sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Puerpério...período pós Parto


Parabéns pelo Bebê

O puerpério começa no momento da dequitação placentária e dura ate 6 semanas. Divide-se em 3 fases:
Precoce dura até 24 horas depois o parto
Caracterizado por um forte estado de cansaço depois o parto. A puérpera cansada, adinâmica, tem bradicardia transpirações difusas, o pulso esta cheio, bradicárdico e volta ao normal em 2-3 dias. Pode aparecer um calafrio fisiológico, que e diferente daquele patológico faltando a curva de ascensão da temperatura.Nas primeiras 24-48 horas aparece uma crescimento importante da diurese, depois, ela volta aos parâmetros normais. 
ATENÇÃO !!!!!
Cuidado com os sangramentos tardios! Especialmente nas puérperas que tiveram disgravidias  podem desenvolver nas primeiras 24 horas hematomas vaginais e eclampsias. Vigiar com muito cuidado a diurese! Os distúrbios urinários podem ser  conseqüências de vários traumas durante o parto, as vezes, podem resultar em retenção aguda de urina. Por vezes é necessário manter uma sonda “ de dem”. 

Verdadeiro dura das 24 horas ate 10-12 dias 
 O útero involui e volta a ser órgão pélvico. Nos primeiros 3-5 dias, instalando-se a secreção de leite, pode surgir uma febre de 37,8-38 graus (o que os europeus chamam de “tempestade do leite”). A diurese volta no nível normal, depois que vai evoluir um episodio de poliúria. A redução de peso é mais evidente nos primeiros 10 dias. O transito intestinal volta a funcionar depois uns 48-160 horas, dependendo do tipo de parto, estados das partes moles, etc.Existe a possibilidade de aparecer cólicas uterinas, especialmente nas multíparas – são dores lombo-abdominais com caráter colicativo. São intensificadas pela amamentação

ATENÇÃO!

O que é muito importante é não cair na armadilha da “febre normal”. Se a febre persistir mais de 24 horas, ela tem que ser qualificada febre puerperal e tratada como tal. Por isso, vamos ter que descobrir a causa da febre. A febre puerperal tem que ser tratada urgentemente.

Tardio dura ate 4-6 semanas, as vezes ate 12 semanas
Começa do décimo dia e vai ate 4-6 semanas depois o parto, mas pode ter uma limite extremo de 12 semanas. Esse período é caracterizado pelo bloqueio do aparelho genital, caso que a lactação vai continuar.
Fenômenos involutivos
1- Fenômenos locais
O útero
A involução uterina baseia-se nas modificações histológicas que interessam em proporção igual tanto do endométrio quanto do miométrio.
Modificações macroscópicas
  1. A altura diminui com 1-1,5 cm/dia
  2. A espessura das paredes (4-5 mm após o parto) volta ao normal em 5-6 semanas.
  3. A amplitude e a rapidez dos processos involutivos do útero são bem comprovados pela diminuição do seu peso.
  4. Após o parto o útero pesa 1000 g 
  5. Após 7 dias o peso diminui ate 500 g 
  6. Após 14 dias ele chega a 300 g 
  7. Ao fim do puerpério pesa 300 g 
Modificações histológicas
  1. Diminuição da vascularização pela redução do calibre dos vasos uterinos (alguns autores sustentam a teoria de uma endarterite) 
  2. A retração das fibras musculares do útero, influenciando somente a dimensão deles, e não o numero 
  3. A involução rápida do tecido conjuntivo 
  4. Ao nível do útero, as camadas do endométrio desmancham, por causa da redução das dimensões resultando os lóquios 
  5. As vilosidades da placenta desmancham e a caduca desliza, ficando somente a camada esponjosa. Neste nível aparece uma barreira de polimorfonucleares funcionando como uma proteção antimicrobiana 
  6. Depois que a decídua é eliminada (isto é, depois que foram eliminados os lóquios) a reconstrução do endométrio passa por 4 fases:
Fase de regressão – os fundos de saco glandular estão cheio de restos celulares e células deciduais. Dura 4-5 dias e acaba com a eliminação total dos restos
Fase de cicatrização – a camada basal começa a produzir uma nova camada celular que vai cobrar toda área desnudada
Fase de proliferação – parece mesmo com a fase de proliferação do ciclo menstrual, ate o mecanismo e o mesmo – estimulação estrogênica
Fase de volta do ciclo menstrual Se a mulher não amamenta, o ciclo menstrual recomeça depois 6 semanas. Às vezes no  16º-20º dia aparece um pequeno sangramento chamado de “pequena menstruação”.
A fase de volta ao ciclo menstrual dura 3-5 meses para as mulheres que amamentam.
Plaga Placentaria
Termo está relacionado com o lugar aonde  a placenta foi fixada . Se o processo estiver evoluindo  de forma anormal aparecerá chamada  hemorragia puerperal tardia. A plaga placentária evolui de um diâmetro de 7-8 cm a 3-4 cm depois 2 semanas.
Colo uterino
  • O colo uterino é o primeiro que volta ao normal: No primeiro dia ele está mole, edematoso e com pequenas rachaduras. Imediatamente após o parto o colo evolui ate a estrutura de um canal que diminui rapidamente. Ele permite um dedo  2-3 dias após o parto, com dificuldade depois de 7 dias e fecha completamente depois 15 dias. 
  • A secreção de muco nessa época é muito importante (substância protetora produzidida pelas mucosas) 
  • Ao final do puerpério a fenda do colo tem uma posição horizontal, característica para as multíparas. Depois 3 semanas reaparecem as plicaturas vaginais, que não são tão evidentes como antes da gravidez
Glândula mamária
As mamas são glândulas exócrinas modificadas que sofrem alterações anatômicas e fisiológicas durante a gravidez e no puerpério imediato. Suas funções são a nutrição do recém-nascido e a transferência de anticorpos maternos. Na primeira metade da gravidez ocorrem proliferação de células epiteliais alveolares, formação de novos ductos e desenvolvimento da arquitetura lobular.
Involução uterina
  1. No segundo dia o útero aparece ao nível do umbigo. 
  2. No sexto dia ele fica no meio da distancia pubo-umbilical 
  3. No dia 12 ele já alcança a sínfise, virando de novo órgão pélvico

  
Paralelamente com a modificação de volume a consistência dele muda também, chegando a antiga forma piriforme dele e consistência mais dura.
Lóquios 
Extremamente importantes, o aspecto, as características deles pode indicar se um puerperio vai bem ou não.
Os lóquios são corrimentos vaginais que surgem depois o parto mudam de aspecto, e diminuam dum dia a outro. Nos primeiros dias eles podem passar de 50 g, depois diminuam a 15-20 g. A maior eliminação aparece nos primeiros 80-120 dias.
Existem 4 tipos de lóquios:
  • Lóquio vermelho (lochia rubra) 
  • Lóquio serosanguinolente (lochia fusca) 
  • Lóquio amarelo (lochia flava) 
  • Lóquio alvos (lochia alba)


    RUBRAFUSCAFLAVAALBA
    COR



    CONTEUDOSangue necoagulado, tecido histolizado, plasmaPlasma, sangue em quantidade reduzida, fragmentos de tecido histolizado da decíduaExsudação serosa, células deciduais, muco cervical, floraCélulas deciduais degeneradas, epitélio cilíndrico, leucócitos, muco, cristais de colesterol vaginal, células basais
    PERIODOPrimeiros 2-3 diasDias 3-5Dia 5-1515 ate o fim do puerperio
    CHEIRO
    Cheiro fracoEsperma
    OUTRASSe achar coágulos, tem que pesquisar a fonte da hemorragia

    Parede abdominal
    volta à consistência inicial em breve, adquirindo a mesma tonicidade. As vezes pode persistir uma deiscência da musculatura abdominal (diástase abdominal)
    Tecido cutâneo elástico 
    Pode apresentar estrias (striate gravidarum), expressão da supra distensão durante a gravidez. Praticamente são fissuras do tecido fibroelástico, de cor roxa, transformando-se depois o parto em línhas brancas, cor de marfim.
    Cloasma
    Pigmentação do rosto – some durante o puerperio, também a hiperpigmentação da línea branca.
    A sínfise púbica
    O relaxamento da sínfise desaparece no puerpério.


    2- Fenômenos gerais

    Aparelho cardiovascular:

    • Os principais parâmetros cardíacos da puérpera voltam ao nível básico na primeira semana de puerperio (debito cardíaco, freqüência cardíaca, pulsação, pressão arterial, pressão venosa central). 
    • O volume sanguíneo aumenta rapidamente em pós-parto, jogando na circulação uma quantidade importante de sangue que provem dos “lagos” de sangue uterinos, 
    • O debito cardíaco e a pressão venosa central aumentam nos primeiro horas pós-parto, mas volta depois ao normal em 2 semanas. 
    • A bradicardia some em 2-3 dias 
    • No pós-parto imediato podem aparecer crises hipertensivas e crises eclâmpticas, especialmente na hipertensão induzida de gravidez.
    ATENÇÃO !!!!!! Um sangramento muito forte ao parto pode produzir o que se chama de síndrome do Sheehan (necrose pituitária) e pan-hipopituitarismo.
    Aparelho respiratório:
    Desaparecem nos primeiros dois dias depois o parto. A dispnéia causada pelo deslocamento da diafragma desaparece nos primeiros dias.
    Aparelho excretor:
    • Nos primeiros 4 semanas desaparecem a dilatação dos cálices e dos ureteres. 
    • A bexiga tem uma capacidade aumentada e uma insensibilidade ao volume urinaria. 
    • Nos primeiros 2-3 dias a puérpera apresenta poliúria, chegando ate 2-3 litros em 24 horas e transpirações que podem aumentar a desidratação, mas também diminuam a imbibição de gestação.
    •  A urina das grávidas que amamentam tem lactona e peptonas. 
    Aparelho digestivo:
    • Apetite normal 
    • A hipotonia intestinal do gravidez fica no puerperio também, determinando constipação e administração de purgativos/laxantes
    • Podem aparecer hemorróidas ou podem ser exacerbados alguns que existem antes o parto 
    Hematologia:
    • A hemoglobina e o hematocrito podem diminuir consecutivamente as perdas de sangue durante o parto, chegando em níveis menores que durante a gravidez 
    • A formula leucocitária esta caracterizada pelo granulocitose (ate 30.000/mmc), mas com limfopenia e eozinopenia, 
    • Fibrinogênio e o VSH ficam em alta ate 10-12 dias depois o parto. 
    Sistema nervoso
     Labilidade psíquica com tendência em depressão (choro freqüente, sem razão). Esse estado é, na maioria das vezes, passageira, e será substituído pela instinto materno.
    ATENÇÃO !!!!!! MUITO IMPORTANTE !!!!
    A volta da função genital normal para uma mulher que amamenta pode ser acompanhada de seguintes modificações:
    • Amenorreia fisiológica de aleitamento 
    • Hipo-pituitarismo relativo 
    • Exagero da involução uterina 
    • Hipo-pituitarismo progressivo 

    Cuidados com a puérpera
    Higiene correta e uma vigilância medica especial.
    A vigilância da puérpera significa vigiar os seguintes parâmetros:

    • O controle da temperatura de manha e ao anoitecer – normalmente ela tem que oscilar em volta de 36,5 – 37,5ºC 
    • O controle do pulso (normal entre 50-70/minuto). ATENÇÃO !!!!! O pulso acelerado, em ausência da febre avisa sobre alguma coisa anormal. 
    • O controle da TA 
    • A altura do fundo do útero – ele tem que diminuir com 1 - 1,5 cm /dia, isto é, na 12-a dia ele tem que voltar a ser um órgão pélvico 
    • ATENÇÂO aos lóquios!!! Anotar diário o volume, a cor, o cheiro 
    • A função excretora e o volume da urina, diário, também. ATENÇÃO!!!! Se depois 4 horas a puérpera ainda não urinou, tem que usar um cateter urinário, obrigatório, com cuidados  redobrados, para evitar uma infecção. 
    • O transito intestinal – se a puérpera não evacuou em 48 horas ela vai receber um laxante leve. Se a puérpera sofreu episiotomia, ela vai receber obrigatoriamente um laxante no terceiro dia 
    • Tem que fazer higiene vulvo-perineal cada 12 horas, usando soluções anti-sépticos, e a região vai ser protegida com um chumaço de gaze estéril e seco. 
    • Se for possível, a mobilização da puérpera tem que ser feita mais precocemente possível – numerosos estudos mostraram um melhoramento em recuperação quando a puérpera mobiliza-se rápido. As vantagens são a incidência muito menor das complicações tromboembólicas, da constipação/obstipação e urinarias. 
    • A puérpera vai descer desde o primeiro dia da cama e vai fazer a higiene pessoal 
    • No segundo dia vai começar a fazer exercícios respiratórios, movimentos das mãos e massagens das pernas. Ela já vai na sala de aleitamento e amamenta o bebê. 
    • A partir do terceiro dia a puérpera deverá fazer ginástica apropriada  para recuperar o tônus da musculatura abdominal e dos membros 
    • A dieta: tem que ser sem restrições, caso não haja outras doenças de nutrição presentes. Tem autores que recomendam já a alimentação e a reidratação das grávidas uma hora após o parto, se tudo evoluiu sem complicações. Primeiro dia – alimentação liquida: chá, leite, compotas, sucos de frutas Segundo dia passara já a uma alimentação normal, mas vai evitar a carne conservada o álcool, o café, temperos fortes. Se a puérpera amamentar, ela tem que ter uma dieta rica em calorias. 
    • Os seios – cuidado com os seios, porque a amamentação é muito importante para evitar o aparecimento das eventuais lesões dos mamilos. (fissuras, rachaduras). O leite ao secar age como se fosse um corrosivo, e determina a aparição dessas lesões, por isso – a mulher tem que lavar com água e sabão o mamilo antes e depois cada amamentação. Muito bom, também é o ácido bórico ou tintura benjoin antes e depois amamentar. Cada 3-4 horas tem que ser feita a evacuação do seio, para evitar a sobrecarga de leite e manter a secreção do leite. Se aparecer rachaduras ou fissuras a amamentação vai ser proibida por mínimo 24 horas, a evacuação sendo feita artificialmente, com medidas drásticas de antisepsia e assepsia 
    • O recomeço da menstruação, depois 6-8 semanas para puérperas que não amamentam e somente depois parar de amamentar para aquelas que amamentam. 
    • Caso de cólicas uterinas poderemos administrar aspirina ou codeína
    • Administrar uma medicação tônica (vitaminas, ferro, cálcio)
    • Evitar os sedativos, que podem influenciar negativamente a secreção do leite
    http://www.misodor.com/puerp.htm

    Resumo do Desenvolvimento Embrionário-Fetal (1ª semana - 40ª semana)

    Resumo do desenvolvimento Embrionário-Fetal
    Aumento de peso da gestante no final da gravidez:


    Na Gestação do Leozinho, a Ka aumentou somente 7 kg, entretanto o peso do Leozinho à nascença foi 3.085 Kg


    ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO FETAL
    1 - Semanal
    1ª semana

    • Ocorre a implantação superficial do ovo no endométrio.

    2ª semana 

    • Ocorre a implantação verdadeira ( blástula ).
    • Formação do disco embrionário.
    • Circulação placentária primitiva.

    3ª semana

    • Origem dos vasos sanguíneos e sangue.
    • Sistema circulatório presente.
    • Aparece o broto do fígado e intestino primitivo posterior.

    4ª semana

    • Coração já pulsa, os nervos cranianos já estão formados, formação do fígado, boca e língua.
    • Primórdios de: olhos, nariz e ouvidos, broto dos membros SS e II.
    • Cordão umbilical e coluna

    5ª semana

    • Desenvolvimento dos olhos, rins ( estão presentes e desenvolvidos ), formação do cérebro, dilatação palmar e plantar.

    6ª semana

    • Olhos giram para frente, dedos estão distintos, brotos dentários, desenvolvimento da face.
    • Formando cotovelos e sistema vascular, primórdios dos genitais

    7ª semana

    • Início de formação das pálpebras, diferenciação sexual, centros ósseos começam a ossificar.

    8ª semana

    • Início do período fetal, reconhecimento dos testículos.
    • Presença dos primórdios de todas as estruturas internas e externas.
    • Ovários não identificados (10ª semana)

    9ª a 12ª semana

    • Pescoço bem definido, pálpebras bem formadas, pele rósea e fina, pulmões com forma definida.

    13ª a 16ª semana

    • Pesa em torno de 200grs, crescimento do corpo, lanugem no couro cabeludo, língua funcionante
    • Movimentos fetais ativos, aparecem os reflexos de preensão e deglutição
    • Fraco movimento de sucção começa a aspirar líquido amniótico, há acúmulo de mecônio
    • Na 16ª semana de gestação ele já tem quase todos os órgãos desenvolvidos.

    17ª a 20ª semana

    • Peso em torno de 450grs, pele com lanugem e vérnix, formação dos seios, secreção de urina.
    • Sucção e deglutição ativa, calcificação dos dentes, a gestante começa a perceber movimentos fetais(MF)

    21ª a 24ª semana

    • Pesa em torno de 480grs., corpo magro, olhos fechados
    • Feto capaz de chorar, movimentos respiratórios bem definidos
    • Produção de sufactante nos pulmões, rápido crescimento do cérebro.

    25ª a 28ª semana

    • Pesa em torno de 1.100grs
    • Olhos reabrem, pulmões bem desenvolvidos
    • Feto pode sobreviver(prematuro)

    29ª a 32ª semana

    • Pesa em torno de 1.600 grs.
    • Unhas, digitais, nefrons e reflexos bem desenvolvidos
    • Aparentemente o feto ouve sons in útero

    33ª a 36ª semana

    • Pesa em média 2.600grs.
    • Sucção e deglutição tornam-se coordenados
    • Cartilagem nas orelhas
    • Reflexos de preensão e sucção bastantes fortes

    37ª a 40ª semana

    • Pele lisa
    • Tórax saliente
    • Feto pronto para vida extra uterina.

    http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAglIAI/etapas-desenvolvimento-fetal


    elacionados
    2- Mensal

    O início do período gestacional é calculado de acordo com o primeiro dia do último ciclo menstrual. A partir daí, as 40 semanas que compõem a gestação são para a formação do bebê. Acompanhe abaixo como ocorre o desenvolvimento da 
    criança a cada mês.
    Primeiro mês
    A fecundação – união entre o óvulo e o espermatozóide – dá origem ao zigoto, que se instala no útero após uma série de divisões celulares. Nesse momento, a placenta também começa a se formar, envolvendo o embrião com o líquido amniótico, que auxilia na alimentação do embrião e o protege caso a mãe sofra uma queda. Ao fim do primeiro mês, ele mede entre 0,4 cm e 0,5 cm.
    Segundo mês

    No segundo mês, o coração bate de forma acelerada, aproximadamente 150 vezes por minuto. É nessa fase que se inicia a formação do sistema nervoso e dos aparelhos digestivo, circulatório e respiratório. Os olhos, a boca, o nariz, os braços e as pernas também começam a se desenvolver. O comprimento do embrião chega a 4 cm.

    Terceiro mês
    O período fetal, que começa no terceiro mês de gestação, é marcado pelo desenvolvimento do esqueleto, das costelas e dos dedos de mãos e pés. Todos os órgãos internos se formam até o fim do mês, quando o feto mede 14 cm.
    Quarto mês
    Nessa fase, o bebê mede cerca de 16 cm e começa a se movimentar, sugar e engolir. Ele também é capaz de perceber alterações de luz e diferenciar gostos amargos e doces.
    Quinto mês
    A partir do quinto mês, nascem os primeiros fios de cabelo, os cílios e as sobrancelhas. Formam-se as trompas e o útero nas meninas e os órgãos genitais dos meninos podem ser vistos no exame de ultrassom. O bebê tem cerca de 25 cm de comprimento e consegue realizar movimentos como franzir a testa e chupar o dedo.
    Sexto mês
    O bebê mede cerca de 32 cm e consegue reconhecer sons externos, especialmente a voz e a respiração da mãe. Lábios e sobrancelhas começam a ficar mais visíveis e as pontas dos dedos apresentam sulcos que se tornarão as impressões digitais.
    Sétimo mês
    O bebê mede entre 35 cm e 40 cm. Dentro do útero, boceja, abre os olhos, dorme e se movimenta. Os órgãos internos continuam crescendo e ele ouve e reage a estímulos sonoros, como músicas e conversas.
    Oitavo mês
    Nesse período, o bebê mede entre 40 cm a 45 cm e começa a se preparar para ficar em posição de parto – de cabeça para baixo. Para ajudar a manter a temperatura do bebê depois do nascimento, uma camada de gordura se forma sob a pele. Os pulmões estão quase prontos e os ossos ficam mais resistentes.
    Nono mês
    O bebê mede entre 45 cm e 50 cm, todos os órgãos estão completamente formados e ele já consegue controlar a respiração. Em torno da 40ª semana, ele está preparado para nascer


    http://www.brasil.gov.br/sobre/saude/maternidade/gestacao/o-desenvolvimento-do-bebe

    quarta-feira, 14 de agosto de 2013

    O Bebê (Leo) acabou de nascer!!!! Seja bem vindo!!!!




    Mamãe o seu "castigo"  hoje chegou ao fim, mais cedo do que esperava, foi à consulta médica, que a examinou e disse que ainda não era para as próximas horas, porque tinha 2 cm de dilatação,  ficou preocupada porque o hospital é longe e ficou com receio que eu nascesse no caminho, então eu "dei um jeitinho"  e quando a médica voltou a examinar disse que acabara de entrar em trabalho de parto e já estava com 4 cm de dilatação, então tomou as providências para o meu nascimento: Deu anestesia epidural, colocou o cateter vesical ("algália"), 8 horas depois e aqui estou nos seus braços (peso 3,085kg, meu vovô disse "olá" eu logo abri os olhos, nem pareço um recém nascido não acha? a Miminha achou isso logo que viu a foto e o vídeo que o vovô mandou para ela por correio eletrônico, mas que ela só viu 10 hs depois), ficando para trás os episódios de hipoglicemia (se bem que sentiu uma moleza, depois da anestesia, até pensou que fosse da anestesia, mas não, era a energia maravilhosa que recebeu à distância, eu também recebi) teve nesses últimos dias, o repouso absoluto de semanas na cama, a barriga dura,  toda a ansiedade em relação ao parto. Um passarinho me contou que para comemorar a Miminha , levou um pudim típico de onde vive e comeu junto com o Mumun e a família dele, quando soube pela mamãe que eu já estava a caminho, depois que a vovó contou que eu já tinha nascido o Bisavô e os meus tios-avós brindaram à minha saúde. Ontem depois que falou com a mamãe a Miminha reservou (apesar da mamãe ter dito que ia ver hoje, depois que saísse da consulta) o "muda roupa/fralda" para quando formos passear e a mamãe poder trocar a minha fralda ou a roupa se sujar,  daqui a 2 dias a Dindinha poderá ir buscar. Além disso a Miminha encontrou uma manta diferente, uma roupa fofinha e uma fraldinha para quando eu estiver mamando tenha privacidade, o chato de morarmos distante é que vou  ter que esperar algum tempo para experimentar, já que a Miminha, não poderá vir mais cedo me conhecer.
    Agora que estou aqui fora vou recordar como a mamãe sentiu que eu já  estava a caminho, ou seja reconheceu os sinais indicadores de que chegou a hora de ir para a maternidade
    1. Presença de contrações uterinas ritmadas, duas a cada 10 minutos, com duração de 40 segundos a 1 minuto;
    2. Rotura da bolsa das águas, com saída de líquido amniótico que “escorre” pela perna ou sangramento vaginal anormal.
     (Não é necessário que tudo isso aconteça ao mesmo tempo. Basta um deles estar presente que já é motivo para falar com o médico, não fique sentindo nada de diferente sozinha!).
    Ficar com a barriga temporariamente muito dura na gravidez é, provavelmente, sinal de contração uterina, uma situação normal e até mesmo esperada, principalmente a partir das 37 semanas de gestação. Uma contração é uma sensação de enrijecimento da barriga seguido de relaxamento, o que é diferente da sensação de barriga esticada. Isso porque é normal que, no final da gravidez, a barriga fique mais dura, de uma maneira global. Estas contrações podem ter início a partir das 25 semanas e, nesta época, podem ser chamadas de contrações de treinamento. As contrações uterinas são mais comuns após a 30ª semana de gestação e podem ocorrer várias vezes durante o dia, com ou sem dor. Porém, quando acontecem com intervalos regulares e cada vez mais próximas entre si, podem indicar sinais do trabalho de parto.
    Quando a barriga fica dura na gravidez, o que se deve fazer é procurar uma posição confortável e respirar lentamente, concentrando-se na respiração, para que não sinta tanto a dor causada pela contração. Quanto mais perto estiver do bebê nascer, mais intensas tornam-se as contrações e mais dolorosas também, com um intervalo de tempo cada vez menor entre elas, até o momento do nascimento do bebê através do parto normal.
     O sinal mais iminente de trabalho de parto são as contrações rítmicas e regulares, como aquelas que aparecem a cada 15 minutos e duram até 1 minuto, passando a seguir. Com o passar do tempo, vão diminuindo o intervalo de tempo entre elas.
    Ficar com a barriga temporariamente dura, ainda no início da gravidez, não deve ser motivo de grande preocupação. Ela também pode ser causada por uma contração uterina e basta a mulher relaxar um pouco que elas desaparecem. Contudo, algumas vezes o médico receita magnésio na gravidez para diminuir as contrações, quando elas acontecem muito cedo e o bebê ainda não está pronto para nascer.
    Durante a gravidez a mulher pode ter vários episódios de contrações, mas nem todas as contrações representam o início do trabalho de parto. Conseguir identificar as contrações é muito importante para que a mulher saiba quando ela deve ir ao hospital ou não.
    As contrações são caracterizadas por:
    • Dor no baixo ventre, como se fosse uma cólica menstrual mais forte que o normal
    • Dor em forma de pontada na região da vagina ou no fundo das costas, como se fosse uma crise renal
    • A barriga fica muito dura durante a contração, o que dura, no máximo, 1 minuto de cada vez

     São sinais de início de trabalho de parto:
    1. Ter contrações de forma rítmica e regular, ou seja: contrações que surgem a cada 20 minutos e que depois vêm a cada 15 minutos e depois a cada 10 e 5 minutos, por exemplo
    2. A intensidade das contrações é progressivamente maior
    3. O tempo de intervalo entre as contrações é sempre menor
    4. As contrações não diminuem com repouso

    Contrações de treinamento => As contrações de Braxton Hicks são contrações de treinamento que se iniciam por volta da vigésima semana de gestação e duram toda a gestação. Elas são uma espécie de treino do organismo para o momento do parto. Elas podem surgir cerca de 3 ou 4 vezes por dia e, geralmente, não causam muita dor, mas a barriga fica momentaneamente muito dura e pode haver um ligeiro desconforto na região pélvica ou fundo das costas.Quanto mais avançada estiver a gravidez, mais contrações de treinamento a mulher terá e a dor será progressivamente maior, mas perfeitamente suportável.
    Para aliviar as contrações de treinamento, a mulher deve:
    1. Parar de fazer o que estava fazendo
    2. Fechar os olhos 
    3. Inspirar profundamente e soltar o ar lentamente pela boca
    4.  Deve-se manter este padrão respiratório até a contração acabar. Algumas mulheres relatam que caminhar durante a contração ajuda a diminuir a dor que ela provoca.

    Se estas contrações começarem a ocorrer com muita frequência antes das 35 semanas de gestação, recomenda-se o repouso. Se possível, a mulher não deve nem mesmo trabalhar, para evitar fazer esforços físicos, que poderiam iniciar o trabalho de parto.
     A mulher deverá dirigir-se ao hospital quando:
    1. Identificar os sinais de trabalho de parto acima citados
    2. Se houver perda de sangue ou de líquido durante a gravidez
    3. Se estas contrações forem intensas em qualquer período da gravidez

    A mulher deverá ser acompanhada por outra pessoa e não deverá ir dirigindo para o hospital (o papai acompanhou a mamãe à consulta e ficou ao lado da mamãe o tempo todo até eu nascer, a mamãe disse que o papai não iria querer cortar o cordão umbilical).
    O trabalho de parto normal compreende 3 fases distintas e a primeira fase deve iniciar espontaneamente entre as 37 e as 40 semanas de gestação. As fases do trabalho de parto normal são:
    Fase 1 ou Fase latente do trabalho de parto => É caracterizada pela dilatação do canal de parto. Nesta fase a mulher deverá sentir dores e para diminuí-la pode-se pedir uma anestesia epidural ou para diminui-la naturalmente indica-se que ela respire lenta e profundamente durante cada contração. Esta fase pode demorar de 12 a 18 horas.
    Fase 2 ou Fase ativa do trabalho de parto => a mulher já atingiu os 10 centímetros de dilatação e deverá fazer força à cada contração para facilitar o nascimento do bebê. Esta fase demora em média 20 minutos.
    Fase 3 ou Fase da dequitadura => ocorre depois do nascimento do bebê e é caracterizada pela saída da placenta. Se os médicos realizaram a episiotomia ou se ela aconteceu naturalmente, nesta fase deverá ser feita a sua sutura.
    O tempo total do trabalho de parto depende de mulher para mulher, mas geralmente na primeira gravidez o tempo varia entre 12 a 24 horas e este tempo vai diminuindo à cada gravidez subsequente. Na gravidez de um segundo filho, o tempo de trabalho de parto pode cair para cerca de 7 horas
    Durante o trabalho de parto, a mulher deve comer de hora em hora pequenos volumes de alimentos que lhe darão energia como o iogurte integral, pão integral, cereais e frutas sempre acompanhadas de um biscoito ou torrada. Esse tipo de alimento além de ser de fácil digestão, libertam energia de forma controlada. Ao mesmo tempo é recomendado que durante o trabalho de parto a mulher beba muita água, que além de satisfazer a sede que é própria deste momento, fará com que a mulher vá frequentemente ao banheiro, se mostrando uma excelente forma de se manter móvel e facilitar o nascimento do bebê. Doces, chocolate, sorvete ou mesmo o chá com açúcar são desaconselhados no dia do trabalho de parto, assim como carnes ou alimentos muito ricos em gordura pois podem prejudicar a digestão. Mas é muito provável que ao chegar no hospital os médicos ou enfermeiros coloquem a mulher ligada um equipamento do soro fisiológico glicosado para que ela não precise se alimentar desta forma, o que pode facilitar neste sentido, mas impede a locomoção da mulher, por vezes dificultando o trabalho de parto normal.
    Parto induzido
    A indução do parto é uma tentativa de iniciar o trabalho de parto de forma forçada. Isso é feito pelo médico quando a gravidez está apresentando algum risco para a mãe ou para o bebê.
    Quando o médico avisa que o parto será induzido artificialmente, o que acontece alguns dias antes do internamento hospitalar para a indução, a mãe pode tentar métodos naturais para induzir o parto, como:
    • acupuntura
    • remédios homeopáticos
    • fazer exercícios na bola
    • caminhar 

    Existem algumas alternativas naturais para induzir o parto que podem ser experimentadas quando a gravidez já passou do período normal de gestação, que são entre 40 a 42 semanas. Porém, qualquer método de indução do parto só deve ser experimentado se a gravidez não apresentar complicações, se já tiver completado o período gestacional regular e sempre com o consentimento do médico que faz o acompanhamento da gravidez.
     O parto induzido é feito com a aplicação de ocitocina na corrente sanguínea da mulher, o que faz aumentar as contrações do útero e dar início ao trabalho de parto. A ocitocina é um hormônio que já é naturalmente produzido pelo organismo da mulher, nesse caso é usado uma forma sintética para apressar o trabalho de parto e diminuir o sofrimento da mulher.
    Os médicos optam por induzir o parto em caso de haver alguma complicação para a mãe ou para o bebê. Uma complicação comum é a gestação já ter atingido as 41 semanas e o trabalho de parto ainda não ter começado. Uma outra hipótese de induzir o parto é quando a bolsa de líquido amniótico já estourou há mais de 24 horas e as contrações uterinas ainda não começaram. Outros fatores podem levar a indução do parto é quando a mãe é diabética ou possui alguma outra doença crônica. Nesses casos, pode ser realizada uma prova de trabalho de parto e caso o trabalho de parto não se torne ativo, pode-se optar pela cesariana. 
    A indução do parto é um método muito seguro para ser aplicado quando necessário, especialmente após as 37 semanas de gestação. Mas pode ser feito antes ou mesmo quando o período de gravidez ultrapassa as 40 semanas de gestação.
     A indução do parto pode ser feita: 
    1. Pela parteira, ao passar o dedo nas membranas vaginais e girar a placenta; 
    2. Com a injeção na veia de um hormônio chamado ocitocina, no hospital;
    3. Aplicação de gel de prostaglandinas no colo do útero.

     O parto só deve ser induzido quando houver indicações médicas que justifiquem.
     (Dra. Sheila Sedicias- Ginecologista)
    Hoje respirei pela primeira vez, o sangue nos pulmões é oxigenado e vai começar a respirar normalmente. O ritmo da minha respiração, de um recém-nascido, é de 50 por minuto, embora possa ser bastante irregular nos primeiros dias.Quanto à movimentação, mesmo dentro da barriga da mãe eu pratiquei a rotação da cabeça para procurar o leite bem como o movimento de sucção.
    Agora chega de lembrar do passado (dentro da barriga da mamãe, protegido de tudo e de todos), tenho que me preparar para o futuro, a minha agenda já estará preenchida assim que deixar o hospital até eu completar 2 anos (consultas de vigilância do meu  crescimento e desenvolvimento antropométrico e psicomotor):
    • Entre o  4º e o 7ºdia a mamãe vai me levar para a enfermeira fazer o teste do pézinho (uma picada no meu calcanhar, para colher o sangue para um cartão) que se destina a verificar a presença de doença metabólica.
    • 1ª consulta médica da minha vida
    • Consulta do 1º mês
    • Consulta dos 2 meses + início  do calendário de  vacinação
    • Consulta dos 4 meses + vacinação
    • Consulta dos 6 meses + vacinação
    • Consulta dos 9 meses
    • Consulta dos 12 meses
    • Consulta dos 15 meses+ vacinação
    • Consulta dos 18 meses
    • Consulta dos 24 meses
    • ...
    Agora vou dormir para recuperar as energias, estou tão cansado da "viagem" que nem provei o leitinho, mas logo eu passo a cumprir  as minhas tarefas: mamar, dormir e sujar fraldinhas para crescer saudável, ter um bom desenvolvimento porque  há muito para aprender, sentir, experimentar, desenvolver  e curtir o colinho de todos que me querem bem. 

    quinta-feira, 8 de agosto de 2013

    Metabolismo glicídico durante a gestação e Diabetes Mellitus...Hipoglicemia




    O feto é um grande consumidor de nutrientes essenciais para seu crescimento. A demanda de glicose é permanente, já que o feto não realiza gliconeogênese, e necessita de um aporte energético mesmo nos períodos de jejum materno. As únicas fontes energéticas disponíveis são a glicose e os aminoácidos que passam por difusão facilitada. Por este motivo, espera-se que os níveis glicêmicos da gestante durante o período de jejum sejam 15 a 20mg/dL mais baixos do que em não gestantes. Por outro lado, diversos hormônios atuam na mobilização de nutrientes maternos para o feto. Estrogênio, progesterona, cortisol e hormônio lactogênico placentário humano (HPL) têm suas concentrações séricas elevadas principalmente 
    nos dois últimos trimestres de gravidez (CHAVES-NETTO; DE SÁ 2008). Desta forma, a gestação é normalmente associada com uma resistência insulínica progressiva, que se inicia por volta de sua metade e progride até o terceiro trimestre em níveis que se assemelham aos encontrados no diabetes tipo 2. A resistência insulínica encontrada na gravidez é resultado de uma combinação da adiposidade materna aumentada e o efeito dessensibilizador da insulina principalmente associado aos hormônios secretados pela placenta (BUCHANAN; XIANG et al 2007). 
    A placenta humana expressa virtualmente todas as citocinas conhecidas, incluindo o fator de necrose tumoral, a resistina, e a leptina, que são produzidas também pelo tecido adiposo. A descoberta que algumas destes adipocinas são peças-chave na regulação da ação da insulina, sugere interações possíveis entre a 
    placenta e o tecido adiposo na fisiopatologia da resistência insulínica induzida pelagravidez. A interação entre os dois sistemas torna-se mais evidente no diabetes gestacional (DESOYE; HAUGUEL-DE MOUZON 2007). O HPL tem papel fundamental nas mudanças metabólicas capazes de levar a intolerância à glicose, devido à sua ação anti-insulínica e lipolítica. A sensibilidade periférica à insulina no 3º trimestre cai em 50% e a produção hepática de glicose é 30% maior do que no início da gestação, apesar de níveis mais elevados de insulina circulante. A partir do segundo trimestre, devido maior produção de hormônios hiperglicemiantes, há aumento de cerca de 30% na glicogenólise materna comparado com valores pré-gravídicos. Além disso, a resposta idiabéticas é 30% maior que fora da gravidez. 
    Esta situação, que caracteriza um estado de resistência insulínica, predispõe ao aparecimento de DMG. Além disso, mulheres que desenvolvem a doença parecem ter ainda um déficit de secreção de insulina em comparação a mulheres que permanecem com tolerância normal a glicose (CHAVES-NETTO; DE SÁ 2008). nsulínica pósprandial se torna 3 a 4 vezes maior durante a 36º semana, com queda de mais de 50% na sensibilidade à insulina, quando comparado a valores pré-gravídicos. No terceiro trimestre de gestação os níveis circulantes de insulina, em mulheres nãoque permanecem com tolerância normal a glicose (CHAVES-NETTO; DE SÁ 2008)
    http://www.essex.ensino.eb.br

    O que é Hipoglicemia?
    Sinônimos: Choque de insulina, nível de açúcar baixo
    Hipoglicemia é um problema que ocorre quando o nível de açúcar no sangue (glicose) encontra-se muito baixo.
    Quando o nível de açúcar no sangue é menor do que 70 mg/dL, ele é considerado baixo. Níveis de açúcar no sangue nesta condição ou abaixo disso podem causar danos.   

    Hipoglicemia é um problema que ocorre quando o nível de açúcar no sangue está muito baixo.

    Causas
    A hipoglicemia ocorre quando:
    1. O açúcar do seu corpo (glicose) é usado muito rapidamente
    2. A glicose é liberada para a corrente sanguínea muito lentamente
    3. É liberada insulina em excesso na corrente sanguínea
    4. A insulina é um hormônio que reduz o nível de açúcar no sangue. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas em resposta a níveis aumentados de glicose no sangue.
    As causas mais comuns de baixo nível de açúcar no sangue em pessoas com diabetes são:
    1. Tomar a insulina ou remédio contra o diabetes no horário errado
    2. Tomar insulina ou remédio para diabetes em excesso por engano.
    3. Não comer o suficiente durante as refeições ou lanchar depois de tomar insulina ou medicamentos para diabetes
    4. Pular refeições
    5. Esperar para fazer as refeições
    6. Exercitar-se demais ou em horário diferente do habitual
    7. Beber álcool

    Se você for diabético e estiver tomando algum dos seguintes medicamentos para diabetes, pode vir a apresentar níveis baixos de açúcar:
    Clorpropamida (Diabinese), tolazamida (Tolinase), acetoexamida (Dymelor), glipizida (Glucotrol) ou tolbutamida (Orinase) Gliburida (Micronase), glimepirida (Amaryl), repaglinida (Prandin), nateglinide (Starlix) e mitiglinida) - o risco com esses medicamentos é baixo, mas existe Insulina O nível de açúcar no sangue de um recém-nascido pode baixar. Bebês de mães com diabetes podem sofrer graves quedas no nível de glicose no sangue. A hipoglicemia em pessoas que não têm diabetes pode ser causada por:
    • Ingestão de álcool
    • Insulinoma - um tumor no pâncreas que produz muita insulina
    • Doença hepática
    Exames
    O monitoramento dos níveis de glicose em casa indicará menos de 70 mg/dL.
    O resultado do exame de glicose sérica será baixo.

    Sintomas de Hipoglicemia
    Possíveis sintomas quando o nível de açúcar está muito baixo incluem:
    • Visão dupla ou turva
    • Frequência cardíaca rápida ou palpitante
    • Mau humor ou agressividade
    • Nervosismo
    • Dor de cabeça
    • Fome
    • Agitação ou tremores
    • Problemas para dormir
    • Sudorese
    • Formigamento ou dormência na pele
    • Cansaço ou fraqueza
    • Confusão
    • Às vezes, o nível de açúcar pode estar muito baixo mesmo sem apresentar sintomas. Se o nível de açúcar do sangue ficar muito baixo, podem ocorrer:
    • Desmaio
    • Convulsão
    • Coma
    Se os sinais de glicose baixa não melhorarem depois de ter comido algo doce:
    1. Peça para alguém levá-lo até o pronto socorro/urgência ou:
    2. Ligue para o serviço de emergência nacional 192 (no Brasil)112 (em Portugal)
    3. NÃO dirija quando o nível de açúcar no sangue estiver baixo.
    Procure ajuda médica imediatamente para uma pessoa diabética ou com níveis de açúcar baixos quando ela apresentar:
    1. Redução do nível de estado de alerta
    2. Dificuldade em acordar
    Tratamento de Hipoglicemia
    O tratamento depende da causa.Se for diabético, verifique sua glicose sempre que apresentar sintomas de baixo nível de açúcar no sangue. Se o nível de açúcar estiver baixo (70 mg/dL), será preciso se tratar imediatamente.
    Coma algo que tenha em torno de 15 gramas de carboidratos. Por exemplo:
    • 3 pastilhas de glicose
    • Meio copo (120 ml) de suco de fruta ou refrigerante normal
    • 5 ou 6 balas/rebuçados
    • 1 colher de sopa de açúcar puro ou dissolvido em água
    • 1 colher de mel ou xarope
    Espere cerca de 15 minutos antes de comer outra coisa. Cuidado para não comer demais. Isso pode causar níveis altos de açúcar no sangue e ganho de peso.
    Verifique sua glicose novamente.
    Se não se sentir melhor em 15 minutos e a glicose ainda estiver baixa (menor que 70 mg/dL), coma algo que tenha em torno de 15 gramas de carboidratos novamente.
    Pode ser necessário comer algo que contenha carboidratos e proteínas, se seu nível de açúcar estiver em uma faixa segura (maior que 70 mg/dL) e faltar mais de uma hora para a próxima refeição.
    Se os procedimentos para aumentar o nível de açúcar no sangue não funcionarem, ligue para o médico imediatamente.
    Pessoas com hipoglicemia aguda são tratadas com injeções de glicose ou com o hormônio glucagon. O tratamento imediato é necessário para evitar complicações sérias ou morte.
    Se a hipoglicemia for causada por um insulinoma (tumor que produz insulina), a cirurgia para retirada do tumor é o melhor tratamento.

    Complicações possíveis
    Se não for tratada, a hipoglicemia causada pelo excesso de insulina pode levar à perda de consciência e coma.
    A hipoglicemia aguda é uma emergência médica que pode causar convulsões e danos permanentes ao sistema nervoso se não for tratada. A hipoglicemia aguda na qual a pessoa fica inconsciente é também chamada de choque de insulina.
    Aprenda a identificar os primeiros sinais de hipoglicemia e trate-se rapidamente.

    Prevenção
    Se for diabético, siga as recomendações médicas sobre alimentação, medicamentos e exercícios.
    Prevenir a queda do nível de açúcar no sangue é melhor do que tratá-la. Ao exercitar-se, verifique o nível de açúcar no sangue. Tenha sempre algum lanche ao tomar insulina ou outro remédio que baixe o nível de açúcar no sangue.
    Pergunte ao médico ou enfermeiro se é preciso fazer um lanche antes de dormir para evitar a queda de açúcar no sangue durante a noite. Alimentos ricos em proteínas são os melhores.
    http://www.minhavida.com.pt/saude/temas/hipoglicemia

    quarta-feira, 7 de agosto de 2013

    37ª Semana de Gestação do Bebê

    Bebês

    Mamãe  se nascesse agora já não seria considerado prematuro, estamos na semana 37, estou pronto para nascer, pode dar à luz a qualquer momento, a mala contendo o que vamos precisar, já está preparada, o seu sacrifício não foi em vão. Depois da consulta ficou mais aliviada porque a médica disse estar correndo tudo bem, porém levou um grande susto, na consulta,  porque não me sentia mexer, apesar de ouvir meu coração, quando estamos com um nível de ansiedade elevado, nos esquecemos das coisas mais simples, se o coração bate normalmente, mas não há movimento, o mais lógico seria pensar que deveria estar no momento do sono ou da "sesta".
    RecadosRecadosEu agora meço cerca de 46-48 cm e peso de cerca de 3000 gr. O meu aspecto já não se altera radicalmente, é uma versão, ainda que menor, de recém-nascido quando nascer. O meu desenvolvimento principal já está completo. Agora o principal objetivo é continuar a crescer em tamanho, a me fortalecer e a acumular gordura, até 28 gramas por dia. As células cerebrais continuam a multiplicar-se e a desenvolver-se logo após o nascimento e permanecerão em desenvolvimento nos primeiros meses de vida. Os testículos costumam descer para o escroto por volta desta altura. No entanto, em cerca de 3% dos casos, isto não acontece até depois do nascimento e pode ser necessário recorrer a uma cirurgia, o que acontece, normalmente antes dos dois anos de idade. Nesta fase, a minha cabeça começa a descer até à pélvis. Assim que encaixar a cabeça,  notará que a barriga desceu e vai-lhe parecer mais baixa. Quando eu descer, os meus movimentos  parecerão menos vigorosos, embora deva continuar a sentir cerca de dez movimentos por dia.






    terça-feira, 6 de agosto de 2013

    Oração à Nossa Senhora do Bom Parto (5 a escolha)


    1- Oração a Nossa Senhora do bom parto
    - Papa João Paulo II -
    Ó Maria Santíssima,
    por uma escolha gratuita do Pai,
    fostes agraciada com a Maternidade Divina,
    no tempo da gravidez e do parto,
    Vós que também fostes mãe,
    olhai para mim,
    pois estou apreensiva com
    o momento do parto e me sinto insegura
    em relação ao que poderá acontecer.
    Que eu tenha um parto feliz.
    Agora, ó Mãe,
    me sinto mais calma e tranquila
    porque já percebo a vossa protecção e
    desde já vos confio este novo ser.
    Nossa Senhora do Bom Parto,
    rogai por mim!
    Amém!


    2- Oração a Nossa Senhora do Bom Parto
    Ó Maria Santíssima, vós,
    por um privilégio especial de Deus,
    fostes isenta da mancha do pecado original,
    e devido a este privilégio
    não sofrestes os incómodos da maternidade,
    nem ao tempo da gravidez e nem no parto;
    mas compreendeis perfeitamente
    as angústias e aflições das pobres mães
    que esperam um filho,
    especialmente nas incertezas do sucesso
    ou insucesso do parto.
    Olhai para mim, vossa serva,
    que na aproximação do parto,
    sofro angústias e incertezas.
    Dai-me a graça de ter um parto feliz.
    Fazei que meu bebé nasça com saúde,
    forte e perfeito.
    Eu vos prometo orientar meu filho
    sempre pelo caminho certo,
    o caminho que o vosso Filho, Jesus,
    traçou para todos os homens,
    o caminho do bem.
    Virgem, Mãe do Menino Jesus,
    agora me sinto mais calma
    e mais tranquila porque já sinto
    a vossa maternal proteção
    Nossa Senhora do Bom Parto,
    rogai por mim!

    3- Oração a Nossa Senhora do Bom Parto para a hora do parto

    Em nome do Pai + do Filho + do Espírito Santo.
    Virgem Maria, confiante em vossa Infinita bondade, recorro a Vós, que sendo Mãe de Deus acolheis, piedosa a minha prece.
    Protegeis todas as mulheres que no cumprimento da sua missão, concebam os corpos que recebem as almas criadas por Deus para sua honra e glória.
    Vinde, Senhora, socorrer-me no momento de eu dar à luz este ser querido que trago nas minhas entranhas, concedendo-me a graça de me assistir do céu com o vosso milagroso amparo.
    Ajoelhada, suplico a vossa protecção, antes, durante e depois do meu parto, favorecendo-me com a fé na misericórdia divina.
    Lembrai-vos, Senhora, de que, quando Nosso Senhor Jesus Cristo se encarnou em vosso ventre, por obra e graça do Divino Espírito Santo que fazendo-se vosso filho, também vos fez nossa Mãe, para que por vosso Intermédio alcançássemos com o perdão dos nossos pecados os vossos preciosos favores.
    Ajudai-me Nossa Senhora do Bom Parto, na hora do nascimento do meu filho, socorrei-me, preservai-me a fim de que eu possa criá-lo e educá-lo na fé cristã, para glória de Deus.
    Assim seja.
    Maria Concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.
    Repetir 3 vezes:Nossa Senhora do Bom Parto, socorrei-me.

    4- Oração a Nossa Senhora do Bom Parto para a hora do parto

    Maria Santíssima, Mãe de Nosso Senhor + Jesus Cristo, que no ventre da Senhora Santa Ana fostes concebida sem a mácula do pecado original, Virgem, antes de conceberdes Jesus, por obra e graça do Espírito Santo, Virgem durante a vossa gravidez, Virgem depois de haverdes dado à luz do dia Aquele que é a luz do mundo, humildemente vos peço, pela vossa intercessão junto ao vosso Filho, perdão para os meus pecados.
    Rogo-vos, Senhora, pelas Sete Espadas que trespassaram o vosso coração quando vistes o vosso Filho agonizante na cruz, a vossa protecção e a vossa assistência, nas horas do meu parto aliviando-me as dores, concedendo-me um feliz sucesso.
    Maria, concebida sem pecado rogai por nós que recorremos a vós.
    Rezar três Avé Maria e uma Salvé Rainha




    5- Oração Nossa Senhora do Bom Parto


    Minha nossa Senhora do Bom Parto protegei as mulheres que vão darem luz. Que suas mãos carinhosas repousem sobre suas mentes e que suas palavras de conforto as acalmam. e que seu manto as cobrem e as protejam de todo mal com seu abraço as envolvam em seu colo de mãe. Vinde, oh! Mãe poderosa e digna de devoção traga paz, os corações desesperados e que o medo seja abominado de seus pensamentos. Que a fé as fortifique e as fazem crer que Deus é Pai, poderoso e que tudo pode. Que a dor, o sofrimento sejam amenizados, que à hora esperada seja santa e sagrada. Minha santíssima interceda em nome de todas as mulheres que tem o poder de ter em seu ventre um filho de Deus.Que o seu amor abençoe e santifique a cabeça daquele que o senhor deixou no mundo para representá-lo na saúde. Que sua mão conduza e acariciam aquelas que têm a função de trazer ao mundo uma vida. E que o amor de mãe continue forte, protetor e único pra sempre. Amém.




    http://rezairezairezai.blogspot.pt/2011/02/oracoes-nossa-senhora-do-bom-parto-da.html
    http://brasil.babycenter.com

    Oração da mãe que espera um filho (5 a escolha)






    1- Oração da Gestante
    "Pai criador, meu único Deus e zeloso protector, vem me abraçar e me beijar, para que eu me sinta amada.
    Pai do céu, caminha sempre ao meu lado, para proteger-me de todos os perigos e aflições, e para conduzir a minha gravidez da forma mais saudável e tranquila possível.
    Permita que eu me espelhe nas virtudes de Maria, mãe de Teu filho, Jesus.
    Envolva, Senhor, a mim e ao meu bebé, com a ternura do Teu olhar.
    Manda Teus anjos nos acompanharem e zelarem sempre por nós
    Quando o futuro me parecer sombrio, encanta meus olhos com a imagem do menino Jesus. Quando eu estiver com medo, dê-me a Tua mão protectora e anda comigo. Quando estiver carente, cobre-me com Teu manto e deixa-me repousar em Teu colo. Quando nervosa, conduz-me a matas serenas e à beira de riachos límpidos e tranquilos.
    Que a Tua imagem reparadora e de paz leve embora todas as minhas ansiedades e aflições. E que eu sinta que carregarás no colo, a mim e ao meu bebé, especialmente nos momentos em que mais precisarmos do Teu carinho e protecção.
    Peço-Te, Senhor, em nome de Teu filho, Jesus, que me dê a segurança, especialmente neste período em que carrego comigo uma vida que é Tua, Pai."
    Amém.

    2- Oração da Grávida 



    Senhor, agradeço-Te
    a nova vida que sinto dentro de mim.
    Esta presença faz-me ver as pessoas
    e as coisas de maneira diferente,
    enche-me de ternura e renova em mim
    uma grande admiração pelo mistério
    pela Tua obra criadora que continua
    através da minha pessoa.
    Sou feliz por ser mulher e por ser mãe.
    Peço-Te que veles por esta criatura
    que Tu conheces.
    Eu percebo apenas o seu movimento,
    leve como uma carícia,
    e sonho com os traços do seu rosto,
    e a cor dos seus olhos e cabelo.
    Deixa-me sonhar, peço-Te,
    mas ajuda-me a conhece-la
    para que a possa acompanhar
    até ao fim do caminho da vida.
    Faz com que o cansaço da gravidez
    e o medo do parto
    não perturbem a minha serenidade
    e possa viver esta maravilhosa aventura
    confiando na Tua Providência.
    Maria,
    Tua mãe corajosa e terna, esteja a meu lado
    neste tempo de espera e me torne capaz de
    receber este menino
    com o mesmo amor com que Te acolheram.
    Amém!

    3- Oração da Grávida


    Senhor Jesus, Autor e Conservador da vida, venho a Ti neste momento pedir que o Senhor coloque suas mãos poderosas sobre a minha gravidez para abençoar e proteger o fruto do meu ventre, dando a esta criança a Tua bênção e a mais perfeita saúde.
    Senhor, que todo o meu corpo seja agraciado com a Tua presença e não haja nenhuma complicação com a minha saúde, que todos os dias e meses sejam abençoados pelo Teu poder.
    Obrigada Senhor, porque a vida é um dom do Senhor, seja feita a Tua perfeita vontade na minha vida e nesta criança que estou gerando.
    Dá-me sabedoria, amor e condições financeiras para dar o melhor para esta criança.
    Te agradeço por tudo, em nome de Jesus, meu único Senhor e Salvador.
    Amém.
    4- Oração da mãe que espera um filho




    Eu vos glorifico, Pai celeste, Deus Criador, porque fizestes em mim grandes coisas e vai nascer de mim um filho, fruto de um amor, que abençoastes.
    Jesus, Filho de Deus, que me permitistes adorar-Vos pequenino, no presépio, eu Vos ofereço meu filhinho, Vosso irmão. Enriquecei-o com os belos dons da natureza e da graça; que na Terra seja ele nossa alegria, e na eternidade, vossa glória!
    Espírito Santo, cobri-me com vossa sombra durante esses benditos meses de espera, a fim de que nada possa acontecer de mal a meu filhinho e que sua alma esteja pronta a se tornar Vosso Santuário pelo Baptismo.
    E Vós, Maria, Rainha das Mães, assisti-me, Vos peço, na hora do nascimento do meu filho. Aceito desde já todos os sofrimentos que vierem, e Vos peço que os ofereçais a Deus por meu filho.
    Meu Santo Anjo da Guarda, Santo Anjo da Guarda de meu filho, velai sobre nós dois. Amém.
    5-ORAÇÃO DURANTE A GRAVIDEZ



    Ó Maria Santíssima, vós, por um privilégio especial de Deus, fostes isenta da mancha do pecado original e, devido a este privilégio, não sofrestes o incômodo da maternidade nem no tempo da gravidez nem no parto; mas compreendeis perfeitamente as angústias e aflições das mães que esperam um filho, especialmente na incerteza do sucesso ou do insucesso do parto.
    Olhai para mim vossa serva que na aproximação do parto sofro de algumas angústias e incertezas. Dai-me a Graça de ter um parto feliz. Fazei com que meu bebê nasça com saúde, forte e perfeito.
    eu vos prometo orientar meu filho sempre pelo caminho certo; o caminho que Vosso Filho Jesus traçou para todos os homens, o caminho do bem. Virgem, mãe do menino Jesus, eu agora estou mais calma e tranqüila porque já sinto Vossa maternal proteção.
    Nossa Senhora do bom parto, rogai por mim.
    (Fonte: Oração de cura e libertação - Pe. Alberto Gambarini)