemática que necessita do manejo criterioso do seu médico.
Evitar contato com as pessoas doentes poderá prevenir alguns casos, já que sabemos que a infecção por este vírus, algumas vezes, ocorre de forma epidêmica em comunidades.
A lavagem freqüente das mãos também ajuda a prevenir novos casos da doença.
As crianças que freqüentam creches enfrentam um risco maior devido ao contato com outras crianças infectadas.
A maioria dos casos de infecção pelo VSR não tem como ser prevenida. Até o momento, não existem vacinas disponíveis. Contudo, existem medicações – como a imunoglobulina anti-VSR - que podem ser utilizadas naquelas crianças com grande risco de desenvolver tal doença. Informe-se com seu médico se sua criança poderá se beneficiar com o uso de tais medicações.
Os sintomas começam entre o 3º e o 7º dia depois de contrair o vírus. Começa normalmente como um catarro, com febre e obstrução do nariz. Entre o 2º e o 4º dia, o vírus estende-se aos brônquios e bronquíolos, causando irritação e estreitamento destas vias respiratórias, o que faz com que a criança tussa e emita uma espécie de pieira quando respira. Além disso, a criança afectada respira mais depressa (como se tivesse um ataque de asma) e com mais dificuldade. Geralmente, nesta fase a febre já diminuiu, embora em alguns casos possa persistir. A maioria das crianças nestas condições têm pouco apetite e as mais pequenas podem ter problemas inclusive para mamar ou tomar o biberão, pois cansam-se ao não conseguirem respirar bem. Além disso, habitualmente dormem mal ou têm um sono muito leve e despertam várias vezes. Normalmente, a pieira melhora num período que vai dos 3 aos 7 dias, mas a obstrução do nariz pode durar mais e a tosse pode persistir até 1 ou 2 semanas. 
Requer atenção pediátrica imediata se:
• Respirar cada vez pior.
• Se observar um afundamento dos espaços situados entre as costelas quando respira.
• Tiver os lábios roxos ou azulados.
• Não conseguir mantê-la desperta.
Requer atenção pediátrica em horas de consulta se:
• Não quiser beber/comer como antes.
• Tiver febre alta (mais de 39°).
• Se queixar de dores de ouvidos ou se puxar plas orelhas e estiver irritável.
• Tiver muita tosse e mucosidade.
Tratamento em casa:
A maioria dos lactantes pequenos com bronquiolite não necessitam de um medicamento específico, mas sim de paciência e de cuidados que lhes permitam respirar e beber de uma forma mais cómoda e fácil. Em climas muito secos, é recomendável pôr um vaporizador ou um humidificador no quarto onde a criança dorme para a ajudar a manter as fossas nasais desobstruídas. Este aparelho contribuirá para que as secreções sejam mais fluidas e fáceis de eliminar. A água do vaporizador não deve estar quente, já que tal não é necessário e poderia causar-lhe queimaduras se, acidentalmente, se derramasse em cima dela.
Para ajudá-la a respirar, pode aspirar-lhe o nariz de vez em quando (cada 2 ou 3 horas) depois de lhe administrar gotas de soro fisioloogico nas fossas nasais. Também é útil levantar-lhe um pouco a parte superior do colchão do berço e colocar algo por baixo. Assim, a mucosidade diminuirá um pouco e não se acumulará tanto no nariz enquanto dorme. Se tiver dificuldade em mamar, tomar o biberão ou comer, dê-lhe tomas mais pequenas e mais frequentes. Pense que, nestas condições, a ingestão de líquidos (água, leite ou sumos) é mais importante que a de sólidos.
Para aliviá-la, pode utilizar-se o Paracetamol (antitérmicos-analgésico) em gotas orais se a febre exceder os 38,5°, mas não deve dar-se aspirina a crianças com infecções virais (consulte o seu médico antes de dar qualquer medicamento). Em casos graves, o bebé com bronquiolite pode necessitar de internamento numa clínica para que lhe sejam administrados medicamentos que dilatem os brônquios e a ajudem a respirar.
As crianças com mais de 6 meses de idade, se existir muita obstrução brônquica que dificulte uma correcta ventilação, melhoram após a administração de broncodilatadores em inalação, com uma câmara adequada para cada idade. O referido tratamento é necessário e deve ser administrado nos casos mais graves (embora as crianças mais pequenas possam não responder a esses fármacos). Por vezes, deve-se associar algum anti-inflamatório ao tratamento, bem como uma correcta ingestão de líquidos e lavagens nasais.
A bronquiolite é causada por vírus e, por conseguinte, os antibióticos não são eficazes. No entanto, o seu filho/a pode precisar deles se também tiver uma infecção bacteriana associada (por exemplo, uma infecção de ouvidos). Como a tosse ajuda a desobstruir as vias aéreas, não se encontra indicado o uso de medicamentos que suprimam a tosse (antitússicos); pelo contrário, podem ser prejudiciais. Em todo o caso, os medicamentos broncodilatadores, especialmente se existir dificuldade respiratória ou muita pieira, abrandarão e aliviarão a tosse. Também deve evitar-se o uso excessivo de descongestionantes nasais, visto estes medicamentos poderem tornar as secreções mais espessas e ter efeitos colaterais prejudiciais nas crianças pequenas.
As crianças com bronquiolite são a principal fonte de transmissão da doença, especialmente durante os primeiros dias, quando têm febre, tosse e espirram. As mucosidades nasais e a saliva podem ser contagiosas durante 1 semana ou mais. Na verdade, não há muito a fazer para evitar que as crianças transmitam ou contraiam este tipo de infecções respiratórias. Eliminar os lenços de papel sujos após o seu uso, assim como uma boa lavagem das mãos, pode ajudar a diminuir a transmissão no seio familiar.
Se a bronquiolite for leve, normalmente não é necessário limitar as actividades do seu filho/a porque as crianças adaptam muito bem, por si só, a sua actividade ao seu estado geral. Os bebés e as crianças pequenas poderão regressar ao infantário quando já não tiverem febre, se alimentarem normalmente e se sintam bem (uma tosse ou uma secreção nasal persistentes não são motivo suficiente para ficarem em casa).
Bronquite e  alergia
A bronquite, especialmente se for frequente, pode ser difícil de distinguir de uma alergia, pois os sintomas são idênticos. As alergias tendem a provocar uma secreção de mucosidade relacionada com as mudanças de estação ou com o contacto com o pó, a humidade, etc. A alergia é acompanhada de tosse seca com pieira, espirros muito frequentes e/ou seguidos, irritação dos olhos e lacrimejar abundante. As crianças com alergia não têm febre, rouquidão nem dores musculares. E, contrariamente à constipação, as alergias normalmente duram mais de duas semanas e podem desencadear-se mais bruscamente após a exposição ao elemento que as provoca (pó, pólen, etc.) Uma vez que o tratamento das infecções respiratórias virais e da alergia é diferente, consulte o médico em caso de dúvida.

Observação: As crianças podem inalar pequenos objectos, que, caso cheguem aos pulmões, originarão a pieira semelhante à da bronquiolite. Se o seu filho/a apresentar dificuldade em respirar de forma repentina depois ou enquanto estiver a brincar com objectos pequenos, dirija-se às urgências.

O vírus da gripe pode provocar complicações graves, sobretudo do tracto respiratório inferior –pneumonias e broncopneumonias- em pacientes propensos (idosos, asmáticos, vítimas de cardiopatias ou imunodeficientes). As constipações e as bronquites virais são causadas por diferentes tipos de vírus, diferentes do vírus da gripe –e, portanto, impossíveis de prevenir com a vacinação antigripal-, que também provocam, em crianças pequenas ou mais crescidinhas, catarro ou outras doenças agudas das vias respiratórias (o Vírus Respiratório Sincitial (VRS), por exemplo, é o agente causal mais comum da bronquiolite, seguido do vírus Parainfluenza).
Há mais de 200 tipos diferentes de vírus da constipação –diferentes dos vírus que podem causar a gripe-, sendo os mais frequentes os do grupo de Rhinovirus, por isso não é de surpreender que se possa contrair esta doença com alguma frequência. A época do ano típica em que as constipações aparecem é de Setembro a Maio, período durante o qual algumas pessoas susceptíveis podem apanhar 4 a 8 constipações. Isso depende de vários factores, como a idade, a coexistência de alguma doença crónica, especialmente se afectar o aparelho cardiorespiratório ou ao nível das defesas do organismo. Na infância, a frequência ou não de um infantário ou a presença de irmãos que o frequentam podem ser factores determinantes na incidência do contágio de constipações. Por norma geral, se a criança frequentar o infantário antes de completar um ano, apanhará 1 constipação por semana; se for antes dos 2 anos, 1 cada 2 semanas, e assim sucessivamente.
Geralmente, as infecções agudas das vias respiratórias são contagiadas por outras crianças (é mais comum entre as que frequentam o infantário), pelos irmãos mais velhos ou por outros membros da família nos quais a doença se manifesta como um simples catarro. O vírus contagia-se quando a pessoa infectada espirra ou tosse, expulsando as secreções que contêm o vírus, e estas entram em contacto com a criança directa ou indirectamente (por exemplo, depositam-se na superfície de uma mesa, ou em brinquedos ou outros objectos nos quais a criança toca, e depois leva as mãos à boca ou ao nariz).
Jogar fora os lenços de papel sujos depois de usados, assim como uma boa lavagem das mãos, podem ajudar a diminuir a transmissão no seio familiar.
As bronquites, especialmente se forem frequentes nas crianças mais pequenas, podem ser difíceis de distinguir de uma alergia, pois os sintomas são idênticos. As alergias tendem a produzir uma secreção de mucosidade relacionada com as mudanças de estação ou com o contacto com o pó, humidade, etc. A alergia é acompanhada de tosse seca com sibilos ou pieira, espirros muito frequentes e/ou seguidos, irritação nos olhos e lacrimejar abundante. As crianças com alergia não têm febre, rouquidão nem dores musculares. E, ao contrário da constipação, normalmente as alergias duram mais de duas semanas e podem desencadear-se mais bruscamente após a exposição ao factor que as provoca (pó, pólen, etc.).
A bronquite consiste numa inflamação dos brônquios, que se contraem se estiverem inflamados – com “pieira” ou sibilos ao respirar- e podem causar dificuldade respiratória mais ou menos grave, que por vezes requer medicação de urgência. A pieira normalmente melhora ao fim de 3 a 7 dias, mas a obstrução nasal pode durar mais e a tosse pode persistir até 1 ou 2 semanas.
Existe a crença comum de que as crianças se constipam por “apanharem frio”, “saírem com o cabelo molhado”, “devido à corrente de ar” ou ao “ar frio”, mas não passam de crenças sem grande fundamento, já que está mais do que provado que a causa das constipações são vírus que se transmitem de pessoa para pessoa. Na verdade, o que acontece é que os vírus que causam a constipação comum estão mais presentes durante os meses de frio e reproduzem-se melhor a baixas temperaturas. O contágio dá-se de criança para criança e é favorecido pela convivência em colectividades (colégios e, especialmente, infantários).
Pelo facto de uma criança ter sempre catarro não quer dizer que você tenha feito algo “mal”. É provável que se deva à combinação de diversos factores: em primeiro lugar, à imaturidade do sistema de defesas ou imunitário próprio dos lactantes a partir dos 6 meses de idade, coincidindo com a diminuição das defesas ou anticorpos que a mãe lhe passou no fim da gravidez. Além disso, contraem um maior número de constipações se frequentarem infantários ou se tiverem irmãos mais velhos que o frequentem. Uma constituição alérgica também pode estar implicada, assim como a presença de um crescimento excessivo das vegetações (ou adenóides) e das amígdalas.
A medicação anti-inflamatória com corticóides é muito útil para tratar os sintomas nos estados inflamatórios agudos das vias respiratórias: bronquite obstrutiva ou asmática e laringite. O seu uso em ciclos curtos de 3 a 5 dias não requer precauções especiais, pois não criam “habituação”. A interrupção brusca após o uso crónico de anti-inflamatórios pode comportar um risco maior, que se evita diminuindo as doses de forma gradual em 1 ou 2 semanas.
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?50#ixzz2tOGHKzjH

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Primeiros dentes do Léo

Mamãe fiquei mais "velhinho" começaram os problemas da idade, estou com 2 deles:
1. Bronquiolite- Graças a Deus estou recuperando, tive que receber  "fuminhos" (tratamento com corticóide, um poderoso anti inflamatório e um broncodilatador através da nebulização-aerossóis).
2. Erupção dos dentinhos {A história começa dentro do útero. Durante a gravidez, o bebê adquiriu os chamados botões dentários, as fundações dos dentes-de-leite (ou dentes decíduos, no termo técnico). Esses botões começam a romper a superfície da gengiva em algum momento entre os 3 e os 12 meses. O mais comum é o primeiro dentinho -- um sinal inegável de que seu bebê está crescendo -- por volta dos 6 meses, que é também o momento em que a dieta dele passa a incluir alimentos sólidos. Quando tiver 3 anos, a criança terá a boca cheia de dentes, e já poderá escová-los sozinho (com um pouco de ajuda) -- um passo importante no caminho para assumir seus cuidados pessoais.}que  faz com que eu tenha os sintomas, embora os especialistas não chegaram a um entendimento se realmente são causados pelo rompimento dos dentes:

  • "Baba" (aumento da saliva que pode depois provocar uma irritação na pele ao redor da boca)
  • Inchaço e sensibilidade na gengiva
  • Irritabilidade e mau humor
  • Tentativa de morder tudo o que está pela frente
  • Falta de apetite
  • Problemas para dormir
  • Hábito de puxar a orelha ou colocar o dedinho dentro da orelha (a dor na gengiva costuma irradiar para essa área e o bebê coloca o dedinho ali porque algo o está incomodando)
  • Apesar de alterações no cocô, nariz escorrendo e febre serem também sintomas apontados por diversas famílias quando um novo dente está surgindo, a maioria dos especialistas não acha que a dentição é a culpada por eles e que outros sinais de alguma doença é que devem ser procurados.

O pediatra T.Berry Brazelton diz, no entanto, que o estresse associado à erupção dos dentes pode baixar a imunidade e deixar os bebês mais vulneráveis a infecções. Na dúvida, se você achar que seu filho não está bem, verifique a temperatura dele para verificar se está com febre e procure o médico para examiná-lo. Muitas vezes, infecções de ouvido podem incomodar demais uma criança sem os pais perceberem de onde vem o problema. É preciso tomar cuidado para não atribuir um mal-estar ao nascimento dos dentes e deixar de tratar uma infecção que precise de outras medidas.
Existem ainda situações raras em que os dentes apresentam dificuldade de romper, causando grande inchaço e vermelhidão na gengiva. Com aparência de "bolas vermelhas", os chamados cistos de erupção provocam desconforto para a criança, como irritabilidade, dor na gengiva e relutância para se alimentar.

O que fazer para amenizar o desconforto?
  • Dar mordedores para o pequeno morder. Se forem gelados, melhor ainda (quando o dente está quase rompendo a gengiva eles NÃO querem morder nem colocar nada na boca, talvez por que deva doer muito). Outra opção é dar paninhos molhados gelados para o bebê morder. Se o mordedor gelado não rolar, há essa alternativa.
  • Alimentos frios também ajudam. Amenizam a dor.
  • Massagem feita o dedo bem limpo ou com uma dedeira de silicone. Um método simples que não envolve alimentos é passar um dedo bem limpinho pela gengiva inchada do seu filho. Faça uma massagem firme até ouvir um barulhinho da fricção, que será, além de tudo, uma ótima distração. O alívio é temporário, mas o bebê ficará agradecido e, acima de tudo, confortado pelo seu toque. 
  • Distrair o bebé com música, novos brinquedos ou passear. 
  • Massagem com gel "calmante" ( a Madrinha foi apanhar um na loja Chicco, que a Miminha lhe disse, a base de camomila e Xilitol, um poliálcool natural de cinco átomos de carbono, é um adoçante natural encontrado nas fibras de muitos vegetais, incluindo milho, framboesa, ameixa, entre outros. Também pode ser extraído de alguns tipos de cogumelo. É obtido por hidrogenação catalítica da xilose. O Xilitol é tão doce quanto a sacarose, porém cerca de 40% menos calórico).
  • Massagem de reflexologia Esta massagem de reflexologia para ajudar a reduzir a irritação do bebê, que está sofrendo com o incomodo dos primeiros dentes, envolve 3 passos.
    Passo 1
    Pressione levemente com o polegar de forma circular a parte de traz do 4 dedinhos do pé direito, um a um deslizando até a base do dedo. Não fazer no dedo grande ( hálux).
    Repita o mesmo no passo no pé esquerdo, sempre com o bebê deitado.
    Passo 2
    Pressione com o polegar, dobrando e empurrando o dedo desde a unha até a articulação do dedo, como se fosse uma minhoca deslizando. Repita 3 vezes em cada um dos pés.
    Passo 3
    Pressione suavemente cada dedo do pé para estimular a região linfática da cabeça e do peito. Esta última parte da massagem vai ajudar a fortalecer o sistema imunitário e libertar toxinas ajudando e prevenir as febres e infecções oportunistas.
  • Medicação: em alguns casos, se o desconforto estiver muito grande, o pediatra poderá indicar algum analgésico. Mas isso somente o pediatra poderá indicar (Nunca dê nenhum remédio com aspirina na fórmula, já que seu uso está associado a uma doença que pode ser fatal, a Síndrome de Reye, além de poder desencadear processos alérgicos e hemorrágicos; Não dar ervas medicinais ou outro tipo de tratamento homeopático sem o conhecimento do seu médico.)

Etapas da dentição: A primeira dentição (dentes de leite) deve estar completa até aos 3 anos e é composta por 20 dentes. Primeiros sintomas: Algumas semanas antes do aparecimento dos dentes o bebé pode começar a salivar e a babar-se mais do que o habitual, a meter as mãos na boca, a querer morder objetos duros, a irritar-se com facilidade, ficando com as gengivas vermelhas e inchadas onde os dentes estão prestes a romper. Alguns bebés podem dormir e comer mal.  Cuide desde cedo dos dentes do seu bebé: Após a erupção do primeiro dente deve começar a limpá-lo com uma compressa, uma dedeira ou uma escova macia. Esfregue suavemente as gengivas pelo menos duas vezes por dia, para eliminar a placa bacteriana e os ácidos que podem estragar os dentes, devendo uma delas ser, obrigatoriamente, após a última refeição. Pode utilizar um dentífrico fluoretado com 1000-1500 ppm (mg/l) de fluoreto, sendo a quantidade a usar idêntica ao tamanho da unha do 5º dedo da mão da própria criança.


http://www.janela-aberta-familia.org/pt/content/denticao-do-bebe
http://brasil.babycenter.com/a1500079/marcos-do-desenvolvimento-nascimento-dos-dentes#ixzz2tcFpltXX,
http://brasil.babycenter.com/a7400038/como-lidar-com-os-inc%C3%B4modos-dos-dentes-do-beb%C3%AA#ixzz2tQYbBSMj
http://www.tuasaude.com/como-aliviar-a-dor-do-nascimento-dos-dentes-do-bebe/

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

6º Mês do Bebê

Hoje completo 6 meses de vida, já notou mamãe como eu  gosto que as pessoas me notem e chamo  o papai e a mamãe para estarem junto de mim? Viro-se em direção a quem me chama, estranho as pessoas desconhecidas e paro de chorar quando ouço música.
Nesta fase, eu gosto de pegar tudo o que está ao meu alcance e levo tudo à boca, para experimentar texturas, sabores e consistência. As brincadeiras fazem parte do desenvolvimento mental e social da criança. Eu posso prestar atenção até 30 minutos seguidos.
Peso cerca de 7550 g e tenho cerca de 64 cm de comprimento, minha cabeça (perímetro cefálico mede cerca de 42,5 cm ( se fosse menina pesaria cerca de 7.300 g teria 63 cm de comprimento e 41,5 cm de perímetro cefálico). Em geral, os bebêss nessa fase do desenvolvimento mantêm um padrão de aumento de peso de 600g por mês.
Já poderei dormir sozinho no meu próprio quarto. É bom deixar sempre uma luz de presença azulada acesa durante a noite para facilitar a minha adaptação. Além da porta aberta, que pode fazer com que eu fique mais tranquilo por sentir a presença do papai e da mamãe.
Começo a brincar de esconder meu rosto com uma fralda. Sento com apoio e tento vocalizar vogais e consoantes, por isso os pais devem falar com ele com linguagem adulta e não com palavras no diminutivo. A minha linguagem  está se desenvolvendo e  passo bastante tempo balbuciando, nesta fase, novas consoantes como Z, F e T. (Os bebês que balbuciam mais e com tonalidades diferentes demonstram um excelente desenvolvimento da sua inteligência).
Os dentes da frente, incisivo central de baixo e a seguir de cima, começam a nascer entre os 6 e 8 meses. Podendo acompanhar de sintomas como agitação, diminuição do sono, diminuição do apetite, tosse seca, fezes mais líquidas, coriza e possivelmente elevação ligeira da temperatura corporal.
A alimentação do bebê aos 6 meses começa a se diferenciar e a introdução de novos alimentos faz parte não só da sua nutrição mas também do seu desenvolvimento cognitivo.
Ao se completar os 6 meses de idade, o bebê deve começar a comer purês de legumes para começar a se adaptar a alimentos com sabor e consistência diferentes. Nessa idade também o bebê tem uma maturidade intestinal que lhe permite digerir os alimentos e a sua fase de desenvolvimento físico também requer alimentos com valor nutricional diferente ao do leite que lhe foi oferecido até agora.
A alimentação do bebê aos seis meses é um marco importante para o bebe e para os pais, já que esta é a idade em que se inicia o desmame, uma vez que a partir deste momento os nutrientes do leite como fonte alimentar exclusiva, passam a ser insuficientes para suprir todas as necessidades do bebê.
Inserir carne nesta fase evita a anemia, mas introduza gradualmente, basta 5 gramas ao almoço e 5 gramas ao jantar. O aconselhável é começar pelo frango e depois a carne de vaca e a seguir carneiro. Relativamente aos vegetais, o arroz, a batata, a cenoura, a abóbora devem ser os primeiros a serem introduzidos, mas sempre oferecendo o mesmo alimento repetido a cada 3 dias seguidos para reconhecer e poder associar alguma reação alérgica que possa surgir. É natural que após as primeiras refeições o bebê não coma satisfatoriamente e tenha que completar com o leite materno ou mamadeira. Inicie a introdução dos alimentos oferecendo apenas uma refeição por dia e evoluindo até  conseguir englobar 4 ou cinco refeições.É importante não oferecer a sopa na mamadeira, nem adicionar sal às refeições até o primeiro ano de idade.
Mamãe me deite numa superfície plana, de barriga para baixo e se deita de frente para mim colocando um brinquedo interessante (com luzes ou som, utilize o trenzinho que a Miminha tem guardado para mim), ligeiramente fora do meu alcance. O brinquedo deve ser arrastado para frente e para trás, assim  eu vou  me agitar para tentar alcançar o brinquedo me deslocando um pouco. Colocar as mãos na sola do meu pé, fará com que eu naturalmente ao me esticar faça força contra as mãos e avance. Especialmente no início da brincadeira, deverá existir um momento em que eu agarre o brinquedo, assim deve me dar os parabéns com alegria por  eu ter alcançado. (Os bebês estão sempre se contorcendo o que naturalmente forma de ligações nervosas ligadas ao desenvolvimento motor, que preparam para a ação de gatinhar). Este tipo de brincadeira está aconselhada para bebês a partir dos 3 meses e desenvolve autoconfiança.
Quer saber se eu estou me alimentando bem? Faça o "teste da fralda", ou seja, preste atenção ao número e conteúdo de fraldas troca ao longo do dia. 
O bebê estará bem alimentado sempre que estiver alerta e ativo, caso contrário posso estar desidratado e isso indica que não estou mamando o volume suficiente. Neste caso aumente o numero de vezes que oferece a mama, no caso de mamadeira ofereça água também. O bebê deve fazer xixi entre seis e oito vezes ao dia e a urina deve ser clara e diluída. O uso de fraldas de pano facilitam esta avaliação. No que diz respeito às evacuações, as fezes duras e secas podem indicar que a quantidade de leite ingerida não está sendo suficiente. Se o bebê não fizer cocô também.
http://www.tuasaude.com/bebe-com-6-meses/